Ha como eu Queria q ela Soubesse
No meu céu não há estrelas... meu olhar é ficço no amanhã inserto, mesmo assim sem medo busco a fortificar-me nas coisas simples, pois acredito que a simplicidade eternamente será a virtude dos excluidos, um dia disse quero morrer, hoje digo preciso resistir, quero sobreviver...
quando você percebe que não há mais lágrimas ,
e quando você percebe que tem o seu valor,
é quando você percebe que pode ser feliz sinceramente, por inteiro,
e quando você olhar pra trás não terá mais o desejo de reviver os dias nublados,
ai talvez, você, assim como eu perceba que pode viver consigo mesmo e isso lhe bastará.
Não há sensação melhor do que a de receber um presente inesperado de uma pessoa especial!
Sentir os lábios abrirem-se com um sorriso de orelha a orelha e ao mesmo tempo deixar escapar umas lágrimas de emoção.
Esse presente torna-se o mais importante, mais valioso e mais marcante de todos… (Não pelo valor monetário como é óbvio e sim pelo valor emocional.)
Se não há um deus, estamos corretos; se há um deus indiferente, não sofreremos; se há um deus justo, não temos nada a temer pelo uso honesto da racionalidade; mas, se há um deus injusto, temos muito a temer - assim como o cristão.
Um sábio amor e uma razão sábia.
Há momentos em nossas vidas
onde o amor e a razão
começam com um diálogo
pra calar o coração
O amor questiona a razão
querendo explicação
a razão tenta ser forte
pra não ter ilusão.
O amor sempre paciente
nunca perde a razão
A razão é complicada
tentando explicação
A vida é um teatro
onde a razão tem razão
e o amor tão tolerante
continua com razão.
“Não me olhe assim sou igual há você.”
Amei antes da aragem arbitraria arrebatado pela ilusão do desconhecido mundo desigual, alcoolizados perdidos mãe e pai, acostumei-me a rotineira sobrevida tornei-me um societário da miséria e fome.Do outro lado da ponte nos faróis onde mendigava muitas das vezes o resto dos restos para alimentar o insaciável vicio de meus pais, as marcas do descontrole intempestivo carreguei comigo durante um longo tempo, aos 15 anos me mudei para um lugar impiedoso, não fui por vontade própria, fui pela vontade de viver, ter, poder, querer, expender, mas aprendi...Aprendi que nem sempre os fortes sobrevivem, que não há regras onde regras são impostas, e que literalmente a esperança não é a ultima que morre, morremos antes de inúmeras formas, bem, sobrevivi...apos 2 anos já aos meus 17 um adolescente com cabeça de homem, trazia comigo o trauma de uma infância conturbada, já sem meus pais, pois se perderam, melhor se acharam, voltaram as cinzas. Descobri também que querer não basta pois rótulo é como uma cicatriz tem que aprender há esconde La se assim te incomodar, varias vezes meu pai chegava embriagado do bar e agredia minha mãe e eu, foi assim que quando adulto passei a encarar meus medos, os agredindo sem pensar, minha historia de vida, talvez seja como de tantos outros filhos do descaso no contexto geral, filho de pais alcoólatras, morador de favela, freqüentador de FEBEM, casa de recuperação e enfim ex – presidiário, trágico não? Não, não, e sim conseqüência da falta de crença, compaixão...que não temos uns com outros assim sempre observando o cisco no olho de nosso semelhante mas não sentindo o pedaço de tijolo em nossos próprios olhos, de nada adianta leis, decretos, projetos mirabolantes se não houver verdade...a violência esta em nós quando nos rendemos há intolerância de nosso eu.
Sempre adorei o canto dos pássaros, mas cresci com o barulho das armas, mesmo assim fui em busca de onde eles faziam seus ninhos!
