Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Não há ninguém, absolutamente ninguém, que não seja amado.

Sem comunhão, no partilhar do pão na mesa... Não há relacionamento saudável.

O bem-me-quer e o mal-me-quer convivem juntos
nas pétalas de uma rosa.
Ao final do jogo,
só há um vencedor...

O maior perdedor é própria rosa,

que deixa de ser flôr.


clêibeR Otoni

Há momento na vida que o homem, o vi sem perceber a importância que o mesmo tem, porque ele nao aprendeu a enxergar o valor que há no viver em momentos que para maioria das pessoas é apenas uma rotina.

Mesmo que a grana seja pouca e a conta bancária esteja vazia, há em mim a alegria em ter o pão de cada dia todos os dias.

Há coisas que estão ao meu alcance e que posso realizar, mas há outras que só Deus pode fazer e resolver. Não sou capaz de abrir o mar, paralisar o mundo ou fazer um paralítico andar. As coisas impossíveis só acontecem com a determinação Dele. Mesmo no que consigo, sou fraco, pois o ser humano é fraco. Mas o que Deus faz é perfeito e sem erro. Por isso, para tudo que formos fazer, devemos pedir a permissão Dele.

Há marcas no passado, mas é a graça quem assina tua nova identidade.

Mulher preta não está só. Há um quilombo inteiro ancestral em cada passo da trajetória. Há um mar inteiro em cada sonho que se mantem vivo.

Sobre o Peso Invisível Que Habita os Ombros Mesmo Quando o Mundo Sorri


Há um lugar dentro de mim
onde os passos não se repetem,
mas continuam a ecoar,
como se cada som fosse a lembrança
de algo que nunca aconteceu.


A solidão não chegou como tempestade,
nem como rajada de vento
foi se infiltrando
nas frestas mais estreitas
da minha rotina,
ocupando o ar sem pedir licença,
até que respirar e tê-la perto
se tornaram a mesma coisa.


No princípio, imaginei que fosse ausência,
um buraco a ser tapado
com conversas, música,
ou o simples ruído de outros corpos passando.
Mas havia nela
uma densidade particular,
uma matéria invisível
que parecia moldar o contorno
de tudo o que me cercava.


Aprendi que a solidão não é
o silêncio ao redor,
mas o peso dentro,
uma pedra colocada onde antes
morava o impulso de chamar alguém pelo nome.


Ela é paciente,
ensina que o mundo se move
sem precisar de testemunhas,
que a respiração pode ser
a única prova
de que ainda se existe.


Falar comigo mesmo
deixou de ser confissão
e se tornou um rito
um pacto que mantém
o frágil edifício da mente
de pé no meio da madrugada.


Alguns dias ela me prende,
como corda atada à cintura,
puxando para um fundo que não se vê.
Outros, se espalha
como luz pálida sobre campos vazios,
onde cada passo que já dei
parece ter sido apagado pelo vento.


E sem despedidas,
permanece:
invisível,
inseparável,
uma presença imóvel
que me habita
com a mesma intensidade
com que o sangue habita as veias.

Onde há muito amor, há também muito progresso!

Lá, onde o silêncio ecoa,

a voz do tempo que voa.




Não há pressa, nem saudade,

nem há prisões da vaidade.




de um eco em terra de ninguém,

a sombra do hoje que se tem.

Mero Pensador...

Nos dias de chuva, há sempre um olhar
perdido à janela. A vida, lá fora, segue
seu ritmo cinzento, mas, por dentro, o
silêncio é a única voz. É o momento em
que a alma chora sem fazer barulho, e
a chuva apenas lava o que já está
quebrado.

FILHO DO PARÁ



“Ó Pará, há tempos que vim de lá.

Deixei a solidão conduzir-me o coração,

como tua estrela solitária,

que exerce autonomia.

Recordo-me de que de ti herdei a cidadania.

De verdade, eu sou de lá,

da terra do Norte quente,

e tenho apreço por essa gente,

que, em festa, muito contente,

vem hoje se declarar:

eu te amo, meu Pará!

Pois, sou teu filho, sou guerreiro,

sou paraense, brasileiro!”

Tasselo Brelaz

Vivo em minha casa há anos, mas apenas hoje percebi o quão alto é o teto da minha cozinha. Antes, estava ocupado demais tentando ser feliz para ser capaz de notar isso. Agora, caminho, como um morto-vivo, pelos cômodos, perdido em pensamentos deprimentes, e desenvolvo novas perspectivas sobre a realidade que eu sempre estive vivendo. Uma dádiva ou mau agouro? Meu renascer está próximo ou seria esse o aviso prévio do fim da minha existência miserável?

