Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Ela é rainha, deusa, intensa, é fortaleza, ela é inspiração que no olhar certo vira poesia, ela é obra rara e especial, ela encanta, instiga, fascina.
Esse seu jeito dona de si, mulherão que sabe o que quer me faz imaginar, como seria inesquecível, marcante e sem igual, amar intensamente essa raridade de mulher, em uma junção perfeita de corpos e almas. Mas por hora só posso imaginar e sonhar como seria unir toda essa nossa intensidade no toque suave e envolvente dos corpos cheio de energia, com certeza seria transcendental.🌹❤️‍🔥

A felicidade não se possui, ela é um estado de espírito, por isso deve ser construída constantemente.

Antes de se definir sobre a ideologia a seguir, certifique-se se o que ela diz, é o que ela faz.

A rua não rouba apenas o teto de alguém. Ela interrompe sonhos, silencia talentos e faz muita gente acreditar que não tem mais valor.

No Brasil, a liberdade de imprensa funciona tão bem que ela é livre para aprisionar as verdades e libertar as mentiras.

A paz nunca habitará o barulho. Ela escolhe o silêncio para morar.

Não se garimpa a paz no caos do ruído; ela é um tesouro que só se revela no silêncio.

A disciplina é o caminho tortuoso e, portanto, o único que leva ao ouro espiritual; sem ela, os sonhos permanecem no plano da ilusão.

Existe uma beleza cruel na decepção.

Ela chega sem ser convidada, quebra os móveis da esperança, rasga os retratos que insistíamos em chamar de futuro e, por alguns dias, nos convence de que nada além da dor permanecerá de pé. Mas a decepção nunca veio para destruir; ela veio para devolver.

Antes dela, chamávamos de amor aquilo que muitas vezes era apego. Não à pessoa, mas à promessa. Não ao que existia, mas ao que imaginávamos existir depois de tempo suficiente.

É curioso como insistimos em regar jardins onde as flores já decidiram morrer. Dizemos que é persistência, maturidade, lealdade. Às vezes é apenas medo. Medo de admitir que o castelo em que depositamos tantas horas nunca passou de um andaime.

Então a decepção faz aquilo que o afeto não teve coragem de fazer: arranca nossas mãos do que já não nos pertence.

Ela nos obriga a olhar para o outro sem o filtro da saudade antecipada, sem a maquiagem das expectativas. Pela primeira vez, enxergamos pessoas como elas são, e não como precisaríamos que fossem para justificar nossa permanência.

Há uma violência quase divina nisso.

Porque dói descobrir que não perdemos alguém; perdemos a fantasia que construímos ao redor dessa pessoa.

E fantasias morrem gritando.

A decepção tem a elegância dos carrascos antigos. Não ergue a voz, não pede licença, não explica seus métodos. Apenas corta, com precisão suficiente para separar quem somos daquilo em que insistíamos em nos prender.

Depois, resta um silêncio.

No início, ele parece abandono.

Mais tarde, entendemos que era liberdade.

A verdade é que nossos maiores cárceres raramente têm grades. São feitos de expectativas, de lembranças editadas, de versões idealizadas de pessoas comuns. Passamos anos chamando isso de destino, quando era apenas apego usando roupas bonitas.

Por isso, hoje desconfio dos finais que chegam sem decepção.

São os desapontamentos que arrancam de nós as últimas ilusões. Eles devolvem a lucidez que o encantamento havia roubado.

Que privilégio descobrir, ainda em vida, que aquilo que julgávamos indispensável era apenas um hábito emocional.

Há perdas que diminuem um homem.

Mas há decepções que o devolvem a si mesmo.

E talvez seja essa a mais silenciosa das libertações: perceber que a dor nunca veio para nos ensinar a viver sem alguém. Ela veio para nos ensinar a viver sem a necessidade de transformar qualquer pessoa no centro da nossa existência.

Como é bela a decepção.

Porque toda corrente, antes de ser rompida, faz barulho.
Depois, resta apenas o som discreto da liberdade.