As Sete Saúdes do Professor
“...O verão há de vir/Mas virá só para os pacientes/Que aguardam num grande silêncio corajoso/Como se diante deles estivesse a eternidade.../”
Rainer Maria Rilke
Para o Poeta Paulo Benedicto Pinheiro(In Memoriam)
O professor, mais do que ninguém, a cada ano letivo, incorpora a sua nova e preciosa cota de recursos humanos, cada vez mais fragilizados pelas múltiplas falências (Deus, família, sociedade, consumo). Mesmo ganhando muito menos do que deveria (tem de ser inteligente para passar num concurso público difícil e algo bobo para aceitar o que o estado neoliberal paga), praticamente vive dançando no fio da navalha do seu encargo e entorno sociocultural com carências múltiplas também (escola pública camuflada em seu proposital sucateamento; classe média falida pelas resultantes do último amoral e inumano plano econômico). Por isso, tem de estar cada vez mais afinado com as chamadas Sete Saúdes. Como profissional de alto gabarito que sempre precisa ser e mostrar que é — afinal, todo mundo teve um maravilhoso professor na vida — e, sem dúvida alguma, como ser humano desta safra contemporânea, mas, acima de tudo, com respeito profissional próprio, o professor tem de estar antenado, se reciclando sempre, e ainda cuidar do corpo para a mente estar com amplitude ativa e a aula ser gostosa dentro do processo de ensino–aprendizagem, já que quem sairá ganhando será a clientela escolar carente, sempre fito precípuo da educação como um todo.
01. Saúde Físico-mentalO professor tem de andar rotineiramente e com prazer; fazer exercícios orientados e caminhadas sadias; relaxar da correria rotineira, cotidiana; viajar sempre que possível; passear aproveitando a caminhada; talvez fazer ioga; procurar alimentar-se bem e dormir tranqüilo; fazer terapias, se preciso for, para segurar o árduo batente do trabalho pesado em duas ou mais escolas, tentando sobreviver e permanecer ético para sonhar com um humanismo de resultados, sob o enfoque de uma visão plural-comunitária que lhe deve ser inerente, peculiar.
02. Saúde FamiliarO professor tem de ter um estabelecimento residencial muito além de um simples endereço residencial com número ou código de área, uma casa gostosa para chamar de sua, um pacífico lar, doce lar, pois o hábitat de um ser humano é quase a sua pele vivencial mesmo. Procurando morar razoavelmente bem, em espaço tranqüilo, o professor terá o seu refúgio para cismar e pensar com a devida serenidade para, assim, sempre no aconchego do lar, repor as energias em seu espaço todo próprio para ser referencial.
03. Saúde FinanceiraO professor tem de saber gastar, poupar, economizar, pesquisar preços, sacar abusos midiáticos na área consumista, evitar gastos desnecessários, mas, ainda assim, ter a consciência de que o ofício é uma espécie de missão. Procurar, na medida do possível, fazer o que gosta nesse campo de trabalho, pois, na verdade, nunca vai ganhar bem como deveria e precisa. Então, não pode entrar nessa de consumo desenfreado, apesar de precisar ter uma vida minimamente digna, que o exemplifique como a importante figura histórico-social que tem sido desde os primórdios dos pedagogos da Grécia antiga.
04. Saúde SocialO professor é um ser social (Kant), como é também um animal político (Sócrates). Portanto, deve saber mais do que ninguém cultivar amigos de qualidade — que são ótimos seres humanos, principalmente —, freqüentar um clube para espairecer, ter um convívio sociofamiliar de qualidade, ser participativo socialmente, falando também fora da sala de aula e da unidade escolar, comprar causas pela paz e convivência harmoniosa e bancar mudanças ético-humanitárias, como o ser cidadão que é, com uma visão de justiça que o qualifique e represente bem.
05. Saúde IntelectualO professor pensa, logo, é docente, logo, existe e, por esse afazer, multiplica a informação, reproduz a ciência, pesquisa a dúvida, domina a técnica salutar, é politizado porque vota bem e certo, precisa ler jornal todo dia, ler ótimos livros — a melhor pedagogia é o exemplo —, fazer cursos o tempo todo, ficar atualizado e atuante, ir ao cinema, curtir novidades, ouvir uma boa música que o nutra, montar exposições de afazeres peculiares, assistir a palestras de novas metodologias e técnicas instrumentais para a docência contemporânea, demonstrar que é um profissional acima da média e que, por isso, pode exigir muito no seu foro de debate representativo, com boa dialética e conhecimento da causa que abraçou com méritos e perspectivas.
