Ha como eu Queria q ela Soubesse
♥Ela chorava. Ele ria... Ela falava. Ele não ouvia... Ela sofria. Ele nem ligava... Ele mentia. Ela acreditava... Ela o esperava. Ele não voltava... Ela sorria. Ele ria dela... Ela queria coisa seria. Ele so queria se divertir... Ela acreditava em tudo o que ele dizia. Ele dizia o mesmo para todas... Ela o queria para sempre. Ele só queria ela por um momento... Ela falava eu te amo. Ele apenas sorria e respondia da boca pra fora... Ela procurava o principe. Ele procurava a próxima. Ela o queria. Ele queria mais uma... Ela ficava por conteúdo e sentimentos. Ele ficava por quantidade... Ele descobriu que ela era ÚNICA!... Ela descobriu que ele era apenas * MAIS UM *...♥
Harmonia e Amor
Se você observar a natureza,
verá que ela despende o mínimo
de esforço em seu funcionamento.
A grama não se esforça para crescer,
apenas cresce.
O peixe não se esforça para nadar,
apenas nada.
As flores não se esforçam para abrir,
apenas desabrocham.
Os pássaros não tentam voar,
apenas voam...
Essa é a natureza intrínseca.
A terra não se esforça para girar sobre o seu eixo;
é próprio de sua natureza girar sobre o seu eixo.
É próprio de sua natureza girar a uma velocidade estonteante e rolar pelo espaço.
É da natureza dos bebês o estado de graça.
É da natureza do Sol brilhar.
É da natureza das Estrelas piscar e reluzir.
E é da natureza Humana
materializar seus seus sonhos...
E quando seus atos são movidos pelo amor,
não há perda de tempo,
de energia e de esforço.
Ao contrário, tudo se multiplica e acumula.
Temos nossa grandeza!
Libere-se para vislumbrar a verdadeira
grandeza do Universo:
Sorria! Ame! Sinta-se Feliz! Aceite-se!
Permita-se!
Não é preciso se preocupar com a morte! Ela é garantida e ninguém vai ser bobo de querer roubá-la da gente...
Os olhos de Ruth Cardoso
Soube com tristeza, pela televisão, da morte de Ruth Cardoso. Ela sempre transmitiu uma grande distinção e serenidade em suas aparições públicas, e quem a conheceu pessoalmente creio que também tinha a mesma impressão.
Os comentaristas acentuam o seu papel na criação do Comunidade Solidária, assunto que nunca acompanhei direito. De qualquer modo, ela foi muito mais do que uma “primeira-dama” (termo que detestava) ao lado do presidente, mas parecia ao mesmo tempo estar constantemente ao lado de Fernando Henrique e no seu espaço próprio, independente.
Para levar este post a um extremo de subjetividade, acho que havia algo muito próprio no olhar de Ruth Cardoso, e no seu tom de voz: ela parecia encarar os entrevistadores, as câmeras, não sei se com bondade, mas certamente com compreensão; não uma compreensão intelectual, ou política, mas compreensão humana mesmo. Atrás dos óculos grandes, os olhos escuros diminuíam um pouco, mas tinham algo de doce, sem ser sedutor: eu sentia certo conforto ao vê-los, mesmo na TV. Tinham, sei que a palavra é estranha, uma grande maciez.
Talvez eu imagine o quanto de compreensão, de perdão mesmo, ela teve de ter com Fernando Henrique ao longo da vida. Mas quantas mulheres não acabam desenvolvendo esse traço de caráter? Acostumam-se, quando não brigam de vez, a encarar o marido como uma espécie de menino crescido, que de vez em quando chega arranhado das brigas de rua, e se entrega fanaticamente à sua coleção de bolinhas de gude...
Mas é claro que, sendo intelectual, professora, e tendo vivido durante o nascimento e o apogeu do feminismo, ela soube viver a própria vida, sem a passividade das antigas esposas de presidentes, de homens de negócios etc.
Foi um fator muito importante para que ela não fosse uma deslumbrada com o poder. Imagino também que sabia, desde moça, que Fernando Henrique haveria de ser presidente (dizem que ele tinha certeza disso já na juventude). Sem deslumbramento nem arrogância, Ruth Cardoso mostrou, sobretudo, que na simplicidade está o segredo da distinção.
sempre que ocorre uma redução de uma capacidade física, ela parece ter chegado antes da hora. espere essa reação. ao se preparar mentalmente para ela, talvez você possa amenizar seu impácto.
A crueldade do amor...
Ela é cruel!
Ela sufoca,maxuca, te afoga em você mesmo!
Te deixa sozinho,se sentindo a pior pessoa do mundo!
E mesmo que você esteja sercado de pessoas...
Aquele vão em seu coração vai te esganar com todas as forças,vai te sufocar...
Até você ficar sem ar...
Acreditando que a morte é a melhor saida!!!
É!A saudade pode se pior do que se imagina...
Mas o sofrimento que ela causa tambem vai lhe mostrar coisas boas!!!
Vai te mostrar seu verdadeiro amigo...
Eli vai te olhar nos olhos,te dar um sorriso e te estender a mão...
Vai te tirar da escuridão e te mostrar a luz...
Pois na luz,encontramos os anjos...
Que não são aqueles com azas e auréulas!
São pessoas!que pelo simples fato de se importarem com você,e demonstrarem isso a você!
Você vai melhorar...
Vai sair da escuridão e começar a sorrir!!
E isso vai fazer toda a diferença!!!
Pois quando sorrimos para os outros...
Ganhamos sorrisos como recompensa!!!
E ela?
Que tanto maxucou e fez sofrer.
Que tanto sufocou e nos tirou o ar!!!
Se tornou lembrança de um passado bom,feliz...
E hoji!Não maxuca mais!!!