Entre o Coração e o Vazio


Há um abismo entre a boca e o coração,
um espaço onde os sons nascem e morrem
antes de alcançar o ar.
A língua repousa como um animal adormecido,
com medo de morder a própria carne.


Ele caminha entre rostos como quem atravessa um campo minado,
sabendo que cada gesto pode ser a explosão
que revelará a dor que carrega.
Prefere a distância à confissão,
prefere o eco vazio ao risco de ser visto.


As noites tornam-se longas
quando se guarda demais.
Os pensamentos crescem como raízes cegas,
procurando saída por frestas
que nunca se abrem.


O corpo aprende a calar antes da mente decidir,
uma disciplina antiga, quase cruel,
como um monge que jejua até esquecer o sabor.
O coração se torna um cofre de ferro,
sem chave e sem promessa de resgate.


Há uma ciência amarga em fingir normalidade,
em sorrir como se nada fosse urgente.
A arte de sobreviver está em parecer intocado,
mesmo quando por dentro
a própria alma se despedaça em silêncio.


Afastar-se é mais fácil do que explicar.
A ausência não exige justificativa,
apenas se instala como neblina,
apaga contornos
e esconde o que nunca foi dito.


Mas o que se evita pesa.
É um fardo que se acumula nos ombros,
uma sombra que cresce e acompanha os passos,
lembrando que todo silêncio é também
um grito sufocado.


O funeral acontece sob um céu pesado,
o cheiro de flores murchas e terra úmida
envolve os que choram com um peso invisível.
Ele observa de longe, sem se aproximar,
como se a morte fosse apenas mais um lugar
de onde é melhor se manter distante.


O caixão desce lentamente,
e todos ao redor murmuram despedidas
que ele jamais conseguiria dizer.
Os sinos soam como o eco de tudo que ficou preso,
e naquele instante,
ele percebe que enterra junto o que nunca teve coragem de oferecer.


Ele caminha sozinho pela rua deserta,
o corpo frio como pedra,
e pela primeira vez entende que não é o mundo que o abandona,
é ele que se abandona ao vazio
até que o próprio coração pare de chamar por socorro.

Aprendi que:


Idade não é sinônimo de maturidade


Não há nada mais baixo que o EGO


Saiba delegar tarefas, você não vai resolver tudo sozinho


ATITUDES falam MAIS que palavras.


Seja humilde, pois qualquer pessoa pode te ensinar algo


Perdoou, não volte a tocar no assunto ( pare de ruminar)


Quem ganha mais é quem divide, não quem quer tudo para si.

Aprendi que:


Idade não é sinônimo de maturidade


Não há nada mais baixo que o EGO


Saiba delegar tarefas, você não vai resolver tudo sozinho


ATITUDES falam MAIS que palavras.


Seja humilde, pois qualquer pessoa pode te ensinar algo


Perdoou, não volte a tocar no assunto ( pare de ruminar)


Quem ganha mais é quem divide, não quem quer tudo para si.

⁠Aprendi que:


Idade não é sinônimo de maturidade


Não há nada mais baixo que o EGO


Saiba delegar tarefas, você não vai resolver tudo sozinho


ATITUDES falam MAIS que palavras

⁠Aprendi que:


Idade não é sinônimo de maturidade


Não há nada mais baixo que o EGO


Saiba delegar tarefas, você não vai resolver tudo sozinho


ATITUDE falam MAIS que palavras

Há coisas que Deus abomina e entre elas está a língua mentirosa a *testemunha falsa* e *quem semeia contenda entre irmãos*


A calúnia não é apenas uma injustiça humana. É uma afronta espiritual.
E quem vive disso, não herda o Reino de Deus.


Você pode até tentar manchar minha imagem.
Pode inventar histórias, distorcer fatos, espalhar mentiras.
Mas eu não preciso me defender com gritos.
Porque a verdade tem voz própria.
E Deus é meu juiz.


Jesus já nos alertou:
_"Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque grande é o vosso galardão nos céus."_ (Mateus 5:11-12)


Não é sobre vingança.
É sobre permanecer firme.
É sobre usar a língua para *edificar*, não para destruir.
É sobre não retribuir mal com mal, mas deixar que Deus cuide do que é Dele.


Eu não sou obrigado a aceitar o que me fere.
Não sou obrigado a corresponder ao que não me faz bem.
E não sou obrigado a carregar rótulos que não me pertencem.


A mentira pode correr solta por um tempo.
Mas a verdade…
Ela sempre chega.
E quando chegar, vai calar.