íbis 458

Se existisse uma rachadura no tempo, ela não teria o formato de um portal. Teria o formato de uma chave de hotel.

Não importava quantas cidades existissem, quantos anos tivessem passado, quantas pessoas tentassem convencê-lo de que seguir em frente era a única direção possível. Havia uma porta que continuava respirando dentro da memória.

Era um número comum para qualquer recepcionista. Um quarto qualquer, num corredor qualquer, de um hotel que provavelmente já havia trocado os carpetes, repintado as paredes e substituído os colchões. Mas para ele, aquele número havia deixado de ser arquitetura. Tinha se tornado religião.

Às vezes acordava no meio da madrugada convencido de que tudo aquilo era um erro de cálculo.

Talvez tivesse digitado a sequência errada na vida.

Talvez o destino não fosse uma linha, mas um elevador. E ele apenas apertara o andar errado.

Então imaginava.

E se, em vez de voltar ao 505…

…eu voltasse ao 458?

Talvez fosse ali.

Talvez fosse aquele o quarto que o universo escondera para quem insistia demais.

Na fantasia, ele atravessava o lobby sem dizer uma palavra. O cheiro do carpete era o mesmo. A máquina de gelo fazia o mesmo ruído distante. O elevador subia lentamente, como se cada andar pesasse uma década inteira.

Quarto andar.

Corredor silencioso.

A mão tremia sobre a maçaneta.

Nunca era a coragem que faltava.

Era o medo de descobrir que a esperança também envelhece.

A porta cedia devagar.

O quarto permanecia mergulhado numa penumbra azul, iluminado apenas pela luz da cidade atravessando as cortinas.

Duas possibilidades existiam.

Na primeira, o frio.

Uma cama perfeitamente arrumada.

O travesseiro intacto.

Nenhuma mala.

Nenhum perfume perdido nas fibras do lençol.

Só o ar parado de um lugar onde ninguém esperou por ninguém.

Era ali que ele compreendia que alguns lugares continuam existindo apenas porque alguém insiste em carregá-los por dentro.

Na segunda…

Ela estava sentada na beira da cama.

Como da última vez.

Os pés descalços tocando o carpete.

As mãos apoiadas sobre o colo.

Nem surpresa.

Nem felicidade.

Como se nunca tivesse ido embora.

Como se o tempo tivesse esperado apenas por ele.

Ela levantava os olhos.

Sorria daquele jeito pequeno que sempre parecia pedir desculpas ao mundo por existir.

E perguntava, quase rindo:

Demorou tanto assim?

Era sempre nessa hora que o delírio começava a ruir.

Porque ele nunca conseguia responder.

Não por falta de palavras.

Mas porque compreendia, por um instante cruel, que não era ela quem estava presa naquele quarto.

Era ele.

Ela permanecia exatamente igual porque a memória não envelhece.

Quem voltava diferente era sempre o homem diante da porta.

Mais cansado.

Mais vazio.

Mais cheio de discursos que jamais teria coragem de dizer.

Ele caminhava até ela.

Queria tocá-la.

Queria confirmar que alguns milagres ainda obedeciam à física.

Mas quanto menor ficava a distância, mais ela parecia feita da mesma matéria dos sonhos que esquecemos ao abrir os olhos.

Ela desfazia primeiro nas mãos.

Depois no rosto.

Depois na voz.

Até sobrar apenas o quarto.

Silencioso.

Frio.

Absolutamente vazio.

Foi então que compreendeu a crueldade da mente.

Ela não quer voltar ao passado.

Ela fabrica um passado que nunca existiu exatamente daquela forma, só para continuar tendo para onde fugir.

O quarto nunca foi o problema.

Nem a cidade.

Nem o hotel.

Era a esperança infantil de acreditar que existe um número certo capaz de devolver uma versão perdida de alguém.

Ele fechou a porta pela última vez.

Não porque tivesse deixado de amá-la.

Mas porque finalmente percebeu que nenhum corredor leva de volta para pessoas que só continuam vivas dentro da memória.

