Ha como eu Queria q ela Soubesse
OUÇA MINHA HISTÓRIA *
Ouça minha história,
Como se ela fosse importante,
Ofereço-lhe minha memória,
A alma temerosa, relutante...
Ouça minha história,
Vou lhe falar do quanto já sofri,
Dos amores que amei,
Das vezes em que quase morri,
Das lágrimas que chorei;
E de como enfim, sobrevivi.
Ouça minha história,
Tantos erros cometidos,
Numa luta inglória,
Palavras ditas em vão, momentos perdidos,
Em tão curta trajetória...
Ouça minha história,
Onde a felicidade também teve lugar,
Verões luminosos, inesquecíveis,
Beijos cálidos á luz do luar,
Risos francos, audíveis,
Muitos sonhos para sonhar...
Ouça minha história,
Sei que não ouvirá nada de novo,
Falo de uma vida de derrota e vitória,
A vida simples de alguém do povo.
*Poema participante do Coletivo Declame Para Drummond 2012
Ela entendeu que esquecer, era triste, era distante, era frio, mas era como soltar as mãos, desfazer os laços – que já eram nós -, olhar firmemente pra ele sem desejar – tá, só um pouquinho -, sem pestanejar, erguer a cabeça soltar aqueles cabelos castanhos – e lindos - e levar até o fim sua decisão.
No fundo ela sabia que esquecer machucava que tem coisas que por mais que ela quisesse de coração, ela não esqueceria, nem por um minuto. Mas ela sabia que nada doía mais do que fingir que esqueceu.
Com o tempo, ela aprendeu que não há ninguém melhor que ela para saber das coisas que precisa, e se tinha uma coisa que ela não precisava era continuar a bater na mesma tecla, continuar a insistir no que não era mais amor. Ah, não era nem aqui, nem na China!
No final das contas, o mais triste não era um amor não correspondido como deveria, como ocorreu no caso dela e nos outros casos mundo afora. O triste não era ter dado aquele amor a quem não correspondeu. E daí? Quanta gente ganha amor de graça e nem merece?
Triste não é ter dado amor a quem partiu seu coração ou até a quem nem a percebeu – pô Cristiano Ronaldo, como é que não viu essa beleza rara e tropical heim? – que ela estava ali.
Entendeu que o lado mais triste do amor, era não sentir mais nada.
Ela pediu um beijo e ele deu. Não como quem pede às cegas, mas porque ela sabe que ele dará. Ele, que se divide entre seus planos e todos aqueles afazeres diários, sabe que por aquele momento, quando ela junta seus lábios e fecha os olhos assim, já não é de mais ninguém. Torna-se um devoto, um pedaço de metal atraído por magnetismo.
Será que ela sabe o impacto que o faz? Que aqueles olhos pequenos e lábios cerrados na direção dele fazem da sua crença natural ao ceticismo um convite à loucura? Que aquele não é só um beijo, mas a chave que o destranca por dentro? Se soubesse, quem sabe ela o economizaria como quem percorre o deserto com apenas um cantil de água. Mas melhor que não saiba, porque ele não teve mais sede.
Ele a percebe de olhos fechados e, antes de retribuir, deixa escapar um sorriso. Ele sorri momentos antes de beijá-la, ela não pode ver. Sorri porque, além do beijo, ela pediu sua companhia e seu amor, e ele também a deu. Seu sorriso é a resposta ideal ao pedido dela. Na sua memória ficará que, de tudo que podem viver, e de todas as aventuras que devem compartilhar, tudo começou com aquele beijo que ela pediu - e ele deu
Como não Amar
Como nao amar uma menina tão meiga quanto ela, doce, gentil, com nao me encantar com seu sorriso todos os dias, foi até engraçado como nos coheçemos, mas hoje ela me faz tão bem sabe, sabe quando voce encontra uma pessoa, que pode fazer sol ou chuva, o mundo pode estar desabando e sempre que voce pensar nela voce sorri, nada mais importa, a tristeza rapidamente vai-se embora, e uma coisa muito boa contamina o seu ser, então ela é assim pra mim, eu nao tenho medo de me arriscar por ela, nao tenho medo de enfrentar quem for, só pra estar ao lado dela, nao seria capaz de medir esforços pra ver um simples sorriso, no qual me deixa feliz por um dia inteiro e muito mais, sem falar no seu beijo. Ahhh.. que beijo (risos), Meu Deus me segura (risos, risos).. seu beijo gostoso, que me deixa com vontade de queri mais, seu abraço confortável, onde tenho vontade de nunca mais soltar, seu cheiro, toque suave de sua pele, Jesus de onde saiu essa mulher, apaixonado por ela eu sou, isso nao tenho sombra de duvidas, quero ficar com ela quiçá ate o fim de nossas vidas, se for de sua vontade.. Estou com muitas saudades, já não me aguento de ansiosidade para vê-la... estou contando as horas, há uns empecilhos que não querem que eu vá visita-la, mas com um pouquinho de desenrolo eu consigo chegar la, meu coração chega a acelerar loucamente enquanto escrevo tais palavras, já nao sei de onde sai tudo isso rs... quanto tempo não sentia meu coração bater mais forte por um alguem e agora só falta sair do meu peito pra dar um "-Oi" rs.. Ai ai, que saudades da minha bela amada!!
