Ha como eu Queria q ela Soubesse
Renasci na beleza do afeto,no encanto que há na amizade
Hoje vivo coisas tão incríveis,que não há nada no mundo que pague
Para alguns,isso é benção ou sorte
Eu apenas chamo de você…
E eu sinto que quando isso ler,saberás que escrevi pra você!
Trecho do Poema(Benção ou Sorte,eu Chamo de Você)Blog Café Amor e Poesia
Não há evolução sem resistência. Tudo que é fácil não é garantido. Toda evolução ascensional é difícil, exige luta, sofrimento, resistência. Estagnar é fácil. Descer é facílimo. Subir é difícil.Toda a evolução é uma subida, e sem subida não há iniciação.
Há tempos não falo, não ouço, não vejo. Apenas observo, observo e me reservo somente observar. Não darei mais um passo se quer em sua direção. Basta-me só observar, dar mais atenção, enxergar, enxergar sim, enxergar com os olhos da alma, não com os olhos humanos, porque visão humana só vê, enquanto o da alma enxerga, faz-nos sentir, sentir a verdade e o amor existente em tudo e em todos. Por isso só observo. Nada mais!
Há algo, preso em minha garganta. Não é resto de comida e nem um remédio mal engolido. É apenas a vontade de falar certas coisas pra você. Eu tive um sonho, onde o sangue,saia de dentro de você,a sua face, estava deformada,e o medo cobria em seus olhos. Nesse sonho você havia me machucado muito,com palavras e com atos,e então, aconteceu algo, e desse jeito você ficou. E eu dizia para mim mesma: não o ajude, ele foi hipócrita contigo . mas é, a vida é assim,sempre fazemos o que não devemos. E quando uma gota de pena atingiu meu coração,nesse momento fui te ajudar. E sabe o que aconteceu? Fui apunhalada pelas costas,pelo meu melhor amigo, e vi,que tudo aquilo que estava acontecendo com você era apenas um de seus showzinhos, e parabéns, tenho que confessar,você é um bom ator. Mas eu não tinha mais forças para bater palmas, pois estava morta, e a única coisa que via,era um escuro infinito.
Nó na garganta, lágrimas escorrendo sobre os olhos, olhar disperso há multidão e coração doendo. Assim que meu corpo está reagindo a todas essas mudanças que você me proporcionou. Tentando esconder de tudo e de todas essas sensações, toda essa agonia que veio acercar meu corpo de uns tempos para cá, pessoas perguntando o por quê deu estar agindo assim, mas não falo ,tenho que preservar seu segredo não vou contar a ninguém,por mais que todo esse sigilo esteja desgastando meu ser e abrindo rachaduras no meu coração. Eu não vou decepcioná-la não de novo, me preocupo mesmo que ache que esteja me preocupando e me desgastando em vão.Agora você terá mais pessoas a sua volta pra cuidarem de você e eu já não lhe serei mais útil como antes e nosso tempo junto se tornará cada vez mais escasso e mais raro. Acho que esse fatalmente pode ser o nosso fim .
Acho que provavelmente há um excesso de pessoas inteligentes cuidando de coisas na internet, de finanças e de leis. Isso é parte do motivo pelo qual não temos visto tanta inovação.
Nós queremos, queremos e queremos. Para cada desejo consciente há dez aguardando no inconsciente. A vontade não cessa de nos dirigir, pois assim que um desejo é alcançado, há outro e mais outro pela vida afora.
Estou sujo de medo. Há nas ruas uma grande confusão disfarçada de calma. Pessoas caminham apressadas para fugirem tranquilamente dos seus desafios de se tornarem melhores e mudar o mundo. Somos simpatizantes dessa obscura guerra de interesses que se desenrola por debaixo dos panos. Celebramos o desespero e a fome em filas monumentais, e o fato de estarmos posicionados ordeiramente uns atrás dos outros, reafirma a nossa cômoda disposição de colaborar com essa baderna jeitosa que nos confunde, mas nos ajuda a disfarçar o nosso complexo de culpa por tudo que está errado.