E enquanto caminhava em direção ao elevador, sorriu de um jeito estranho.

Como quem aceita que alguns endereços não pertencem aos mapas.

Pertencem apenas aos delírios de homens que, durante tempo demais, confundiram saudade com destino.

benta

Existe um tipo de pessoa que não entra na vida dos outros.

Ela inaugura uma estação.

Antes dela, os dias acontecem como um inverno comprido. As árvores continuam de pé, os carros continuam passando, o relógio continua cumprindo sua obrigação de girar. Mas existe uma diferença silenciosa entre viver e apenas sobreviver. Quase ninguém percebe até encontrar alguém capaz de acender as luzes de uma casa que sempre esteve habitada por sombras.

Foi assim que conheci Benta.

Os olhos mais sinceros que já presenciei em 26 anos de vida.

Bonitas eram as coisas que aconteciam perto dela.

O café parecia mais quente.

As ruas pareciam menores.

Os silêncios deixavam de ser um lugar de abandono para se tornarem um idioma que duas pessoas podiam dividir sem medo.

Ela carregava uma estranha habilidade de fazer o mundo perder o excesso. Como se passasse as mãos sobre a realidade e retirasse todo o ruído que sobrava entre um coração e outro.

Algumas pessoas chegam oferecendo promessas.

Benta oferecia paz.

E isso era infinitamente mais perigoso.

Porque promessas quebram.

Paz vicia.

Passei tempo demais acreditando que anjos tinham asas.

Depois percebi que talvez eles apenas saibam permanecer quando ninguém mais consegue.

Ela nunca precisou salvar ninguém de incêndios, tempestades ou guerras.

Bastou existir.

Há pessoas que nos dão conselhos.

Outras nos dão coragem.

Ela me devolveu uma versão de mim que eu desconhecia.

Na presença dela, eu não precisava fingir ser forte. Não precisava vencer discussões imaginárias, provar inteligência, esconder as rachaduras ou construir personagens. Pela primeira vez, existir parecia suficiente.

E isso me assustava.

Porque quando alguém nos enxerga sem as armaduras, sobra apenas a responsabilidade de não ferir aquilo que finalmente encontrou descanso.

Nem sempre consegui.

É estranho perceber que o amor também pode carregar culpa.

Não aquela culpa dramática dos romances.

Uma culpa silenciosa.

A de olhar para trás e pensar que algumas mãos aparecem apenas uma vez na vida para nos tirar da água.

E nós, ainda aprendendo a respirar, acabamos soltando exatamente a mão que nos mantinha na superfície.

Às vezes imagino que Deus distribui milagres de maneira discreta.

Não em igrejas.

Não em profecias.

Mas em pessoas.

Pessoas que aparecem sem anunciar a própria importância.

Que entram pela porta como qualquer outra.

Que riem de coisas pequenas.

Que bagunçam os cabelos com o vento.

E só depois de irem embora revelam que sustentavam um universo inteiro sem nunca terem dito uma palavra sobre isso.

Benta era assim.

Nunca precisou dizer que era luz.

A escuridão fazia esse trabalho por comparação.

Existe uma rua dentro da memória onde ela continua caminhando.

Não envelhece.

Não se despede.

Não pede que eu a siga.

Apenas continua andando, enquanto tudo ao redor floresce com a delicadeza de quem nunca soube que estava realizando um milagre.

Talvez seja por isso que algumas lembranças doam tanto.

Não sentimos falta apenas de uma pessoa.

Sentimos falta daquilo que éramos quando alguém nos fazia acreditar que o mundo ainda tinha um lugar reservado para a esperança.

Benta nunca foi uma casa.

Casas podem ser reconstruídas.

Ela foi horizonte.

Você pode atravessar continentes inteiros, aprender novos idiomas, dormir em outras camas, conhecer outros rostos.

Ainda assim, em algum momento do dia, seus olhos procuram exatamente aquela linha distante onde o céu parecia tocar a terra.

