Ha como eu Queria q ela Soubesse
Não há um grau mínimo do pequeno, mas há sempre um grau menor, sendo impossível que o que é deixe de ser por divisão. Mas também do grande há sempre um maior. E o grande é igual ao pequeno em composição. Considerada em si mesma, toda a coisa é a um tempo pequena e grande.
Até a empatia encontra seu fim.
Há um limite para o perdão, um esgotamento para a compreensão.
Algumas almas não merecem resgate, apenas a colheita amarga do caos que plantaram.
Algumas pessoas não apenas merecem o que sofrem —
mereciam talvez um pouco mais,
só para entender o gosto da dor que sempre serviram aos outros.
Há algumas décadas atrás uma mulher maravilhosa dava a luz a uma das criaturas mais doces e sensíveis do mundo. Essa nova vida foi o resultado da união de duas almas iluminadas, lindas, puras, de uma união sincera, de muito amor e cumplicidade. Esse casal tão amado e iluminado brilha em outro lugar agora, mas seu fruto continua iluminando por aqui, trazendo alegria a todos que possuem a sorte de estar sempre ao seu lado...
Eu tenho ainda mais sorte do que aqueles que a rodeiam: eu nasci dessa luz. Eu fui a continuação dessa luz, e o meu objetivo diário é me aperfeiçoar como ser humano e como luz para, quem sabe um dia, ser tão contagiante quanto ela.
Mãe, hoje o dia amanheceu mais alegre ao ser referência do dia em que vc veio ao mundo. E eu não poderia ser mais grata por esse dia, que só assim a minha própria existência foi possível! Parabéns pelo seu aniversário, e o fato de estar um ano mais velha é só um detalhe, já que a idade é só uma mera referência: o que vale é a idade que está dentro de nós! E vc transpira jovialidade, energia e vida!
Aqui na Bélgica, fique sabendo, nós tivemos um dia lindo, ensolarado mas com ventinho gelado. Do jeito que vc gosta!
Te amo muito muito muito e penso em vc todos os dias, viu?
Ponto de Luz: a Felicidade
Ei, menino,
sem te avisar, te amei demais.
Há momentos em que a vida é um mistério.
Com luz, saúde e privilégios, ela se torna excitante.
Sem luz, nas trevas, mesmo com muita dificuldade, procuramos espaços e, às vezes, encontramos apenas becos e escuridão.
É uma luta entre erros e acertos.
O cansaço cancela o ânimo, e a tristeza se instala.
Ei, menino,
enxuga os seus olhos.
Não permita que nada te abale.
Muitas vezes, um ponto de luz traz a transformação que desejamos.
Espaços iluminados se abrem à nossa frente, e aqueles olhos que quase desistem passam a sorrir — um sorriso que chega à alma.
O êxtase toma conta, e o nosso mundo volta a se colorir, provando que existe o hoje, com todas as suas batalhas, para que o amanhã continue a existir: mais vivo, mais pulsante.
Que lágrimas de alegria e felicidade
sejam o combustível existencial neste mundo que muitos não entendem e apenas julgam.
Bora, gente… ser feliz!
"Há apenas uma regra básica para lidar com um inimigo que não tem compaixão , e muito menos caráter."
Permaneço calado diante de tanta falsidade.
" Admiro este seu jeito de falar do amor, ha tanta ternura em seu olha, este sorriso doce de menina em corpo de mulher me alucina. Quem dera eu poder te amar em uma noite de luar".
Há feridas difícil de serem curadas
dentro de você, é por isso que Deus
em sua doce bondade, nos presenteou
com os anjos que chamamos de Amigos.
Não pense que tudo acabou, que não
tem mais jeito, há sempre uma esperança
das coisas melhorar, acredite no amor
acredite no recomeço, seja forte, e siga em
frente, a felicidade é uma questão de se
permitir. Permita ser feliz, permita ver o
amor no simples, e verá que como uma
borboleta o desabrochar da felicidade.
Há sim uma certa magia
que num suave pulsar
de notas trazidas
por uma brisa perfumada
faz tudo exalar em
poesia...
Hay una cierta magia
Qué una pulsación suave
de notas
para una brisa fragante
y se ventile todo en
poesía
Há feridas em mim
Que um amor deixou:
Ouve tantas partidas
Em meu olhar
Que nem as lágrimas
Mais profundas
Conseguiam evaporar.
Ouve tantos suspiros
Em meu coração
Que nem o ar
Ala Katrina
Em meus pulmões
Eu conseguia controlar.
Ouve tantos dias
Que pareciam noites
Em minha cama
Que ao me ver chorar
Já não conseguia mais suportar.
Triste, triste mesmo:
Triste não é o grito da partida
Mas sim, o silêncio da solidão!
