Ha como eu Queria q ela Soubesse
“Debaixo da Casca”
Bom dia.
Acordei com um desejo que pede voz há anos:
organizar o mundo que carrego dentro.
São ideias demais, caminhos demais, emoções demais —
como se minha mente fosse um cruzamento onde ninguém obedece o sinal.
Ser escritor, ou algo próximo disso, é caminhar com excesso.
Às vezes as palavras correm;
às vezes param todas, como se fizessem greve.
Eu falho, assumo, e recomeço — sempre.
Hoje declaro meu querer mais sincero:
reunir minhas crônicas, dar forma ao que sinto e penso,
e transformar tudo isso num livro dedicado aos meus alunos,
meu verdadeiro conteúdo.
Digo sem medo: não dou conta sozinho.
E aceitar ajuda também é política —
a política da humildade, da construção, da responsabilidade.
Quero romper minha própria casca.
Deixar sair o que é frágil e forte,
íntimo e público,
poético e indignado.
Quero transformar minhas aflições em páginas
e minhas páginas em memória viva.
Bom dia a quem tenta não viver só por fora.
Bom dia a quem insiste em ter miolo num país de cascas polidas.
Bom dia a quem escreve, tropeça, levanta
e segue —
porque a palavra sempre encontra seu destino.
Não há resposta fixa no horizonte,
Nem voz suprema a nos dizer por quê;
A vida nasce breve, quase fonte
Que corre antes que a sede possa crer.
Entre o que fomos ontem e o que afronta
O hoje incerto que insiste em renascer,
Moldamos o sentido que desponta
No gesto simples de ainda escolher.
Não é eterno quem nunca se arrisca,
Nem pleno quem só busca conclusão;
O vivo é chama frágil que se arrisca.
Se há rumo, é feito à mão, não por visão:
A vida vale mais quando se arrisca
A ser pergunta antes de solução.
Há dentro de você uma fábrica de Felicidade, alimente-a com a sua Inteligência e viva dessa Alegria.
"Há muito tempo fala-se, por todos os lados, que o dinheiro não traz a felicidade, mas, infelizmente ou felizmente, não sei, no mundo de hoje, ele se tornou uma das bases indispensáveis da felicidade humana."
Se há necessidade de uma guerra, que seja unicamente de legítima defesa, com o fim de salvar a própria vida, se não houver um outro jeito, civilizado, de se proteger. Fora isso, uma guerra, nesta altura da vida, é estupidez ou capricho pessoal de certos governantes.
Há mais coisas entre o ego e o superego do que pode supor nossa "vã" psicologia, que nem Freud explica, e que até o capeta duvida.
É inútil procurar paz onde só há ruído interno.
Nenhum ambiente externo compensa uma mente tumultuada. A ordem começa dentro.
Depois se expande.
Há quem goste da ideia de mudança, mas não do processo. Ideias são bonitas; processos são trabalhosos. E sem processo, não há resultado. Quem não aceita o processo, não merece o desfecho.
Se não há Ensino da Palavra de Deus, não existe avivamento. Não confunda movimento com avivamento! Movimento gera alegria momentânea, avivamento gera arrependimento e uma vida santa! Movimento é só um momento, avivamento é diariamente, com a vida pura diante de Deus e cheia do Espírito Santo! Movimento traz emoção, avivamento traz alegria na alma e no espírito do cristão! Movimento move teu corpo, avivamento leva a tua vida completa para viver para Deus. Crente avivado não é crente que se movimenta, é crente que faz a diferença!
Não há nada me esperando
Não há nada para mim aqui
Não há ninguém do outro lado
Isso nunca vai passar
Acabaram todas as desculpas
Amaldiçoou as ilusões
Desisto de toda essa farsa
Cansei de esperar pelo que não vem
Ela me feriu, são tantas elas
As feridas que jamais cicatrizarão
Eu nunca escolhi a vida
Só quero que a cortina se feche
Antes do amanhã chegar mais uma vez.
- Marcela Lobato
Impermanência
A dança natural dos estados internos
Há momentos em que a mente se enche de pensamentos e emoções, como um vale tomado pela neblina. A prática não é lutar contra essa neblina, mas subir às colinas interiores e simplesmente observar. Dali, tudo pode ser visto sem pressa: a tristeza que passa, a alegria que surge, o silêncio que permanece. O observador não julga, não interfere, apenas testemunha. E nesse ato de ver sem se confundir com o que é visto, nasce uma liberdade suave, a descoberta de que você não é o turbilhão, mas o espaço aberto onde ele acontece.
Assim também é a vida: ela se move como as estações, cada fase trazendo sua própria essência, mas nenhuma permanecendo para sempre.
Primavera desperta o florescer das ideias e sentimentos, trazendo expansão e novidade.
Verão é o auge da intensidade, quando tudo pulsa em plenitude e calor.
Outono convida ao recolhimento, à reflexão e ao desapego das folhas que já cumpriram seu papel.
Inverno traz o silêncio e a pausa, preparando o terreno para que o ciclo recomece.
Do mesmo modo que as estações se sucedem em harmonia, também nós transitamos entre estados internos. Não há luta entre eles, apenas alternância natural. O segredo está em reconhecer que cada fase é necessária e que o movimento nunca cessa, apenas se transforma.
Nem toda dor precisa de plateia,
nem toda vitória precisa ser anunciada.
Há caminhos que são solitários por dentro,
mas reveladores por fora.
Compartilho apenas o que já compreendi,
o que virou aprendizado,
porque viver não é provar força ao mundo,
é permanecer fiel a si mesmo
na queda e no recomeço.
Segundo dia do ano
A vida volta ao normal
As festas se passaram
Em uma rotina crucial
Há nuvens no infinito
Em um baile bem bonito
Passo-a-passo essencial
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