Ha como eu Queria q ela Soubesse
Ela é força, com um olhar que revela personalidade. É mistério, como uma flor de lótus. Tem um jeito de menina, mas a firmeza de uma mulher decidida. E é bela, em sua essência.
Beleza que vem de dentro para fora. Conquista com um olhar; mesmo com seu mistério, carrega consigo verdade, sua verdade. Nos prende com seu magnetismo, uma força sutil que nos atrai. Sua presença traz equilíbrio entre suavidade e poder, uma combinação rara que encanta e desafia.
Ela tem uma essência pura que nos intriga, nos levando a querer decifrá-la. A cada dia, desejamos conhecê-la mais, mas nunca conseguimos defini-la por completo. Com seu olhar e seu mistério, ela é... pura poesia.
1909 🌹
Logo você que crítica a roupa que a Mulher veste, como ela se comporta, diz sobre o Feminismo sem conhecer a causa, e diz que é “mimimi” e no dia 8 de março deseja Feliz dia da Mulher. Que por trás fala mal esbanja arrogância e se diz o Macho alfa Que grita com Mulheres pra dizer que tem voz ativa e que sempre está certo! E que Mulheres tem que está dentro de casa, é assim que você é. pense e reflita sobre suas atitudes. Não é apenas uma data e sim igualdade de direitos civis, no qual você diz que uma Mulher não sabe dirigir um carro e sim um fogão.
Evite aceitar dinheiro de certas pessoas como agradecimento pois será a única coisa que ela irá se lembrar de ti!
Como é que estarás feliz na sua relação, se ele/ela não é nem pouco o reflexo daquilo que você acha que merece?
Olho cada pessoa como ela é? Ou como acredito que ela seja? Por fim, não tenho dúvidas que meus olhos lhe julgam o tempo todo. Peço desculpas, pois sei que você não consegue entender o meu real sentimento.
A vida é como um lápis, quanto você menos espera, ela já acabou... Com alguns detalhes ela deixa marca, mesmo que as pessoas tentem apagar... Sua história já foi escrita.
MAIS DE MIL ANOS
Quando ela se nivela ao horizonte,
Como se o seu corpo
fosse uma gangorra, sob as luzes solar
eu penso que as cores do crepúsculo,
são adornos divinos,
para momentos bem íntimos
quando ela se espreguiçou
como se o mundo dormisse mil séculos
meu latim perdeu o sentido
meus músculos dormentes
meus ósculos dementes
pediam seus cálidos lábios
usei de meios espúrios
fiz promessas lhe ofereci a penha
com o templo lá em cima
e todos os sacramentos,
seus cálices de ouro e pedras preciosas
transbordando de um amor sublime
então ela se inclinou
e tingiu tons de pink e lilases
nos travesseiros de nuvens
e nos balançamos por mais de mil anos...
Ela olhava a lua e as estrelas como suas únicas impossibilidades; comprara as terras do seu Joaquim, já que ele não conseguira quitar suas dívidas por conta de empréstimos que fizera para combater a praga na lavoura; comprara as de Mirna; notara como Nelson a olhava e como mencionava seu nome; ela também não queria desfazer-se de suas terras; mas os constantes roubos de gado fizera ela mudar de ideia; casara com Nelson, advogado da família, com quem tivera Leandra, que morava com uma tia por parte de pai na capital; e assim a solidão, já que Nelson inventara uma viagem e nunca mais regressara, e, notícias nenhuma; perdera as esperanças. Passados dois anos, mandara alguém investigar o seu paradeiro, mas, nada de concreto.
Ela olhava a lua e as estrelas, ela olhava o firmamento suas únicas impossibilidades... seu mundo não tinha cerca, sua cerca era o horizonte, o que não era montanha era pasto, o que não era pasto, era cafezal, o resto era imensidão; mas antes uma corda acolheu o seu corpo num acalanto macabro, num beijo eterno para a eternidade; galhos e cipós a lhe envolver ao tronco de um carvalho com muitos bugalhos. Era uma paixão tão grande, que o pântano acolheu sua alma e lhe fez vagar palmo a palmo sua imensidão...
COMO ÍNDIO
O que acontece de repente
Quando ela se pinta diante do espelho,
Batom, sobrancelhas e cílios...
Tomara que caia justinho,
Cambraia estampada,
Nem lembra dos filhos
O que fantasia, tão bela diante do espelho
Com poses e closes pra postar no face,
O marido disfarça, fingindo reler um jornal antigo,
Mas instiga, seus risos e bicos,
Meu amigo malandro metido a filósofo
Dizia que mulher é como índio
Quando se pinta quer guerra
E a vejo tão bela com a escova
E um decote generoso
Falando em lift e massagem
E uma taruagem na coxa,
Poxa ninguém é de ferro e parece provocação,
Mas tem a tal “maria da penha”
O que fazer com o ciúme
Se trejeitos e excesso de perfume
Me fizerem perder a cabeça?