06. Saúde EspiritualSim, o homem tem razão, mas tem alma; logo, é um ente espiritual. Imagine-se então um professor, que é educador, mestre, referencial de qualquer meio. Precisa cuidar da alma, não necessariamente só pelo viés de uma igreja — “ama a teu próximo como a ti mesmo”, diz a filosofia dos evangelhos —, mas ter a consciência tranqüila e a fé em Deus, a sensação do dever cumprido, de ter dado o melhor de si, de ter feito o seu melhor, de ter sabido lidar com os seus alunos com tantas seqüelas sociofamiliares, de não precisar ser cobrado para ser completo e idôneo, fazer ações comunitárias, fundar ONGs que pensem em responsabilidades cidadãs entre riquezas injustas, lucros impunes, propriedades, roubos; afinal, como dizia Saint-Exupéry, o essencial, que às vezes é invisível aos olhos, se vê bem com o coração...
07. Saúde ProfissionalE, por fim, o professor tem de estar afinado com a cultura, as artes em geral e, principalmente, com as áreas de sua matéria-conteúdo. Estar sempre alerta e reflexivo, estudar sempre — como em qualquer profissão —, buscando se especializar em múltiplas didáticas; programar aulas variadas, gostosas — o aluno tem direito a isso; trocar idéias com colegas de mister, sendo representativo de seu meio, com uma releitura toda própria das “aprendências” e dos letramentos, como instrumentos de evolução, como profissionais de carreira que querem deixar sua marca, deixar seu lastro, fazer o melhor sempre. Afinal, alunos são mensagens de amor que mandamos para o futuro, e somos partes essenciais do verbo “ensinar-aprendendo”.Professor, caia na real. Respire, não pire. Relaxe, não ache (chega de “achismos”). Medite, não dite. Abrace, não force. Você é o mais importante átomo do todo que é o Universo. Se aceitou essa obrigação, não se desgaste nem brigue, obrigue-se. Odeie o ódio. Refaça o fácil. Não reclame, ame. Faça de sua vida uma tábua de esmeraldas. Afinal, somos todos anchietas nessa seara de formadores de opinião, de questionadores de políticas ímprobas do poder público, mas devemos também dar os nossos exemplos de vida e sermos fiéis aos nossos sábios propósitos, com amor e com saúde, muito além de uma solidão incendiária, mas sempre como grãos de mostarda dentro do coração dos alunos, que são templos de nossa sagração existencial de vida humana.O sucesso de todo grande profissional realizado é porque teve um ótimo professor lado a lado...
Saúde, professor!
-0-
Silas Correa Leite – Itararé-SP – Teórico da Educação, Jornalista Comunitário, Coordenador de Pesquisas em Culturas Juvenis pela FAPESP-USP, Conselheiro em Direitos Humanos (SP), Prêmio Ligia Fagundes Telles Para Professor Escritor, autor de Campo de Trigo Com Corvos, Contos, Finalista do Prêmio Telecom, Portugal, livro à venda no site www.livrariacultura.com.br – Bleogue: www.portas-lapsos.zip.net
(Um dos dez mais do UOL em 2008) – Site: www.itarare.com.br/silas.htm
E-mail para contatos: poesilas@terra.com.br
Mas o meu espírito discerne tudo
Há uma voz que fala dentro de mim
Se o meu coração me engana
Desesperadamente corrompe tudo
Meu espírito me fala onde ir
Há em nós...
Às vezes o impossível.
Um encontro que nos faz ganhar amigos.
Uma luz que atende aos pedidos.
Uma idéia que nos dá objetivos.
Há em nós...
Às vezes um sentido.
Um estar, um querer mais que um ombro amigo.
Um querer bem que vem desconhecido.
Uma coragem que vence todos os perigos.
Há em nós...
Às vezes um infinito.
E a certeza de algo bem cumprido.
Uma vontade que tira toda nossa calma.
Uma paixão que mexe com a nossa alma!
Há em nós...
A certeza de uma história.
Uma lembrança que foge da memória.
Uma certeza que a distância incomoda.
Mas que o amar se renova a toda hora!
