Ha como eu Queria q ela Soubesse
Uma Caixa Do Tempo
Queria ter uma caixa do tempo
onde todos os momentos foram eternos
e não éteres.
Queria que os momentos mágicos
não se fossem jamais.
Será que a magia sempre tem um final?
Quero entender porque será
que na vida nada permanece igual.
Porque te vais? Porque me vou?
Será que algum dia voltarei a te encontrar?
Queria encontrar o remédio perfeito
para não sentir saudade,
saber que a vida te dá momentos
inesquecíveis para guardar.
Queria que esses momentos
não se fossem jamais
ou poder voltar no tempo
para voltar a começar.
Quero entender porque será
que na vida nada permanece igual...
Queria que as pessoas fossem sinceras comigo, por mais que a verdade doa é bem melhor que ouvir palavras falsas, feitas somente para me agradar.
Não te amo mais, queria dizer a ele, pela primeira vez, sem esperar que ele sofresse com isso. Sempre quis que ele sofresse com o dia em que eu não o amasse mais. Mas justamente porque eu não o amo mais, nem quero mais que ele sofra. Aliás, não quero mais nada. Só ir embora.
Se não fosse a sua teimosia e impertinência em dizer que não, que não queria se apaixonar;
Tão feliz poderíamos ter sido, quanta felicidade perdida, quanto amor que não houve.
Queria que você gostasse de mim por mim. Caótico, distraído, perigosamente despreocupado. Meio despenteado, tão preocupado com coisas vagas. Queria que você também se encantasse com minhas imperfeições, os trejeitos que nem vejo, meus vícios e virtudes.
Queria Que Você Estivesse Aqui (Pink Floyd)
Então, então você acha que consegue distinguir o paraíso do inferno
Céus azuis da dor
Consegue distinguir um campo verde de um trilho de aço frio?
Um sorriso de um véu?
Você acha que você pode contar?
Fizeram você trocar seus heróis por fantasmas?
Cinzas quentes por árvores?
Ar quente por uma brisa fria?
Conforto frio por mudança?
E você trocou um papel de coadjuvante na guerra por um papel principal numa cela?
Como eu queria, como eu queria que você estivesse aqui
Somos só duas almas perdidas nadando num aquário
Ano após ano correndo sobre este mesmo velho chão
O que encontramos?
Os mesmos velhos medos
Queria que você estivesse aqui
É isso. Só queria ser amada. Só isso. Precisa casar comigo não, precisa me engravidar não. Basta me olhar assim, basta morrer de rir comigo. Basta me ler, me decifrar, ser intenso nesse minuto.
Queria que nós pudéssemos nos sentir sozinhos agora.
Se nós achássemos um lugar pra nos esconder,
Fazer da última vez como a primeira,
Apertar um botão e voltar.
Adão era apenas humano, isso explica tudo. Ele não queria a maçã pela maçã, ele queria apenas porque era proibido. O erro foi não proibir a serpente; então ele teria comido a serpente.
Queria morrer de excesso
De ódio
Da pior doença
Da maior dor
Ou mesmo,
De amar
De amor.
Mas é o vazio quem me consome.
Ele não queria entrar noutra história, porque doía. Ele não queria entrar noutra história, porque doía. Ela tinha assumido seu destino de Mulher Totalmente Liberada Porém Profundamente Incompreendida E Aceitava A Solidão Inevitável. Ele estava absolutamente seguro de sua escolha de Homem Independente Que Não Necessita Mais Dessas Bobagens De Amor.
Queria que num dia desses que a gente se visse, você no meio do meu silêncio de mil palavras caladas, parasse para me ler.
Certa vez, um grande amigo do poeta Olavo Bilac queria muito vender uma propriedade, de fato, um sítio que lhe dava muito trabalho e despesa. Reclamava que era um homem sem sorte, pois as suas propriedades davam-lhe muitas dores de cabeça e não valia a pena conservá-las. Pediu então ao amigo poeta para redigir o anúncio de venda do seu sítio, pois acreditava que, se ele descrevesse a sua propriedade com palavras bonitas, seria muito fácil vendê-la.
E assim Olavo Bilac, que conhecia muito bem o sítio do amigo, redigiu o seguinte texto:
"Vende-se encantadora propriedade onde cantam os pássaros, ao amanhecer, no extenso arvoredo. É cortada por cristalinas e refrescantes águas de um ribeiro. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda."
Meses depois, o poeta encontrou o seu amigo e perguntou-lhe se tinha vendido a propriedade.
"Nem pensei mais nisso", respondeu ele. "Quando li o anúncio que você escreveu, percebi a maravilha que eu possuía."
Algumas vezes, só conseguimos enxergar o que possuímos quando pegamos emprestados os olhos alheios.