A sensualidade de uma mulher não está exatamente na nudez e sim na sutileza de como ela trata as pessoas. A sensualidade começa com seu olhar, prossegue no caminhar, fica terno na sua forma de falar e agir, permanece viva com seu jeito de amar. Elias Torres
As pessoas falsas são como louça,quando em suas mãos escorregar e partida ela estiver,perderá o seu interece.
Ela é como um arranhão no céu da boca, que sararia se você pudesse parar de passar a língua. Mas você não consegue.
Se você aceitar a natureza como um mestre, ela irá ensinar-lhe justamente as lições que já decidira aprender; isto é só outra maneira dó dizer que a natureza não ensina. A tendência de toma-Ia como mestra é logicamente enxertada com facilidade na experiência que chamamos “amor pela natureza”. Mas, não passa de um enxerto. Enquanto estamos sujeitos a eles, “as disposições” e “espíritos” da natureza não indicam qualquer moral. A alegria desregrada, grandeza insuportável, desolação sombria, são lançadas à sua frente.
Faça o que puder com elas, se puder fazer algo. O único imperativo proferido pela natureza é: “Olhe. Ouça. Atenda.”
O fato de este imperativo ser no geral mal interpretado e fazer com que as pessoas inventem teologias, panteologias e antiteologias podendo todas ser descartadas - não toca realmente a experiência central em si. O que os amantes da natureza - quer sejam seguidores de Wordsworth ou pessoas com “deuses sombrios em seu sangue” obtêm dela é uma iconografia, uma linguagem de imagens. Não quero dizer apenas imagens visuais; são as “disposições” ou “espíritos” em si - as poderosas exibições de terror, tristeza, alegria, crueldade, luxúria, inocência, pureza - que são as imagens.
Nelas, cada um pode colocar ou “vestir” sua própria crença.
Devemos aprender em outra parte nossa teologia ou filosofia (não é de surpreender que no geral as aprendamos com teólogos e filósofos).
Mas quando falamos de “vestir” nossa crença em tais imagens, não estou me referindo a usar a natureza para símiles ou metáforas à maneira dos poetas. Eu poderia na verdade ter dito “encher” ou “encarnar” em lugar de vestir.
Muitas pessoas, inclusive eu, jamais poderiam, a não ser por aquilo que a natureza nos faz, ter qualquer conteúdo para colocar nas palavras que devemos usar ao confessar nossa fé. A natureza jamais me ensinou que existe um Deus de glória e de infinita majestade. Tive de aprender isso de outra forma. Mas a natureza deu à palavra glória um significado para mim. Ainda não sei onde poderia tê-lo encontrado a não ser nela. Não vejo como o “temor” de Deus poderia ter qualquer significado para mim além dos mínimos esforços para manter-me seguro, se não tivesse tido oportunidade de ver despenhadeiros medonhos e penhascos inacessíveis. E se a natureza jamais tivesse despertado em mim certos anseios, áreas imensas do que agora posso chamar de “amor” de Deus jamais existiriam, no que me é dado ver.
O fato de o cristão poder usar assim a natureza não é nem mesmo o início de uma prova de que o cristianismo é verdadeiro. Os que sofrem às mãos de deuses sombrios podem igualmente fazer uso dela (suponho eu) para o seu credo. Esse é justamente o ponto. A natureza não ensina.
Uma filosofia genuína pode às vezes validar uma experiência da natureza; uma experiência da natureza não pode dar validade a uma filosofia. A natureza não irá verificar qualquer proposição teológica ou metafísica (ou pelo menos não da maneira que consideramos agora); ela ajudará a revelar o seu significado. E, nas premissas cristãs, isso não se dará acidentalmente. Pode-se esperar que a glória criada nos proporcione vislumbres da não-criada: pois uma deriva da outra e de alguma forma a reflete.
De alguma forma. Mas talvez não de modo tão simples e direto como poderíamos supor a princípio. Como é lógico, todos os fatos destacados pelos amantes da natureza da outra escola são também fatos. Há vermes no ventre assim como primaveras na floresta. Tente reconciliá-los ou mostrar que não precisam necessariamente de reconciliação, e você estará se desviando da experiência direta da natureza - nosso tema presente - para a metafísica ou teodicéia, ou algo desse tipo. Isso pode ser sensato, mas penso que devemos mantê-lo distinto do amor da natureza. Enquanto estamos nesse nível, enquanto continuamos alegando falar daquilo que a natureza nos “disse” diretamente, é preciso apegar-nos ao mesmo. Vimos uma imagem da glória. Não nos cabe descobrir um caminho direto através dela e além dela que leve a um crescente conhecimento de Deus. O caminho desaparece quase imediatamente. Terrores e mistérios, toda a profundidade dos conselhos de Deus e todo o emaranhado da história do universo o sufocam. Não podemos passar; não desse modo. E preciso entrar por um atalho - deixar as colinas e florestas e voltar aos nossos estudos, à igreja, às nossas Bíblias, aos nossos joelhos. De outra maneira o amor da natureza está começando a transformar-se numa religião.