Meu amigo dizia por experiencia própria
Que mulher é como índio
Quando se pinta quer guerra...
Ela bebe na boca da garrafa
dá um show na praça
pula amarelinha como se pulasse a lua
faz paródia com Maysa
diz que a brisa é sua
“NE me quitte pás”
diz que não se embriaga a toa,
mas com meia garrafa voa
e canta como a sabiá...
ela bebe na boca da garrafa
talvez por pirraça
sabe que eu detesto
as vezes tropeça nos seus tornozelos
pra cair nos meus braços
olhar nos meus olhos e dizer que eu não presto
Ela bebe na boca da garrafa
pra armar barraco e me ver apreensivo
sabe do meu zelo pela sua conduta
mas diz que é adulta e que tem juízo...
O CÉU DE MACAPÁ
Ela era tão bela quanto o mar
E tinha os olhos tão azuis
Como o céu de Macapá
Solitária como Piripirí,
Pobre como o Piauí
E tinha o rosto de anjos
Como quando os anjos tinham rosto,
E falava manso
Como quando os anjos falavam com o Senhor
E fazia-nos pensar no amor
Como quando conseguíamos pensar
E era triste como a Aldeota
Como uma jangada sem rota
Na imensidão do mar,
Só tendo o norte como referência,
Como quando tínhamos norte...
Agora na imensidão do tempo
Ela não é mais bela,
Não temos mais céu como o de Macapá
Não temos mais janela pra Piripiri,
Não temos a nobreza do Piauí,
Não temos mais rosto...
Ela era tão bela...
ENQUANTO HOUVER SONHOS
Ontem ela virou a esquina como se fosse dona do mundo, levou a lua e a estrelas com seu magnetismo, e eu fiquei ali com um copo e os meus fantasmas; éramos anjos do mesmo éden, ela seguiu com a luz e eu fiquei comigo mesmo e a noite; falavam de corrupção, insegurança, criminalidade; todas essas coisas que a gente vê diariamente na mídia, e particularmente eu tinha solução paratudo isso. para combater o tráfico e a fragilidade do sistema carcerário; estávamos todos ali diante de um jogo de dama e um dominó; de vez em quando uma o outra piada sobre as preferencias clubísticas de um ou de outro, sobre deslizes e infidelidades de alguma esposa e brincávamos com coisas seriíssimas, como se fossem banalidades; como se aquilo não abalasse nossas estruturas emocionais.
Tomei mais algumas doses e cantarolei alguns boleros, como se assim, ninguém percebesse como me abalou a sua altivez, a sua aura, sua indiferença. Ela passou como um cometa, como se fosse parte integrante do sistema planetário; como se sua presença fosse parte indispensável à harmonia etérea . fiquei ali doendo a minha insignificância, tolerando sorrisos fáceis e palavras levianas; um falatório gratuito sobre a essência corrupta e indolente do nosso povo; sem o idealismo nato por honra e dignidade; afinal era o que me restava; mudo fiquei com minha mágoa, jamais falaria dessa paixão, e então a vida continuaria insignificante... não, não; jamais a vida seria insignificante enquanto houvesse sonhos e paixões; mesmo aqueles estavam ali, ébrios e desesperados, amuados com suas crises e seus vícios; desesperançados, mas se houvesse sonhos e paixões... se houver sonho provavelmente há paixões. O sonho faz orvalhar em qualquer deserto; paixão e sonho frutifica em qualquer solo. Ontem ela virou a esquina como se fosse um sonho; orvalhou sobre a minha paixão... parecia indiferente, mas era só dissimulação, era um jogo; o jogo jogo que me trazia aquela ansiedade, o jogo irresistível e fascinante do amor.
Ela olhava e observava
os poemas que ele escrevia,
como lindo jardim cheio de flores.
E andava entre todas as suas palavras,
aspirando o perfume de cada uma delas,
como se fossem gardênias...
Mas como a Sabedoria gerou a ignorância? Talvez muitos perguntem.Bem,ela gerou a ignorância para mostrar a nós, que para alcançarmos a Sabedoria,precisamos nos despojar de toda a arrogância e soberba!
Não podemos ver ou segurar a fé com as nossas mãos porque ela é como o vento. Sentimos e vemos os efeitos de sua passagem pelo movimento que ela provoca nas folhas das árvores. Conhecemos a fé pelos seus frutos.
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