Ela andava reclamando da forma como ele fechava as portas, "Não bate! Vira a maçaneta e puxa!", ele vinha implicando com o tempo que ela mantinha aberta a geladeira, "Pensa antes no que você quer, depois abre!". Quando ela dirigia, ele ia cantando as marchas, feito um técnico no banco de reservas: "Quarta!", "Terceira!", "Quinta! Oitenta! Bota a quinta!". Quando ele dirigia, ela desdenhava dos caminhos como um Waze contrariado: "Por que cê tá subindo a Augusta?! Pega a Nove de Julho!". "Não, Rebouças não! Rebouças nunca! Vai pela Gabriel!". No dia em que discutiram feio a respeito do lado certo para começar a descascar uma mexerica -"Por cima! Todo mundo sabe! Aquele engruvinhadinho tá ali pra isso!" versus "Por baixo! É uma dedada só, puft!"- decidiram que era preciso diminuir a convivência.
Passaram a jantar em horários diferentes. A ler cada um numa poltrona, em vez de dividirem o sofá. Às terças, ela ia ao bar com as amigas. Às quintas, ele jogava futebol. Melhorou, mas não resolveu. Ele resmungava do cheiro de fritura com que ela se deitava na cama. Ela o reprimia pelas roupas suadas, espalhadas no banheiro. E, quanto às mexericas, bem, continuavam irredutíveis.
Decidiram, então, dormir em quartos separados. À noite, se despediam e iam cada um prum lado do corredor. Ele via a série dele, ela via a série dela. Em algumas noites, até, viam a mesma série, mas cada um dando pause quando quisesse, botando legenda na língua que bem entendesse -antes, ela sempre queria pôr em inglês, "pra praticar", ele sempre queria pôr em português, "pra entender": acabavam nem praticando nem entendendo, mas discutindo. Mesmo em quartos separados, as rusgas continuavam. Ele precisava parar o carro atrás do dela, à noite, atravancando sua saída, de manhã?! E custava muito a ela botar o iPad dele pra carregar, depois de ler o jornal, vendo a bateria no vermelho?!
A solução, acreditaram, era morar cada um numa casa. Voltariam a ser namorados, cada um com o seu mundinho, como na época da faculdade. Foi bom por um tempo, mas -de novo- não resolveu. Ele atrasava pro cinema. Ela discordava do restaurante. Na casa dele não tinha os cremes dela. Na casa dela não tinha as lentes dele.
Um belo dia, que de belo não teve nada, tiveram de admitir que a convivência era impossível. Sempre haveria algum incômodo, algum detalhe, alguma idiossincrasia de um a pinicar a paciência do outro. A saída era se separar. A distância acabou com os velhos problemas, mas criou um novo, imenso: eles se amavam, sofriam vivendo sozinhos. Não que quisessem voltar. Sabiam que de briguinha em briguinha, de discussão em discussão, o caldo entornaria, mais uma vez.
Então chegaram, enfim, à conclusão de qual seria a única forma da relação funcionar, sem picuinha nem saudade: nunca terem se conhecido. Se apenas imaginassem um ao outro, amantes ideais, pairando no éter, num mundo sem marchas, sem Rebouças, sem mexericas, sem legendas, sem geladeiras, sem cremes, sem lentes, sem carros atravancando a garagem e sem baterias de iPad avisando que resta apenas 10% da carga assim que o jornal acaba de ser baixado, seriam felizes para sempre.
Não desista dos seus sonhos, persista, não pare de lutar, insista naquilo que você quer. Mesmo diante das dificuldades, a sua hora vai chegar. Acredite, todos somos vencedores desde o dia que nesse mundo aqui chegamos, já somos guerreiros e podemos realizar aquilo que nem pensamos ser capazes. Acredite: você já é um campeão, só basta crer.
“Quer me amar? Me ama, mas me ama por completo, não pelas metades. Me ama pelo meu jeito, pelos meus defeitos, pelo meu sorriso torto, pelas minhas qualidades estranhas, pelas minhas loucas crises de ciúmes, pelo meu drama excessivo, pela minha carência incomum. Me ama arrumada, me ama desarrumada com o cabelo preso, com um pijama velho num domingo de manhã.”
Nosso amor acaba sendo realmente como o sol,há dias q ele esta grandioso,lindo e iluminando a todos inclusive a nós.Também há dias q n o vemos,n o sentimos mas sabemos q ele esta lah,em agum lugar,mas esta lá.Nosso sol pode estar encoberto,em um tempo nublado e tudo mais,mas ele esta lá e nos dois por mais q neguemos,nós sabemos q ele esta lah.
Queria dizer um monte de coisa, fazer perguntas, te entender, me entender, nos entender juntos como sempre nos entendemos, mas não há nada a ser dito, não há resposta a ser procurada, já que a melhor resposta será o silêncio no tempo.
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas sobre a família mostrando que ela é o nosso alicerce
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
