Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Não há ouro que resista ao tempo,
nem poder que se sustente na eternidade.
A coroa pesa, mas não liberta;
é prisão disfarçada de glória.
O povo, cego ou cúmplice,
aplaude sombras e se curva ao vazio.
Mas toda autoridade é pó,
todo império é ruína,
todo rei é apenas homem.
A verdade não se cala:
o trono é provisório,
a vaidade é efêmera,
e a história não perdoa.
É em vão servir um rei que serásubstituído por outro.

⁠Não há nada mais precioso do que o sentimento que descobrirmos ter por alguém, e não a nada mais valioso do que saber que este alguém também por nós tem

Há dias melhores a caminho, mesmo que hoje você ainda não consiga enxergá-los.

Audácia
É preciso inovar
Ser audacioso para escrever
Escrever é um contaste aprendizado
Ha sempre mudanças.

Comigo havia apenas
uma tarde
uma árvore
e o ser poesia
-
Na rua tem umas latas
no bule há café
vamos semear horizontes

Não é você o responsável pela derrota; há batalhas que não se perdem por fraqueza, mas por excesso de entrega.

⁠Na oração, embora deva haver reverência e respeito, não há assuntos tabus, censuras ou julgamentos. Diante de Deus, você pode abrir o coração, compartilhar pensamentos e sentimentos e confessar absolutamente tudo, pois ele se agrada da sinceridade e da confiança.

Em relações humanas não há fantasias e nem máscaras que resistam ao teste contínuo da intimidade.

Na Trindade não há vaidade. Há unidade. Vemos que aquilo que o Pai pede o Filho não retruca e o Espírito não murmura

Um rapaz diz pro outro:
- onde não existe nada sempre há alguma coisa!
o outro responde:
- mas o que você quer dizer com isso?
o primeiro responde:
- Nada.
O último responde pensativo...
- ainda acho que aí tem alguma coisa.

De que vale a vaidade, se no caixão não há espaço para tantas extravagâncias?
Pra que tanta ambição e avareza, se no caixão não existe cofre nem gaveta para guardar os bens acumulados por toda uma vida?
A arrogância, a ignorância e a brutalidade podem dominar este lado da existência, mas do outro lado reinam o vazio e o silêncio — e eles não vivem em guerra.
Vaidade. Ambição. Luxúria. Orgulho. Ignorância. Fiação frágil que se desfaz por aqui.
A riqueza pode alcançar os cantos mais distantes da terra, mas quando a morte chega, nem a roupa do sepultamento será escolhida por quem partiu.
Tudo é empréstimo por pouco tempo.
O corpo será devolvido ao pó.
O espírito retorna ao Criador.
Porque, no fim, nada nos pertence — tudo é de Deus.

Não há
outra maneira
de se desejar o bem,
se não tiver
um coração puro,
livre de todas
as mágoas
e ressentimentos.
03/10/2018

Há uma serenidade própria

em quem já se atravessou por dentro.

Uma calma que não é passividade,

mas economia de energia.

Gritar cansa.

Ser, não.

As pessoas deveriam ser menos avessas a riscos quando não há tanto para arriscar.

Há amores que não pedem casa, pedem abismo. O nosso foi assim: intenso, especial, mas inabitável. Não por falta de sentimento, mas por excesso de medo. Não por ausência de amor, mas por incapacidade de o sustentar no mundo real. O que existiu entre nós nunca foi pequeno... apenas nunca encontrou chão.

Nós nos amamos no território onde tudo é permitido: na palavra, na promessa, na eternidade abstrata do “para sempre”. Ali, o amor era livre, belo, absoluto. Mas quando se aproximava da vida concreta (do tempo, das escolhas, das consequências) ele recuava, tremia, se escondia. Amar, para nós, não era encontro: era vertigem.

Você me amou sem me escolher. Eu te escolhi sem poder te ter. E nesse descompasso, criamos um laço feito de presença e ausência, de retornos e fugas, de silêncios que gritavam mais do que qualquer declaração. Não foi mentira. Também não foi completamente verdade. Foi sentimento sem morada.

O que nos uniu não foi a possibilidade de ficar, mas a impossibilidade de partir por completo. Eu fui o lugar onde você sentia sem precisar decidir. Você foi o lugar onde eu esperava sem poder avançar. Um amor clandestino não por traição apenas, mas por existir fora do tempo certo, fora da coragem necessária.