“Há quem só encontre repouso quando tudo parece sob controle. Não se trata de mera inclinação à ordem, mas a expressão de uma memória inscrita no próprio modo de ser, um eco persistente de quem aprendeu, desde cedo, que a paz nunca foi um estado natural, mas uma conquista frágil, sustentada pela vigilância constante. Assim, o controle não nasce do desejo de domínio e sim da necessidade íntima de preservar um mínimo de segurança diante de um mundo que, em algum momento, já se revelou incerto.”
Não entro em luta armada com estúpido, minha luta é no campo das idéias, mas neste século não há luta de idéias, os homens já foram todos derrotados pela vaidade do falso conhecimento.
O IRREPETÍVEL
Há acontecimentos na vida que não admitem reedição.
Por mais que a memória tente rearrumar as peças, por mais que o coração procure réplicas, por mais que o desejo se vista de esperança, certos encontros pertencem a um único instante do universo, e jamais regressam com a mesma força.
Não porque falte coragem.
Não porque falte amor.
Mas porque o caos — esse dramaturgo secreto — escreveu um enredo que não se repete.
Há amores que não voltam porque não nasceram para durar: nasceram para revelar.
Há paixões que nos atravessam como relâmpagos — belas, breves, devastadoras — e deixam em nós uma claridade que nenhuma rotina suporta.
E, ainda assim, tentamos.
Tentamos reescrever a história.
Tentamos transplantar a emoção de um corpo para outro, como quem tenta acender uma fogueira com cinzas frias.
Tentamos encaixar um novo rosto no formato exato do antigo.
Tentamos repetir o gesto, o riso, o perfume, o tremor, como quem repete feitiços que perderam o encanto.
Mas o coração não aceita imitadores.
O que nos marcou não foi apenas a pessoa — foi o instante.
A circunstância.
O invisível.
Aquela interseção secreta entre tempo e alma, onde algo se abriu dentro de nós e nunca mais fechou no mesmo lugar.
É inútil reinventar o que foi único.
O universo emocional não admite plágio.
Há feridas que só aquele corpo sabia curar.
Há abismos que só aquela voz sabia atravessar.
Há silêncios que só com aquele olhar faziam sentido.
Há vertigens que só aquele toque despertava.
Transferir esse sentimento para outro contexto é como tentar mover uma constelação inteira para outro céu.
Nenhum encaixe funciona.
A geometria do amor é exata demais para ser manipulada.
Talvez seja essa a beleza brutal da experiência humana:
nem tudo é reaproveitável.
Nem todo amor é reciclável.
Nem toda paixão sobrevive à tentativa de repetição.
O que vivemos uma vez, vivemos uma vez apenas.
E é justamente essa precariedade que faz do instante um milagre.
Não caberá em outro corpo.
Não caberá em outra história.
Não caberá em outra tentativa.
O máximo que podemos fazer é honrar a verdade do que sentimos — e seguir.
Não como quem busca substituições, mas como quem reconhece que há acontecimentos que são portas: abrem-se uma vez e nunca mais se repetem no mesmo lugar.
E talvez seja assim que o caos nos ensina:
não para que reconstruamos o que acabou,
mas para que aceitemos que o irrepetível também é uma forma de eternidade.
O IRREPETÍVEL
Há coisas que não se repetem.
Não por falta de tentativa, mas porque o mundo não devolve o mesmo vento duas vezes.
Você até buscou a fresta que um dia se abriu — a mesma luz, o mesmo acaso, a mesma vertigem. Procurou outro corpo onde a memória coubesse, outra pele com o mesmo ritmo secreto, outro olhar capaz de fazer a respiração errar o passo.
Mas não havia réplica.
O que aconteceu — aconteceu numa combinação que não se fabrica:
um gesto que não estava previsto,
uma falha no tempo,
uma distração do destino.
Foi ali que algo passou por você e não voltou.
Depois disso, tentou reorganizar o enigma.
Mudou a cena, trocou os nomes, alterou o cenário — e o milagre permaneceu imóvel, como se dissesse: não me convoque.
Há eventos que não obedecem.
Você percebeu tarde que não buscava outra pessoa.
Buscava o ruído exato daquele instante — aquele som que só seu coração reconheceu e nunca mais ouviu.
Mas não se captura o eco de algo que só existiu no momento em que rompeu o silêncio.
O resto é tentativa.
E tentativa tem outro brilho.
O que ficou não é lembrança, é marca:
um leve desvio na alma, um lugar onde o mundo tocou e retirou a mão antes que você entendesse o gesto.
Não há como refazer isso.
O universo não trabalha com versões revisadas.
Há histórias que não querem continuação.
Querem apenas ser o que foram:
um rasgo preciso,
um acontecimento sem repetição,
um idioma que você só escutou uma vez
e nunca mais soube pronunciar.
Ha momentos na vida que é necessário decidir. Muitas vezes tomar novos caminhos é a decisão mais sábia que se pode ter... Sendo assim, deixar fluir seus sentimentos mais secretos, pode ser o que te falta para o desfecho da sua nova história. Tente mais uma vez...
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