Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Um causo financeiro 💸


Ela tinha apenas 13 aninhos e precisava pagar uma conta na escola, eram algumas rifas da festa junina. 😳


Comentou com uma pessoa a respeito e a mesma disse que poderia emprestar o dinheiro, mas a conta não foi paga no período determinado. 😬


O tempo foi passando e aquela dívida nunca foi esquecida pela devedora. 🫣


Mais de 30 anos depois ela fez alguns cálculos, comparou o valor da época ao salário mínimo atual e chegou ao total de 50,00. ✅


Mandou entregar o dinheiro para a pessoa e somente depois explicou: "Esse dinheiro é o pagamento daquele empréstimo que fiz trinta anos atrás." 😌


"Como assim? Eu não lembro!" - A pessoa respondeu. 🤔


"Mas eu nunca esqueci." - A pagadora respondeu. 🤫


A duas riram muito depois. 😆


Obs.: Aquela menina de 13 anos era eu, e depois daquele dia dormi mais tranquila. (Kkkkkkkk)


Conclusão: Nunca é tarde para pagar uma conta. 🤣


Quem é a pessoa que recebeu o dinheiro? Ela existe?
Simmmm.


27/05/26

70 anos de Maria Eunice Ferreira da Silva (em memória) ❤️


Hoje, 70 ela faria
Caminhando persistente
Seus projetos seguiria


Hoje, com seu amado estaria
Eternamente companheiros
Um amor de primazia


Hoje, seus filhos abraçaria
Em união pela vida
E a família guiaria


Hoje, sete netos ela teria
Diria: “Amores de vó”
De carinho os cobriria


Hoje, os dez irmãos reuniria
Para diálogos e conselhos
Como sempre assim fazia


Hoje é o dia de Maria
Da Eunice, mãe, esposa
Que só nos trouxe alegria


Parabéns, mãe, pelos seus 70 anos! 💕


Tatiane da Silva Santos – 04/06/26 🌻

Aos que hoje estão no alto, convém lembrar: a roda da vida gira. E, quando ela gira, ninguém permanece para sempre no mesmo lugar.

A deusa da fotografia

Ela e a contradição entre a inocência e a malícia,
o olhar que cativa e a presença que parece uma obra de arte,

Tem na sua essência
os elementos clássicos da poesia romântica
e da literatura poética,
que explora o magnetismo de uma musa,

Esse teu dualismo
que mescla o angelical misturado ao provocante,
é o que muitas vezes constrói a figura de uma personagem enigmática e fascinante, feito você mulher semideusa!

Quando ela sorri

Um sorriso discreto que esconde segredos,

Passos leves que desarmam qualquer defesa.

O mero mortal se perde em seus enredos, e permanece rendido à força de sua sutil beleza ímpar!

"Ela e o mar, um encontro de astros. Felizes os afortunados que têm o privilégio de admirar tamanha beleza: ela, dourada de sol; e o mar, azul de felicidade."

"O Alinhamento de dos Astros"


Ela caminha onde a terra padece,
E o mundo, em silêncio, a assiste passar,
No instante sagrado em que o dia adormece,
Como um pacto entre ela e o mar.
Não é mero acaso de vento ou de areia,
É força antiga que o tempo criou,
O cosmos se curva, as suas curvas,
a maré incendeia, com o calor do seu íntimo tocando a água,
No encontro de astros que o chão testemunhou.
Felizes os poucos, os afortunados, que guardam nos olhos o dom de assistir a essa deusa em forma de mulher,
Como dois infinitos que, enamorados decidem no mesmo horizonte se fundir.
Ela, dourada de luz e de sol, carrega o calor que o próprio dia moldou.
O mar, vestido em azul de turquesa, transborda a alegria que ela espalhou ao deixar tocar intimamente,
A praia é o altar desse abraço divino, onde a espuma beija os pés da própria beleza,
quem vê de longe bendiz o destino, por ver tanta paz na mãe natureza, esculpida nessa mulher da fotografia!


