Ha como eu Queria q ela Soubesse
um minuto, um beijo, ele te prende e te segura, diz a ela não te deixarei escapar
ela suspira e não responde, apenas sentindo o calor da sua voz sussurando no ouvido
ele a sente mais próxima, mais quente mais fervorosa, ela ainda continua em silêncio
uma mão um toque, um arrepio - ela suspira
ele ri, ri baixinho ela se envergonha, um minuto ela olha vidros embaçados
é hora de ir, posteriormente o encontro não acaba ali
logo mais haveria um novo começo
{...} ela deleita nos ombros, ele não a deixa quieta, ela pede uma pausa
ele não lhe da ouvidos, a ignora... surge o beijo, novamente o encontro entre os corpos,
ouve-se um ruído, CUIDADO pode ser alguém... tudo para ela murmura
ele a deixa e vai espiar, ela se deleita ele ainda provoca, ela sente calafrios, ainda não é hora!
compreenssão, e mais suspiros
a respiração acelera, ouve-se quase apenas a respiração e os suspiros, tudo fica em silêncio, o enlace entre os dois seres toma um rumo, não um rumo direto na verdade...
ele a prende novamente, ela se nega ...
uma fala, outro beijo e tudo recomeçará de novo (?)
E se no fim das contas ela estiver freneticamente louca? Chego quase a desejar ter ído visitar o Chapeleiro!
Nunca deixe ninguém mudar a sua opinião, mesmo que você ache ela idiota, se não quem será o idiota é você!
Não existe um motivo para explicar, por que passamos por determinadas situações difíceis na vida;Elas simplesmente acontecem e ponto.
Amo tanto uma pessoa, mas não posso estar ao lado dela. Pertencemos a dois mundos diferentes. Ela é perfeita, cada gesto que faz me encanta, sua voz aveludada me fascina, sua boca quero beijar, sentir o sabor de seu beijo, mas o destino não quis que ficássemos juntos. Destino que eu abomino, triste destino de não poder estar ao seu lado.
Um dia você bateu em minha porta...
a porta se abriu...
e com ela deixei saír o amor que sentia por você !!!
E cedo ela descobriu que eram apenas bobagens,
que toda adolescente um dia passa...
E sorrindo releu as saudosas páginas do seu diário
Dias em observação
Ela veio cheirosa e molhada, desfilou por um erro em mesas próximas e caiu bem na minha frente. Foi em um castelo medieval que voltei a comer carne, eu estava com meu modelito princesa mas tinha fome de besta. No princípio, enchi a boca com uma culpa tão vulgar que me fez gostar ainda mais de dançar com seus restos pelo sangue do prato.
Ele parece alto num primeiro momento, mas se você olhar direito, tem o charme cafajeste de quem vê o mundo mais de baixo. Não tem jeito aquela boca cortada, seus olhos são de uma profundidade quase cansada. Vai saber o que ele tem, nem ele sabe. Mas tem. Nem posso dizer que tentei evitar, pois já descobri que se você evitar a vida, ela acontece do mesmo jeito. Foi assim que inaugurei já de partida o maior quarto do mundo. Depois que a gente brincou de milionários na suíte de mil euros por dia, roncamos como pobres alcoolizados. Ele de vinho da casa, eu de esquecimento da casa. Emprestamos o romance de nossas mentes criativas para brindar o momento, só mesmo amigos poderiam se dar a esse luxo. No dia seguinte, para que nem a gente desconfiasse de nada, voltamos a nos tratar como irmãos adolescentes que se odeiam.
Foi quando descobri a cama de casal com vista para os canhões de Napoleão que me dei conta que estava completamente sozinha. Por um instante quis sentir falta de alguém, mas não consegui me lembrar de ninguém. Por outro instante quis inventar uma pessoa, mas eu era tão de verdade naquele momento que me faltou capacidade para ser enganada. Na cidade mais romântica do mundo amei meu medo, meu quarto, minha cama, meu banheiro, minha coragem, minhas próximas horas pelo resto da vida, minha quase morte que agora me enchia de novidades, meu silêncio, a extensão do meu pânico curioso que iluminava toda a cidade, minha tranquilidade madura, toda a bagunça da minha cabeça. Sim, a garotinha magrinha, branquelinha, assustada, sensível, cheia de ódios, cheias de erros e cheia de si, agora apenas recomeçava no corpo de uma mulher invisível. Amei que o mundo estava em festa e meu convite dava direito apenas a uma pessoa.
Só me restava mais uma hora e decidi correr futilmente por todas as salas até que o encontrasse. As pontes borradas, instantâneas e floridas me emocionaram mas não me fizeram desistir da busca, as bailarinas tomaram alguns segundos do meu tempo, Lautrec mereceu minutos. Nos quarenta e cinco do único tempo, ele apareceu, por um desses mistérios da vida a sala estava vazia e eu pude ficar bem de frente e chorar como uma criança. O quarto de Van Gogh, que antes era uma cópia barata em cima da cama do meu primeiro grande amor, agora era autêntico e só meu. Os grandes amores são assim mesmo, eles nos dão o caminho da emoção, mas os sentimentos de verdade são apenas nossos, ninguém copia, ninguém leva, ninguém divide.
Quem diria meu vestido de bolinhas e rendas no meio de tantas calças Diesel e garotas que se chamam e pensam no diminutivo. O homem mais lindo do mundo não sabe terminar uma frase sem espremer o cérebro e cuspir carne com o carro em movimento. A garota mais linda do mundo só sabe sorrir se for ganhar alguma coisa em troca.