E ainda assim, isso não me diminui. Nem te transforma em vilã. Mas nos impede de seguir.

Porque há amores que não adoecem por falta de afeto, e sim por falta de destino. Eles não morrem... suspendem. Ficam pairando como uma música bonita demais para ser interrompida, mas dolorosa demais para ser repetida.

Talvez seja isso que fomos: um amor real demais para ser esquecido, e impossível demais para ser vivido. E amar assim é belo, mas ninguém mora no abismo.

Não há nada de errado na saudade, na flor, no silêncio e na dor. O erro está na ausência do meu amor.

⁠Tenho a mania mais deliciosa que há: ouvir músicas. Ao escutar uma música, sinto-a adentrar em mim, chegando até a minha alma e me abraçando por dentro, oferecendo seu ombro quando estou triste. A sensação é maravilhosa, aliviando o meu estresse e trazendo sorrisos aos meus lábios. Realmente, a música é uma das minhas companheiras que mais amo!

Hesitar e continuar

Há vezes em que certas mensagens pulam na tela do meu celular com certo afronto, e consigo distinguir que algo errado e triste está acontecendo do outro lado. Mas, em outras ocasiões, percebo uma mudança lenta, porém certeira. Não sei bem explicar, mas sinto, ao ler algumas mensagens — como a de hoje — que as palavras saltitavam, e as grafias sorriam com alegrias constantes e explícitas em cada curva dos parágrafos. Em cada esquina dos pontos e nos caminhos, os semáforos pareciam reticências, onde hesitar e continuar andavam de mãos dadas.

Há mulheres que são beleza,
e há aquelas que a ultrapassam.
Tu és dessas:
suplantada de tanta formosura
que até o olhar se rende em silêncio.
Teus olhos não pedem atenção,
eles tomam o coração com delicadeza.
Teu sorriso não nasce nos lábios,
começa na alma
e termina em quem te contempla.
Não és feita apenas de traços,
mas de instantes que ficam,
de presença que aquece,
de um encanto que não se explica.
Se a beleza fosse passageira,
tu serias permanência.
E se a poesia tivesse corpo,
certamente teria o teu nome.

A ORIGEM DA TUA PRÓPRIA LUZ

Quando o Coração Aprende a Amanhecer

Há caminhos que ninguém pode trilhar por você.
E não é castigo — é bênção.
Porque é nesses caminhos silenciosos que a alma aprende a conversar consigo mesma.

Quando a gente finalmente escuta o próprio coração, percebe que ele sempre tentou avisar:
“Eu também preciso de cuidado.”

O amor próprio não nasce de gritos nem de vitórias grandiosas.
Ele brota devagar, igual grama depois da chuva.
É um carinho que você dá pra si mesmo no dia em que ninguém deu.
É o jeito que você decide se olhar com respeito, mesmo quando o mundo disse que não valia tanto assim.

Quem aprende a se amar, aprende a se erguer.

Você não precisa ser perfeito pra ser digno.
Perfeição é fantasia cansativa.
O que transforma é honestidade interna.
Dizer pra si:
“Tá difícil… mas eu ainda tô aqui. E isso já é vitória.”

O amor próprio é fogo lento.
É o tipo de chama que não invade, não explode — mas ilumina.
Uma luz calma, profunda, que vai ocupando o peito até você perceber que sempre teve um lar dentro de si.

Quem se escolhe primeiro nunca fica por último.

Respeito próprio é o irmão mais velho do amor próprio.
Ele te puxa pelo braço quando você insiste em ficar onde não merece estar.
Ele diz:
“Vamos embora. Não precisa aceitar migalhas. Você é banquete.”

E quando esse respeito vira hábito, a vida começa a te tratar do jeito que você se trata.

A alma não quer aplausos.
A alma quer descanso.
Quer paz deitada no colo do próprio valor.
Quer silêncio que cura.
Quer espaço pra florescer sem pedir permissão.

Quando você aprende a se amar, até o espelho começa a te olhar com mais carinho.

Algumas dores não são inimigas — são professoras.
Elas mostram onde a gente precisa se abraçar mais.
Mostram onde ainda falta luz.
E mostram, principalmente,
que todo ser humano carrega um universo inteiro dentro do peito.

E quando esse universo desperta…
ninguém segura a tua luz.