Enganar-se parece ser o melhor remédio. Essa normalidade mentirosa suaviza a bagunça geral que se espalha por todos os cantos. Existe um céu de chumbo a encobrir os nossos equívocos. Existe um eclipse de racionalidade ocultando as verdades que mais nos incomodam. Existem abismos debaixo dos nossos tapetes, prontos para engolir a nossa covardia.
Existe poeira para todos os olhos, pois, na verdade, ninguém faz questão de enxergar os desastres que enfeiam as nossas vidas. Nem tudo é tão azul quanto se pinta, mas a gente faz questão de continuar fazendo festa e ascendendo fogos de artifício para embelezar as nossas noites de horror.
Vejo pássaros revoando sem rumo e carros manobrando na contra mão. Ouço homens e mulheres gritando em silêncio, cães latindo embaixo da cama e crianças aprendendo, sob as bênçãos da lei, a se tornarem adultos perversos. Isso tudo acontece diante das nossas fuças, mas todos fazem absoluta questão de ignorar os fatos e deixar tudo como está, como se esse lixo todo fosse uma grande novidade. Tudo é mantido no seu devido lugar para que as falsas impressões prevaleçam sobre o que é real. Enquanto isso, o caos repousa tranquilamente sobre a ordem vigente neste triste teatro social em que vivemos.
Nem tudo está em paz, como se pensa. Percebo uma certa inquietude no ar. Percebo um grande tumulto contido pela força das aparências, mas nada é exatamente o que parece.
Estamos todos ensurdecidos pelo estrondo cataclísmico da nossa imensa incapacidade de reação. Há uma loucura escondida por detrás dessa cortina de sobriedade e hipocrisia que nos engana. Cada indivíduo fala a sua própria língua nesta Babel enlouquecida, mas todos se entendem perfeitamente através de códigos indecifráveis, sorrisos amarelos e tapinhas nas costas.
Ninguém se sente seguro, apesar dos altos muros e das cercas elétricas que nos protegem das consequências dos nossos próprios atos. Os riscos nunca foram tão evidentes e tão mal calculados. Muitos conflitos estão confinados pelas paredes frágeis da diplomacia, da política suja e da falta de vergonha na cara. É muita pressão e nenhuma válvula de escape.
Tudo pode explodir a qualquer momento, mas estamos aqui, firmes e fortes nesta intenção de viver plenamente a liberdade de não querer saber de absolutamente nada que nos faça enxergar a nossa pobre e infeliz realidade.
Há uma sociedade que diz que há padrões, onde julgam o certo e o errado, o moral e imoral, o racional e emocional. Uma sociedade que aponta para julgar, mas nunca repara suas próprias falhas.
Sempre há outros caminhos, outras estradas para seguir, outras curvas para pegar, mas a dúvida é: quanto você está realmente disposto a caminhar?
Deixo aqui demarcada a minha radical ruptura com quem acredita que há diálogo com o fascismo. Quem a espancou não tinha nada a ensinar a ela. E muito menos eu.
Há coisas que nos são inúteis, mas mesmo assim nos são indispensáveis. Já pensou nisso?
Há sempre um perigo no amor que tem utilidade. Enquanto o outro exerce alguma função na nossa vida, corremos o risco de não experimentar o amor gratuito. Amor que se fundamenta na utilidade que o outro tem corre o risco de se transformar em abandono num futuro próximo. Quando queremos o outro só por causa da utilidade que tem para nós, agimos para satisfazer nossas necessidades. Amamos até o dia em que o outro nos é útil. No dia em que deixa de ser, mandamos embora, dispensamos. É possível amar os inúteis? Na teoria não, mas na prática, sim.
Julián escreveu certa vez que os acasos são as cicatrizes do destino. Não há acasos, Daniel. Somos marionetes da nossa inconsciência.
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