Elas torcem para namorar os jogadores do “Barça” e são, em suas cabeças brilhantes de tinta, as primeiras damas da cidade. Eles deixam o cabelo crescer, abrem a camisa até metade do peito e torcem para que alguém os ache bacana, assim, eles realmente podem ser bacanas. Não, ninguém trabalha, estuda ou sabe o que quer da vida. Ainda assim, seus passos são infinitamente mais duros e rápidos que os meus. São passos que de tanto ensaiar para não cair do salto, sempre disfarçam a longa queda. Elas empinam o queixo maquiado, o peito siliconado, a bunda etiquetada e a alma oprimida. Elas sabem de cor os hits do verão europeu, assim como qualquer animal enjaulado dentro de um circo que sintoniza a Jovem Pan.
Elas têm a cor do verão, a roupa da moda, o namorado que a amiga queria, os amigos que interessam, a alegria de um remédio, a paz de uma ressaca.
Eles não sabem fugir para o lugar sagrado do peito, eles não sabem dormir num lençol branco e puro e sonhar com tudo o que é bom na vida, eles não sabem abraçar um amigo de verdade e encontrar um grande amor. Mas nada disso importa, as drogas estão aí justamente porque tudo isso cabe na palma da mão, assim como o dinheiro que os pais continuam mandando. São todos tão lindos mas estão todos tão mortos. Uma linda morte em série porque até para morrer eles precisam andar juntos. Isso me lembra a frase “todo animal fraco anda em bando”.
A lata de lixo piscou pra mim, me convidando a descarregar a porra do papelzinho amassado ali mesmo e, finalmente, respirar um pouco. Nele eu tinha escrito todas as dicas de ruas, cantos, esquinas, museus, restaurantes, parques, cidades, obras e pessoas que eu queria ver pelos próximos infinitos e curtos dias. Chega, lancei longe a obrigação já conhecida e castradora de ser feliz e descansei meu vazio preenchedor num centro qualquer de um bairro sem nome.
Duas crianças me olharam, o Sol fez um triângulo entre meus pés cansados e os pés em nuvens daquelas crianças. Um velho começou a tocar violino, eu lembrei que naquela brincadeira de pensar que instrumento musical a gente seria, eu sempre quis ser um violino. Tinha a alma aguda, triste, fina, rasgada no limite da beleza.
Uma motoca passou gritando que a Argentina tinha perdido, um negro de cueca preta posou imperial e gritou por gritar de alegria, melancolia, vazio, calor e eterna bebedeira. Minha máquina comprada no museu do Picasso, em homenagem a fase azul do artista, tirou lindas fotos azuis daquelas crianças entre o nosso triângulo perfeito e o resto todo que nos circulava.
De dentro do restaurante a mulher que eu nunca seria alimentava metros e metros de pernas com muito presunto e olhares de porcos. Ela era mais forte que o calor, que a sensibilidades das tripas, que a vida que acaba, que o amor que não existe. Ela nem pensa em nada disso, apenas cruza as pernas, come presunto e alimenta quem por causa dela sobrevive mais um minuto sem ser o centro do mundo. Tudo bem, eu preciso dela para ser estranha, ela precisa de mim para virar poesia.
Uma caixa de Lindt para não morrer com a falta que me faz o feijão, uma espirrada de mel e própolis para não sufocar com tanto mundo além do meu mundinho, um simples botão atrás da cama e o Mediterrâneo me engole para que eu nunca mais chore de saudades da pequena prainha que ficava ao lado da casa, um gol sem marcação e meu país chora bem longe de mim, choro também, mas só por estar longe. Um choro de emoção.
Um euro e eu ganho um manto verde para cobrir meu vestido decotado e comprado nas “rebaijas”, agora posso entrar na igreja e rezar um pai nosso, sem nem saber direito o que pedir, parece que tenho tudo. Só agradeço.
Um casal de mãos dadas quase teve pena de mim, depois sorriu de reconhecimento, afinal, eu era parte deles e eles eram parte de mim. Caralho, eu pensei com saudades de falar um bom palavrão na minha língua: eu agora era do mundo e o mundo era meu!
Ansiedade é derivada da insegurança pelo futuro, produzindo forte pressão no presente. Ela altera a sua percepção da realidade, distorcendo os seus diagnósticos. Diante de diagnósticos errados, os remédios serão ineficazes!
Lá está ela novamente, tentando sorrir enquanto chora... Chorar enquanto sorri. Ela gosta da dor que com ela vive, mas gosta do prazer de uma risada sem fim.
Melhor triste com a verdade...
Que feliz com a ilusão...
A verdade por mais amarga ela sempre lhe trará portas pra um novo começo...
A felicidade ilusória sempre temerá um fim!
“Menina dos meus olhos”
Ela me deixa extasiado,
Tira-me do serio,
Faz de mim seu escravo,
Com ela fico aéreo.
Seu jeito de me tocar,
De falar que me ama,
De como me faz flutuar,
Quando me leva pra cama.
Ela é meu ponto fraco
Sabe o que fazer pra me vencer
É a menina dos meus olhos,
Ela sabe fazer para acontecer.
Eu a chamo minha vida
Meu amor do coração
Ela é minha Rochelle querida.
Ela é minha estrela, é minha constelação.
02/09/2010
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