Pedreiro Poeta Rústico

A Casa Vazia


Existe uma casa dentro de cada ser humano. Ela não tem endereço, não aparece nos mapas e não pode ser construída por outra pessoa. É feita de memória, silêncio, desejo e consciência. É o lugar onde a nossa voz ainda é nossa. Quando somos capazes de habitá-la, conhecemos seus corredores, sabemos onde guardamos nossas alegrias, onde escondemos nossos medos, quais portas evitamos abrir e quais janelas deixamos voltadas para o mundo. No centro dessa casa existe uma chama pequena e silenciosa. É ela que nos diz: “Você está aqui.”


O problema começa quando deixamos a porta aberta por tempo demais. Lá fora, o mundo não pede licença. Ele chama, acende luzes, oferece promessas, produz urgências, entrega desejos prontos e mostra vidas cuidadosamente enquadradas. E nós saímos. Primeiro por curiosidade, depois por desejo, depois por hábito, até que um dia percebemos que estamos há tanto tempo do lado de fora que já não lembramos como era estar em casa.


Não fomos expulsos. Essa talvez seja a parte mais difícil de admitir. Nós mesmos fomos nos afastando. Trocamos o silêncio pelo ruído, a presença pela distração, a experiência pelo espetáculo e a própria voz pelo eco das vozes alheias. Começamos a conhecer a vida de pessoas que nunca encontramos, a acompanhar histórias que não são nossas e a reagir a acontecimentos que não podemos tocar, enquanto alguma coisa dentro de nós espera, em silêncio, para ser percebida.


Os espelhos se multiplicam. As telas iluminam rostos, as comparações entram pelas janelas e os sucessos alheios tornam-se medidas para a nossa própria existência. Sem perceber, começamos a perguntar menos “Quem sou eu?” e cada vez mais “Como estou sendo visto?”. Parece uma mudança pequena, mas é profunda. Quando o olhar dos outros se transforma no nosso principal espelho, começamos a construir a própria identidade do lado de fora. E uma casa construída pelo olhar alheio nunca permanece verdadeiramente nossa.


Então precisamos de mais: mais reconhecimento, mais aprovação, mais intensidade, mais alguma coisa que faça silêncio dentro de nós. Quanto mais procuramos, porém, menos encontramos. A casa permanece vazia não porque não exista nada dentro dela, mas porque ninguém está lá para perceber.


O abandono de si não acontece de uma só vez. Ele acontece em pequenas ausências: quando ignoramos aquilo que sentimos, quando dizemos “está tudo bem” sabendo que não está, quando seguimos uma direção apenas porque todos estão seguindo, quando confundimos desejo com necessidade, quando nos distraímos para não pensar ou quando falamos tanto que já não conseguimos ouvir a própria voz. A poeira se acumula, não sobre os móveis, mas sobre a memória de quem somos.


Chega então um momento em que o silêncio assusta. Depois de tanto ruído, ficar sozinho consigo mesmo pode parecer entrar em uma casa abandonada. Mas talvez o silêncio não seja vazio. Talvez seja apenas o espaço onde aquilo que foi abafado finalmente pode ser ouvido.


É ali que começa o retorno. E o retorno não exige grandes gestos. Não precisa de espetáculo, de uma nova vida ou de uma nova versão de nós mesmos. Começa pequeno: sentar, respirar, escutar, perguntar e permanecer tempo suficiente para ouvir a resposta. “O que está acontecendo dentro de mim?” Talvez ela venha baixa, talvez confusa, talvez acompanhada de coisas que preferíamos não encontrar. Não importa. A casa precisa ser reaberta.


Um cômodo de cada vez. Uma lembrança, um sentimento, uma verdade, uma escolha, uma janela. Até que a luz volte a entrar.


E então descobrimos algo essencial: voltar para si não significa abandonar o mundo. Pelo contrário. É somente quando sabemos onde estamos que podemos verdadeiramente encontrar alguém. É somente quando reconhecemos a nossa própria voz que conseguimos escutar outra pessoa sem desaparecer dentro dela. É somente quando conhecemos os nossos limites que conseguimos respeitar os limites do outro.


