Ha como eu Queria q ela Soubesse
A amizade verdadeira, ela supera a distância. Não há barreiras que possa impedir um sentimento que foi criado por Deus.
Ainda Respiro
Às vezes a dor aperta tanto que nem sei dar nome a ela. E há momentos em que a vida pesa como se meu peito não coubesse mais nada.
Mas então lembro: mesmo no fundo do abismo, há um sopro que insiste, há uma luz que não se apaga, há um Deus que me segura quando eu já não consigo.
E entre o “quero desistir” e o “ainda estou aqui”, existe um milagre silencioso que me segura, me mantem viva: eu respiro e enquanto eu respiro, ainda há caminho.
Há dias em que a solidão chega sem bater na porta.
Ela se senta ao meu lado, pesada, e me faz sentir pequena.
É o tipo de presença que não consola —
aperta o peito, lembra o que falta,
faz o tempo andar mais devagar.
Mas há outros dias…
em que o silêncio é o meu amigo mais gentil.
Eu me sento comigo mesma e não há dor —
há sossego.
A xícara de café esfria devagar,
e o mundo parece menos urgente.
Solidão é quando o coração pede companhia.
Solitude é quando ele aprende a se escutar.
Uma dói, a outra cura.
Uma é o vazio da falta,
a outra é o espaço da paz.
E talvez crescer seja isso —
descobrir que estar só
não significa estar perdida,
mas, às vezes, finalmente estar em casa.
?
Buda já mostrava há cinco mil anos que, se a corda da cítara fica frouxa, ela não produz o som da música; e se é esticada demais, ela se rompe por conta da pressão excessiva. Assim, a virtude só é possível pelo "caminho do meio", ou seja a busca do equilíbrio entre os extremos, onde nenhum deles se mostrará como a melhor solução. Não sigo Buda, nem Cristo, Maomé ou qualquer outro. Mas procuro aprender com todos eles, pois cada um ofereceu ao mundo um pouco de sua sabedoria.
Olha ela descendo a rua não que quem não nota
Ela é do palco e do palco da vida e ha quem não gosta
Quando vira as na esquina começa a fofoca...
Ela toma as rodas as falas mas é só falácias
Da pia
Do tanque
Da casa e dos filho ela pilota a vida
Não comanda mas controla aquilo que sai do coração
Na contra mão... sabe dizer não
Há uma maturidade que não se anuncia: ela se reconhece na recusa de provar valor o tempo inteiro. O ser que já se encontrou não disputa lugar, não implora reconhecimento, não se explica em excesso. Caminha com a sobriedade de quem sabe que a própria presença basta — e que toda necessidade de aplauso é apenas fome de confirmação.
Falou a Verdade e não mudou de configuração é certo que há um preço para ser pago quando ela não for praticada.
E há a saudade, que é a pior parte. Ela te faz lembrar que havia algo/alguém, que agora não há mais. E tudo acaba como um dia começou.
Mãe
Ela é pão na mesa e o teto no temporal. Há quem chame de cansaço, ela chama de entrega.
Sua armadura é feita de preces e paciência.
Mãe: é um exército de um só coração.
Se a sua moralidade só se mantém quando há câmeras, registros ou risco de exposição, ela não é virtude, mas conformismo social bem disfarçado. A ética genuína não depende de vigilância total nem de anonimato: ela se sustenta porque pode ser racionalmente defendida em público, mesmo quando ninguém está olhando.
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