E então você entende.

Existem pessoas que passam pela nossa vida para serem amadas.

Outras, para serem esquecidas.

Mas há uma categoria infinitamente mais rara.

Aquelas que nos libertam de nós mesmos.

Que chegam quando tudo dentro parece um labirinto sem saída e, sem perceber, derrubam uma única parede.

Não mostram o caminho.

Elas se tornam o caminho.

E mesmo quando já não estão mais ali, seguimos andando por causa da direção que deixaram.

É por isso que nunca consegui pensar em Benta como uma ausência.

Ausências pertencem ao tempo.

Ela pertence ao que existe antes das palavras.

Àquela sensação inexplicável de encontrar abrigo sem precisar entrar em lugar algum.

Se algum dia me perguntarem qual foi o melhor sentimento que experimentei, não responderei com felicidade.

Felicidade é breve.

Direi que, por um instante impossível da vida, conheci alguém cuja simples existência fazia o mundo parecer menos pesado.

E desde então passei a desconfiar que certos anjos aceitam viver entre os homens apenas para lembrá-los de que a salvação, às vezes, não desce dos céus.

Às vezes ela sorri.

E atende por um nome que ninguém mais compreenderá.

Benta.

A vida não é feita de escolhas, e sim de oportunidades. Às vezes ela chega até você, às vezes não, isso não é falta de esforço, e sim a porcaria do destino.

Mastigar sem nada na boca
Ver TV sem ela estar ligada
Bater palmas p agradar
Ter decisões ser ter objetivo
Sorrir sem querer sorrir
Viver sem querer viver
Esse era o ponto que precisava chegar

O Sol se afastou da Lua
Mas comecou esfriar
E com seu brilho ofuscado
Espera Ela voltar.
Porque o Sol e a Lua
Não podem se separar.


⁠Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/04/2024

⁠O bom de se conversar
Com Pessoa inteligente
É que podes discordar
E nunca ela irar virar
Um inimigo da gente.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
17 Fevereiro 2025

⁠A preguiça é tão lenta
E mesmo assim ela cansa
Por isto que facilmente
A pobreza o alcança.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
17 Março 2025

"A teimosia negacionista vai além da irresponsabilidade e da negligência: ela é uma patologia social. Movida por uma mente ensandecida e uma alma doente, ela levanta calúnias, espalha mentiras e provoca intrigas pelo simples prazer de sabotar leis, destruir a verdade e prejudicar vidas."

Seguiremos valorizando as coisas enquanto tivermos o maior valor de todos: a vida. E quando ela acabar,
ficam apenas as coisas."⁠

A farmácia vai muito além do balcão e das prateleiras cheias de caixas coloridas.
Ela é o porto seguro da saúde comunitária, um farol de acolhimento e o primeiro ponto de socorro para quem busca alívio e cuidado.
Em cada esquina, o estabelecimento e seus profissionais transformam a ciência em empatia.
Eles traduzem receitas, desfazem dúvidas e garantem a segurança em cada dose administrada.
Celebrar a farmácia é reconhecer um elo vital da medicina: o lugar onde o tratamento se torna acessível e a cura ganha forma humana.
É a dedicação diária em prol da vida, da prevenção e do bem-estar coletivo.⁠

O Manual do Ditador


Que lindo ver a informação incomodar quem quer mandar!
Ela clareia a mente da nação, o que é péssimo para quem quer dominar.


A verdade insiste em se espalhar, deixando o tirano em apuros, pois povo que aprende a pensar, não aceita viver no escuro.


Quem corre para amordaçar a mídia com discursos cheios de moral, no fundo esconde a própria inveja e um plano de controle total.


Essa gente que censura o canal e finge proteger a pureza, tem um armário de podridão sem igual escondido sob a mesa.


Quem quer o topo do poder não suporta o povo acordado, prefere a massa sem ler, com o pensamento domesticado.


Cortar o acesso à informação é o truque do golpista de plantão, para reinar sobre a ilusão e passar a perna no cidadão.⁠