Uma casa habitada não é uma prisão. Tem portas, janelas e espaço para receber. Escuta o mundo, celebra, ama, aprende e acolhe, mas sabe quem possui as chaves. As paixões podem entrar sem incendiar a casa. As ideias podem entrar sem ocupar todos os cômodos. A opinião dos outros pode ser ouvida sem se transformar em sentença. O mundo pode atravessar nossas janelas sem se tornar proprietário da nossa existência.


Talvez maturidade seja isso: não fechar a porta para o mundo, mas deixar de viver permanentemente do lado de fora.


Precisamos sair. Precisamos experimentar, amar, errar, conhecer outras paisagens e encontrar outras pessoas. Mas precisamos também voltar. Voltar quando o mundo estiver barulhento demais. Voltar quando a aprovação já não bastar. Voltar quando percebermos que estamos vivendo para sustentar uma imagem que não reconhecemos. Voltar quando ninguém estiver olhando. Voltar simplesmente porque sentimos falta de nós mesmos.


Talvez essa seja a verdadeira casa: não o lugar onde nos escondemos do mundo, mas o lugar a partir do qual conseguimos habitá-lo sem nos abandonar.


No fim, não precisamos construir uma nova casa. Ela já existe. Talvez esteja apenas silenciosa. Talvez tenha algumas janelas fechadas. Talvez haja poeira sobre aquilo que um dia foi importante. Mas a chama ainda está lá, esperando.


E talvez ela não diga muita coisa. Talvez diga apenas: “Volte.”


Quando voltamos, percebemos que nunca estivemos realmente perdidos. Estávamos apenas longe demais para ouvir a nossa própria voz.


A porta sempre foi nossa. A casa sempre esteve lá. E a luz nunca deixou de esperar por nós.

“Quando uma lei exige fé para conceder direitos, ela já deixou de ser lei e começou a ser dogma.”

⁠A Rainha Ester Não Foi Escolhida Por Causa da Beleza.Ela Foi Escolhida Por Causa do Propósito de Deus.

⁠Quando a Seta Vier: Repreenda Que Ela Desaparece.

Ela é a única que me amou o bastante para não desistir. Denver Moore

Ela olhou para mim além das barras e enfiou a mão em seu bolso. E tirou uma chave que Deus lhe deu para me libertar.Agora, aqui estou,um homem mudado.Um homem livre. Denver Moore

A Empatia conecta.Ela nos permite olhar o mundo através dos olhos de outra pessoa. Ao validar os sentimentos alheios, transformamos a indiferença em acolhimento.P.G

Sem Bíblia, o crente vira vento.
Com Bíblia, o crente vira rocha.
Ela é espada, pão, fogo e martelo.
Ela tira o osso fraco e põe tutano no lugar.
Ela te treina para a batalha,
Te firma pra não negociar com o pecado,
Te fortalece pra não cair com qualquer vento.

Aqueles que estão vivendo no pecado, sem arrependimento, muitas vezes fogem da Palavra, porque ela é luz, e a luz expõe as trevas.


"E a condenação é esta: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más."
(João 3:19)

O pecado não suporta a verdade,
Pois ela rasga a falsa liberdade.
Quem não quer mudar desvia o olhar,
Pois sabe que a Bíblia vai confrontar.


Mas quem se rende, quem quer ser sarado,
Mesmo ferido se achega quebrantado.
Pois a Palavra não veio condenar,
Mas curar, lavar, restaurar.

A morte pode tentar encerrar histórias,
Mas o Autor da vida sempre escreve um novo capítulo.
Ela pode parecer um ponto final,
Mas para os que estão em Cristo, é apenas uma vírgula de passagem para a eternidade.
"Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá."
João 11:25
Não temas. Se tua esperança está no Cordeiro,
A morte não é derrota,
É porta de glória.

Não aceite conforto da religião sem enfrentar a dor da conversão — só ela gera vida verdadeira.

A verdade fere primeiro, mas é ela que cura para sempre.