BJSSS MINHA LINDA
AUSÊNCIA DE VOCÊ
Há momentos
Que a saudade
É tanta
Que nenhuma lembrança estanca
O desejo de ver
Conversar
Ou apenas saber como estar
Aquele ser que o amor no meu coração disseminou
Carência
Vontade
Indigência
Que adjetivo dar a saudade
Que se faz evidente
De um amor ausente
Onde os braços não podem envolver
Isso tudo me faz admitir o quanto amo
Pela falta que me faz
Perco-me em pensamentos
A mirar esse imenso vazio no horizonte
Mas meu coração me diz que aqui estais.
Algum lugar
Perdido na escuridão
Esperando por um sinal
Em vez disso, há apenas silêncio
Você não pode ouvir meus gritos?
Nunca pare de esperar
Preciso saber onde você está
Mas uma coisa é certa
Você está sempre no meu coração
Eu te encontrarei em algum lugar
Eu continuarei tentando
Até o dia da minha morte
Eu só preciso saber
O que tem acontecido
A verdade libertará minha alma
Perdido na escuridão
Tente achar seu caminho de casa
Quero abraçar você
E nunca te deixar partir
Espero que você esteja quase no céu
Ninguém pode machucar sua alma
Vivendo em agonia
Porque eu não sei onde você está
Eu te encontrarei em algum lugar
Eu continuarei tentando
Até o dia da minha morte
Eu só preciso saber
O que tem acontecido
A verdade libertará minha alma
Onde quer que você esteja, não vou parar de procurar
O que for preciso, eu preciso saber
Eu te encontrarei em algum lugar
Eu continuarei tentando
Até o dia da minha morte
Eu só preciso saber
O que tem acontecido
A verdade libertará minha alma
GRIPE SUINA
O surto de um novo tipo de vírus é algo que me intriga. Há uns 15 anos atrás, era o vírus ebola, que derretia suas vítimas em febre e assustava com a rapidez que se espalhava em uma África desde sempre precária em saúde. Depois, o surto da "vaca louca". Em seguida, um par de anos atrás, a gripe aviária. Agora, a mexicana gripe suina. Em todos os últimos casos, é de se notar que vírus devastadores agora se aproveitam da logística global do consumo exacerbado. Doenças que se limitavam a fundos de quintais ou cercanias de chácaras e sítios, agora adquiriram asas invisíveis. É de preocupar, claro.
Esse interesse pelo assunto que me levou a um livro de Stephen King, chamado "A dança da morte". No romance "kingiano" de quase mil páginas, um misterioso vírus liquida quase toda a raça humana, exceto algumas pessoas misteriosamente imunes, que tentam formar uma nova sociedade, enquanto o diabo andarilho erguia um império do mal num mundo caótico. Recomendo.
Ficção a parte, entre hipóteses de extinção da raça humana que às vezes formulo comigo mesmo, nenhuma está relacionada a algum tipo de vírus. Acredito que a biomedicina encontraria soluções mesmo em casos drásticos. E praticamente todo tipo de vírus acaba por encontrar resistência em algum dos diversos sistemas imonológicos entre bilhões de seres humanos. O homem encontrará uma maneira mais eficaz de se destruir, alguém duvida?
A ESPORÁDICA MAJESTADE DO INCOMUM
Há dias que a retina não controla
A projeção de imagens.
Há dias que a urina infunde
Á leve menção do simples laivo da vontade.
Há dias que a doce e inócua brisa
Escalavra cruelmente a face.
Há dias que a noite
É contínua manhã incólume: a aderente Paisagem!
Há dias que a Escuridão é a alameda
Onde reside a foz de toda a universal verdade.
Há dias que o dia
Aparenta ser fluxos e refluxos de miragem.
Há dias que o Poema
É o mais etéreo plenilúnio da Vacuidade
Há dias que a latitude e a lembrança
São o mais edaz epicentro da saudade.
Há dias que o ser concreto
São os sortilégios de Mérlin, Iemanjá,
Baco, Amon-Rá e o Hades.
Há dias que o Poeta
É corpo sem Verve, a terra sem Verbo: A Vácua Viagem!
Há dias que a guerra
Sucumbe ao sopro do vento da Amizade.
Há dias que a Porta
Não é uma mera passagem.
Há dias que o sofrido povo
Não é miríade e sim, O Principal Personagem.
Há dias que a Poesia sonha
O sonho de ser o Graal da IGUALDADE!
JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
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