E então, mesmo que não nos leve de volta aos deuses sombrios, nos levará a uma grande dose de tolice.
A honra é como uma roupa feita da costura de gratidão, alegria, respeito e reconhecimento.
Ela não cai muito bem na pessoa que se veste dela, mas aquele que é vestido por outros pode desfilar sem pudor.
Ela dedilhava seus cabelos como quem toca uma harpa.
Ele, à distância, a admirava como se pudesse ouvi-la.
Era música para seus olhos."
Nada como ver seu ex namorado com uma garota e perceber que mesmo que ela seja perfeita pra ele, ele ainda prefere você e seus defeitos.
Ela olhava para ele como se fosse o único e era, ela o sentia como se ele fosse o mais perfeito e por um lado era, ela sabia que ele era o amor de sua vida e sabia que isso jamais iria mudar, era amor e ela estava certa disso, era (per)feito para ela.
- Não. (Per)feito para nós... - Ele corrigiu.
O incrivel da vida não é como ela
aproxima as pessoas que desejamos
conosco estar.
E sim como ela tráz inevitávelmente
aquelas que aprendemos á verdadeiramente
amar
Evite que sua vida seja como uma janela que quando bata um vendo ela quebre , Mais que o amor seja como uma geladeira tenha fome de tudo .
"O amor é como uma flor , se você não cuidar ela murcha e morre , mas se você souber cuidar ela vive , é assim que eu penso!"
“Diga-me como ela está?! Faz anos que não a vejo… Dizem que ela está tão linda, mas continua sozinha. Eu quero saber quantos namorados ela colocou até aqui… Em todos esses anos?! E se você ver a minha garota, pergunte-a ela essas coisas que estou te pedindo… Não fale que fui eu, por favor. Deixe quieto, só para ver o que ela vai falar… Eu a procurei nesses lugares que ela tanto adorava estar… Mas parece que ela sumiu de todos. Acho que mudou de vontades, eu me lembro do rosto dela as vezes… Sabe, eu desconfio que eu a sempre quis… Sei lá, essa garota ficou no meu cérebro por todos os dias. Eu era jovem, inconsequente o bastante, eu a deixei em meio ao frio… Mas sabe quando alguém não sai do seu cérebro?! Quando passa anos e anos e continua ali?! Só me lembro que ela chorou até quase morrer… Mas não consigo esquecer a voz dela. Não consigo esquecer tudo que ela me falou… Eu idiota só a fiz gritar de dor.“.
Sabe quando você para pra pensar numa pessoa, e não entende como ela não fazia parte de você desse jeito antes ? E começa achar tudo que não envolve ela perda de tempo, seu passado perda de tempo. E não é mais a dona da própria casa, sem nem perceber, foi virando visita. Só que, aí é que mora o problema, ele também é só visita.
Ela age como uma mulher que tem todo futuro traçado mas seu coração guarda uma insegurança de menina. Ele é um eterno menino com alma de artista tentando se adequar a vida de adulto.
Ela acorda todos os dias tentando definir se agradece ou tem raiva do destino por esse carma que é o responsável por todos os sentimentos mais extremos que possui. É ele que a magoa, tira seu chão e faz ser descrente da sinceridade e pureza das pessoas. É ela que o faz se sentir o cara mais babaca do mundo e age de forma contrária a todas as outras com ele já havia se relacionado. Entretanto, sem a existência dele, ela não teria enxergado em um olhar o que palavras jamais conseguirão expressar, não saberia o quanto é difícil se manter longe de quem se ama e não teria aprendido a aproveitar cada instante ao invés de fazer planos. Sem ela, o menino não teria percebido que para cada escolha há uma renúncia, não teria vivenciado cada encontro como se fosse o último e que mesmo com todos os erros, teimosias e manias, querendo ele ou não, ela seria a única a completá-lo.
Se comparado aos filmes e poesias a única diferença desse romance é que o mocinho também faz papel de vilão e a mocinha se faz de bruxa quando acha pertinente. Por quê? Adorariam saber essa resposta, eles e todos que os rodeiam.
Ela não tem coragem de pedir a Deus o fim daquele sentimento que tanto sofrimento trás porque na verdade gostaria que um dia tudo desse certo e que aquele “menino grande” se tornasse seu homem. Ele continua relutando e vivendo com infinitas garotinhas enquanto lá no fundo sabe que por ironia do destino sua mulher é a que menos fica em seus braços.
E diante de tantos encontros e desencontros, promessas desfeitas e juras de amor, términos sem despedidas o que fica é a percepção de que tentar colocar ponto final é inútil porque por mais decididos que estejam há uma força que faz com que cada fim seja um novo começo.
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