Ha como eu Queria q ela Soubesse
Há quem tente reduzir você ao pó das ofensas, às pedras lançadas em silêncio ou aos pesos invisíveis que o mundo insiste em colocar sobre seus ombros. Mas o que muitos não percebem é que você não é feita para quebrar — você é feita para renascer.
Cada fragmento lançado contra você, cada resto de dor, cada palavra que queria te diminuir… você recolheu. Não como quem junta cacos de derrota, mas como quem encontra tesouros escondidos na poeira. Com paciência e coragem, costurou tudo junto, transformando ferida em arte, ruína em alicerce, desprezo em asas.
E hoje, essas asas carregam a marca da superação. Não são frágeis, nem transparentes. São densas, firmes, bordadas pelas cicatrizes que provam a sua história. Elas não nasceram de um privilégio, nasceram da guerra — e é por isso que ninguém pode arrancá-las de você.
A Graça(Liberdade Total) de Cristo não há mais chances pelo Sheol(Inferno) de reviver os erros, ou é inexistência eterna ou descanso eterno, não há mais possibilidade de consertar os erros no Sheol.
Há o momento do intervalo, da interrupção para o assombro, e o instante da ação, da decisão efetiva, titubear pode ser fatal, tarde demais. Às vezes, a vida nos pede que sejamos como um atirador de facas!
Olhos enferrujados
Há quem pense e acredite piamente que o passado é roupa que se deve customizar: com remendos, bordados e até estilização em pérolas.
Não! O passado não foi sequer estação, quiçá abrigo. Lá, onde mora a tua memória hoje, é apenas lembrança do que restou do teu velho eu, deteriorado pela frustração de ter acreditado que tudo dura para sempre.
Das ruínas da tua carne — efêmera e cruel por te fazer acreditar na formosura material e na ferrugem do ouro que fez brilhar os teus olhos, hoje cansados de esperar —, iludidos com a beleza que te acariciava como quem te quisesse bem.
Tempo, senhor das descobertas que, durante um longo período, foram encobertas pelo teu ego, teu medo e a tua vilania — que até hoje insiste em acreditar e se perder nas ilusões da matéria.
Mari Machado
Se um dia você se encontrar com a morte, antes pergunte a si mesmo se ainda está vivo.
Há aqueles que já morreram por dentro, mas caminham sem saber;
perderam o brilho, o sonho, o sentido.
Estar vivo é mais que respirar:
é sentir a alma acesa, ainda que o corpo carregue sombras.
Há afetos que não se repetem.
Sentimentos que só vestem um nome, uma memória,
um instante eterno.
É quando o coração sussurra o que nenhuma palavra
explica.
Há um engano recorrente: acreditar que as próprias dores são montanhas enquanto as dores alheias não passam de colinas. Trata-se de ilusão forjada pelo claustro da mente, que amplia o que arde por dentro e minimiza o incêndio do outro. Cada ser caminha carregando cataclismos invisíveis, e nenhum sofrimento é pequeno para quem o atravessa. Quando essa verdade finalmente se impõe, nasce uma humildade funda: percebe-se que ninguém é o centro da tragédia universal — apenas parte de um coro silencioso que tenta, a seu modo, sobreviver ao labirinto.
Há noites em que o silêncio pesa mais que qualquer palavra, mas é justamente nesse peso que a alma revela sua costura secreta. Nada no ser é inteiro: vive-se de remendos, pontos mal dados, cicatrizes que desejam poesia. E, quando a consciência aceita essa imperfeição como identidade, algo raro acontece — a dor deixa de ser inimiga e passa a ser a parte do ser que mais sabe a verdade sobre ele.
Há um sussurro que só se escuta quando tudo parece perdido: não vem de fora, mas do porão mais antigo da consciência, onde repousa o fragmento que nunca se partiu. Ele diz que o caos é apenas o modo da alma lembrar ao ser que ainda há territórios inexplorados. E, ao atender esse chamado, descobre-se que nenhum desespero é definitivo, porque todo abismo, quando olhado com coragem, revela uma escada esculpida na própria escuridão.
Há momentos em que o mundo parece ruir, mas, na verdade, apenas rearranja as paredes internas para que a alma possa caminhar em novas direções. Nada desaba por acaso: cada rachadura é uma frase que o inconsciente escreve para obrigar o ser a mudar de andar. E quem compreende esse idioma secreto deixa de temer o colapso — passa a tratá-lo como arquitetura do renascimento.
Não há um desejo em nós de querer mudar o mundo, mas requalificar os nossos pensamentos para um Novo Caminho...
Há pessoas que carregam uma doença silenciosa: a mentira. Não sentem dor por mentir, mas causam dor em quem acredita.
FORMIGARRA
Assim, sem alarde
Cantando o labor
Alivia e reforça
Suor há na roça
Exercício da alma
Não reclama e acalma
Suplica mais força
E não menos peso
Pensamento coeso
Sopesa necessidade
Ecoa bondade
Na força e não forca
Trabalha em ti
Conjugando harmonias
Com mais sincronia
Formiga e Cigarra
Trabalho e Fanfarra
Mais úteis que nunca
Sem nenhuma vaidade
Ou graus de importância
Una ambulância
Socorro conjunto
Ao bem da Verdade
Cumplicidade!
No fim da estrada há o terminal de carga e descarga, distribui-se o que acumulou e recolhe-se o que se distribuiu.
O combustível que o faz vivo entra em escassez vagarosamente e...... Não há fortuna que o possa compra-lo.
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