Ha como eu Queria q ela Soubesse
"O prazer de ser o algoz de alguém revela apenas o tamanho da sua própria miséria interna; quem é feliz de verdade não precisa fabricar o choro alheio."
"Quem defende o mal defende a própria derrota; pare de falar o que não edifica e reconheça que Aquele que não foi encontrado na cova está vivo ouvindo cada uma de suas palavras."
"Não houve roubo, houve ressurreição. Jesus não é uma história enterrada, é o Rei vivo que venceu o inferno para que você não precise se perder nele."
"A sociedade aceita a mentira silenciosa, mas condena a verdade dita com dor. Quem sofre não quer ser vilão, quer apenas que a realidade pare de sufocar."
"O vício é um mestre cruel que cobra com a vida; Jesus é o mestre fiel que deu a vida para que você pudesse ser livre. Escolha quem realmente te ama."
“A verdadeira riqueza trilionária começa na visão, passa pela disciplina e se completa no bem que ela produz.”
Letrados sem leituras fazem parte da loucura de leituras sem lisura, na cultura de "iletrados" com postura.
A Arte de Recomeçar
Dizem que, quando entramos em um mundo desconhecido e lá encontramos algo que permanece vivo dentro de nós, é porque o que vivemos ainda não acabou. Há ainda sentimento, há algo a ser desbravado. E nesses encontros que a vida insiste em nos apresentar, ficam peças para se encaixar, momentos a viver, reviver e encarar. Ficam histórias para contar, e esperamos ansiosamente o momento de terminar o quebra-cabeça – para, então, recomeçar um novo.
Vivemos em constantes mudanças: de humor, de comportamento, de atitude, de rotina, de aparência, de emoção. Há aquelas em que mudamos de casa ou de cidade. A de casa, basta chamar uma empresa especializada. A de cidade, comprarmos uma passagem e seguimos em frente. E quando decidimos mudar os móveis de lugar? Ah, essa é a mais fácil! Basta arrastá-los e, de repente tudo muda. O ar fica leve, o ambiente mais aconchegante. Percebemos que um simples gesto pode transformar o que parecia igual.
Existem também as mudanças climáticas e ambientais – essas, difíceis de encarar, pois não temos domínio sobre elas. E quanto as mudanças culturais e sociais? As de costume, de valores, de mentalidade, de paradigmas? Essas, depende de nós. A vida, generosa, vive estendendo um tapete vermelho para que caminhemos sobre ele e entremos nesse grande evento simbólico que é a mudança – um ato de prestígio e celebração. Mesmo com medo, acabamos encarando o tapete. Mudanças são assim: inesperadas, desafiadoras, às vezes doloridas, mas essenciais para que as boas novas entrem em nossa vida. Para isso, é preciso caminhar confiantes o tapete vermelho, de cabeça erguida, com coragem para enfrentar o novo sem medo.
As mudanças existem para isto – para nos ensinar a seguir em frente, sem saber o que vamos encontrar. O segredo é não temer. É viver plenamente tudo o que nos foi destinado – seja na vida profissional, seja no amor – com a atitude de quem entende que mudar também é uma forma de florescer.
Noite estrelada que conduz o espírito num sono perpétuo....
Seja os tais olhos velados pela luz que encanta...
Nômade
A vida passa e o incompreendido chora
Pelas ruas o andarilho some
Intensamente busca o que perdeu
Sem saber que achou.
Nada entenderá sem ser compreendido
Compreendendo se perderá
Nas buscas e buscas exteriores
Como nômade pairando nos cantos do mundo.
O incompreendido chora
À inexistência do palpável
Pela terra escorrem entre os dedos
Os sonhos perdidos pela lembrança...
Sempre que vejo religiosos divididos, digladiando e se julgando pela Mãe do meu Senhor, lembro o quão fácil foi persegui-lo.
E ainda há quem defenda o Céu com flechas e pedras na mão.
Quem diga amar o Cristo, mas incapaz de reconhecer o amor no olhar do irmão.
Quem cite versículos para erguer muros — e não pontes…
Sem se esquecer dos que se valem do nome de Deus e da igreja para se esconder, aparecer e se promover.
Talvez o maior escândalo da fé não esteja nas diferenças doutrinárias, mas na incapacidade de amar sem rótulos.
Foi esse mesmo zelo sem ternura que O condenou — não o ateísmo, não o império, mas a arrogância de quem julgava conhecer melhor a vontade do Pai.
E assim, em nome d’Ele, seguimos ferindo o que há de mais Divino: o Amor ao próximo!
Às vezes é preciso fingir descansar para aguentar transitar pelo corredor hospitalar.
Os que fingem descanso, não sucumbem ao cansaço que não mora só no corpo, mas também na alma.
No corredor hospitalar, o repouso raramente é inteiro: os olhos se fecham, mas os pensamentos vigiam…
O corpo se senta, mas o coração permanece de pé.
Ali, o descanso vira a encenação necessária — uma trégua improvisada para que a esperança não desmaie antes da fé.
Fingir dormir é, muitas vezes, a única forma de reunir forças para continuar atravessando o silêncio carregado, os passos contidos, os olhares que pedem mais do que palavras conseguem oferecer.
Nesse corredor, aprende-se que resistência também pode ser discreta.
Às vezes, não é o vigor que nos sustenta, mas a coragem de parecer frágil por alguns instantes, só para conseguir seguir em frente quando o chamado da realidade insiste em não esperar.
Que o cansaço jamais suplante a Esperança, a Fé e a Gratidão!
Graças, Pai!
A maior comprovação de que as qualidades são imorríveis é a impossibilidade de esquecer os que
já se foram.
Não é o corpo que permanece, nem a voz que ainda ecoa nos corredores da casa, nem o hábito de sentar na mesma cadeira à mesa.
O que insiste em sobreviver é algo menos visível e mais poderoso: aquilo que a pessoa conseguiu semear em nós.
As qualidades verdadeiras não se comportam como objetos que se perdem com o tempo.
Elas se comportam como sementes que escolhem outros corações para continuar existindo.
Um gesto de generosidade vira referência silenciosa, uma palavra justa vira bússola moral, uma coragem discreta vira exemplo que atravessa anos sem ao menos pedir licença.
Por isso, alguns mortos continuam interferindo na vida dos que ainda vivem.
Não como fantasmas, mas como presença ética.
Como memória que orienta.
Como uma espécie de tribunal íntimo diante do qual ainda perguntamos: “o que ele faria?” ou “o que ela diria disso?”.
A morte pode até recolher os corpos com a eficiência implacável do tempo, mas fracassa miseravelmente quando tenta apagar aquilo que eles deixaram pulsando em nós.
Porque as qualidades raras têm um estranho talento para se hospedar na memória coletiva — e ali passam a viver sem prazo de validade.
Talvez seja por isso que esquecer completamente alguém bom seja tão difícil.
Não porque fomos incapazes de seguir em frente, mas porque certas pessoas, depois de partirem, deixam de pertencer apenas ao passado e passam a fazer parte daquilo que ainda somos.
Moça que pedala, Mulher de Grande Valor, pensei que fosse uma samambaia , porém é mais perfeita que uma Flor!
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