Se tornou um exemplo!
Para que erros não sejam novamente cometidos...
Para que acertos continuem a ser repetidos!!!
Para mostrar que uma moeda sempre tem dois lados...
Um lado bom!!!
E um outro lado nem tão bom assim,mas muito necessário!!!
Ela volta?
Volta sim!
E por mais que você já a conheça,ela vai te maxucar novamente...
mas você será forte!
Vai lutar!
E por mais que você lute,só vencerá,quando um anjo encontrar!!
E a eli se entregar!!!
Mas nunca esqueça!
Que o pra sempre,sempre acaba!
E ela vai voltar novamente,quer você queira,quer não!!
Mas saiba que um sorriso pode ser um novo caminho,para reencontrar a luz!!!
Depois que a conheci, nunca mais vou ficar sozinho.
Pois, mesmo quando ela não estiver mais aki dentro de mim,
alem do padre e do coveiro em volta, perto de mim estarão os parentes.
Em uma manhã fria e calma, Anne decide fazer um passeio. Algo que ela nunca poderia imaginar que mudaria sua vida. Ela era uma garota na maioria das vezes calma, nem sempre feliz, porém ouvinte. Não duvidava de nada, porém também não afirmava. Na vida tinha apenas um desejo: construir uma família.
E então ela foi, passando primeiro por uma praça a qual lhe trazia muitas lembranças. O passado a atormentava, mas nada iria impedi-la de fazer seu passeio, estava determinada. Decidira ir a uma floresta, que ficava perto de sua casa, a poucos metros da praça.
Na verdade, Anne nunca tinha visitado esta floresta, estava ansiosa, desejava conhecer. Ela a imaginava da seguinte forma: um lugar calmo, porém obscuro; com muitas árvores grandes; frio. Um ótimo lugar para refletir sobre sua trajetória, sobre tudo o que vivera até este dia.
E indo, ela então se depara com uma ave. Ao olhá-la, Anne sentiu algo inesperado, uma sensação única, a qual nunca havia sentido, mas gostaria de aprofundar, entrar no clima, entender a causa do sentimento. Ela então pegou a ave, acariciando-a, desejando entende-la, afinal qual ser humano algum dia se passou por uma ave ou soube seus reais sentimentos. Anne chegou a uma conclusão, aquela ave faria parte de seu passeio, a acompanharia.
Ela continuou caminhando, levando consigo a ave. Finalmente chega a floresta, um lugar exatamente como tivera imaginado, porém havia algo que o diferenciava de sua imaginação. Era perfeito, mas tinha algo. E não importava o que poderia acontecer, Anne descobriria o que diferenciava aquele lugar.
Então ela seguiu em frente, adentrando à floresta. Até que chegado num ponto, a ave que se sentia segura com Anne, voou. Ela não sabia o porquê da ave ter feito isso, estava intrigada, mas não se importava tanto, estava acostumada com coisas, pessoas e animais indo e vindo em sua vida.
Ela então encontrou uma mesinha, no meio da floresta. Uma mesa com aparência de velha, porém resistente, mas fria. Ela foi verificar, olhar de perto. Sentou-se. Anne encontrara um lugar perfeito naquela floresta para refletir. Dali tinha uma visão magnífica, esplendorosa.
Pensou, pensou e pensou. O esperado é que ela chegasse a alguma conclusão sobre sua vida, mas não. Para isso, ela precisara olhar de fora, como era sua vida. Como isso no momento estava fora de cogitação, Anne ficou pensando em como poderia o fazer, chegou a uma conclusão. Ela poderia sim olhar sua vida de fora. E o melhor, de um modo muito fácil, que não prejudicaria ninguém.
Ela uniu o desejo ao local, gostaria de se tornar fria como aquela floresta, como aquela mesa. Desejar para ela foi o bastante. Ela deixou sua vida, seu sonho, seu emprego, seus parentes e seu amado. Ela conseguiu entender o motivo de sua vida e chegar a uma conclusão sobre ela. Mas pagou um bom preço. Algo que ela poderia ter esperado para saber, pois mais cedo ou mais tarde iria acontecer.
E então um simples passeio fez com que ela desaparecesse. E o que diferenciava aquela floresta, era seu corpo. Frio, pálido, morto.
A folhinha, finalmente, repousa sobre o chão.
De repente, não a percebo mais;
ela misturou-se aos infinitos outros
pontos amarelos do chão de outono...
entregou-se a seu inevitável destino de participar
do processo de transformação da natureza,
para um dia retornar em alguma paisagem,
como a lembrar-me que...
...a vida se move em ciclos
de fazer e desfazer,
que sentimentos arrefecem,
que ardentes paixões esfriam,
que toda glória é efêmera...
mas que os ciclos favorecem
o renascer da esperança -
– e esse, sim, é duradouro... é eterno
em todos os corações humanos...
Deus nos deu tanta riqueza
Terra, magia e beleza,
Pra cuidar do que ela tem...
Porque da mãe-Natureza,
Somos todos, com certeza,
Diletos filhos também
Antes de comprar uma casa velha com a intenção de reformá-la, lembre-se de que ela pertenceu um dia a alguém que desistiu de fazê-lo.
→ו ela que tem cara de insuportável, pose de metida e coração de criança. Ela é real. ela que vive com a cabeça na lua, com música nos ouvidos e coração na boca. Ela é gorda, magra, feia e bonita, da mesma forma e quando quer. Ela que tem defeitos e consegue ser perfeita, sabe-se La como. Só ela sabe. Ela não gosta do que vê, mas sorri pra quem a odeia. Ela não sabe disfarçar. Ela é humana. Ela é divertida até sozinha. Ela vai te amar até quando te odiar. Ela não sabe brigar. Ela é menina e mulher....
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