Ha como eu Queria q ela Soubesse
Correndo minha primeira meia maratona (21.097,5 metros) no Rio de Janeiro em julho de 2010
Como cheguei aqui poderá ser um dia contado. O fato é que, enquanto escrevo, os 21,1K (K = Km) já se foram e deixaram uma sensação de felicidade, satisfação e de capacidade de superação (sempre me achei um vencedor,um sobrevivente e a corrida resgatou em mim este sentimento de uma forma muito profunda)
Chegando ao Rio o tempo estava fechado, frio e chuvoso, prenuncio de uma corrida debaixo de muita água. A princípio estava tudo bem, pois gosto de correr na chuva que lava minha alma. Depois dos percalços ocorridos desde janeiro, ali estava eu a menos de um dia da minha tardia primeira meia maratona. A ansiedade apareceu já no desembarque e ao chegar ao saguão de entrega dos kits ela aumentou e se misturou com uma sensação incrível de pertencimento àquele lugar. Com tudo resolvido, encontrei amigos antigos, recentes e alguns novos. Como é bom ter amigos! Infelizmente alguns não puderam ir e não encontrei todos que deseja. Retornei ao hotel e o sábado foi de passeios, descontração e “relaxamento”, mas a ansiedade teimava em não me deixar e a cada minuto que se aproximava o momento da largada ela aumentava. Fui dormir cedo, pois a jornada começaria de madrugada no dia seguinte.
O despertador toca às quatro da manhã e começa o necessário ritual de preparação para a corrida naquela madrugada fria e chuvosa. O ônibus da prova me leva até o ponto de partida na Barra. Lá, o frio foi me acompanhar com uma chuva fina e muito vento. Ao meu lado se aquecia a ansiedade que dizia que correr iria.
O tempo de espera passou e deu-se a largada, momento em que comecei a caminhar, pois até chegar ao pórtico não era possível correr devido a tanta gente que lá estava assim como eu. Ao passar debaixo do portal da largada não sei o que se deu, mas a ansiedade parece ter ido tomar banho de mar e desapareceu.
Largada na praia do Pepê e logo uma subida pela ponte que me leva a uma vista linda (No RJ saindo da Barra e indo para o Flamengo só se pode olhar para a direita) e a cada Km percorrido aproveito a vista, observo os corredores e tenho insights sobre minha vida. O primeiro momento de euforia se dá no final da subida da Niemeyer que subitamente chegou e eu nem percebi. Simplesmente passei direto e pronto. Seguindo para onde meus pés me levavam fui passando por todas as praias, e em Ipanema logo pensei que mais da metade já havia ido e que faltava agora menos do que o que eu já havia percorrido.
Passo por Copacabana e Botafogo sem prestar muita atenção, pois estava concentrado demais para me distrair e surge então a placa do Km 18. Alegria vem forte e me lembro da volta da Pampulha, olho o cronômetro e meu tempo esta abaixo daquela prova, mas ai também aparece o fantasma da câimbra assim como lá. Diminuo o ritmo, mas também como lá me recuso a parar e sigo em frente.
A chegada, ao contrário, parece ficar mais distante. Mantenho o ritmo, insisto, cada pé puxa o outro e começam a aparecer as tendas e as pessoas no meu campo de visão. Não tenho mais como parar. Vou me aproximando da chegada e uma sensação inexplicável de felicidade, bem estar e superação vai tomando conta de mim. Os últimos metros corro sorrindo quase rindo e ao cruzar a linha de chegada sou uma pessoa diferente, mudada onde se fez necessário, mantendo os valores fortes e que vislumbra uma vida cheia e plena de felicidade e desafios. Não sei explicar o sentimento que isto representa, mas posso garantir que vale a pena percorrer o caminho para encontrá-lo.
O tempo é a sucessão de fatos, e não o passar das horas e dos dias como o relógio e o calendário tentam nos convencer. Nosso tempo é marcado por momentos e não por minutos. É registrado na lembrança e não no cronômetro. E o tempo passa mais rápido ou mais lentamente, de acordo com a qualidade dos momentos.
A medida que envelhecemos e ficamos doentes, somos tratados pela maioria como mercadoria, com prazo de validade vencida, ou perto de vencer,
as vezes somos descartados, como uma peça já sem utilidade, ai então nos colocam num canto qualquer até virarmos comida de traça.
Amo como se não houvesse outra coisa a fazer. Amo como se fosse a única razão do meu viver. Amo por me sentir mais leve. Amo exatamente como se deve: amor puro e sincero, bonito e eterno. Talvez um dia eu descubra um motivo para não amar, porém, se descobrir, só peço que me dê amnésia rapidinho.
Teimosia x Obediência
Autor: Elias Torres
Como é difícil ter de conviver e trabalhar com pessoas teimosas! Elas não aceitam sugestões, nem mesmo quando toda a equipe não concorda com elas. Esta atitude é uma forma de egoísmo e orgulho que pode atrapalhar o bom andamento do trabalho, acabar com amizades e projetos.
Quem é tão inflexível não demonstra humildade e não é bem-visto pelos outros, já que ignora o significado de união, perdão, bem comum. A teimosia tem cheiro de insensatez e de rebeldia, enquanto a obediência lembra prudência, luta, trabalho, dedicação e vitória.
Quantos são teimosos, sofrendo e fazendo com que os outros sofram, tornando-se pessoas arrogantes, chatas, indesejáveis – e sozinhas. Deviam ouvir mais e obedecer! Há também aqueles que são teimosos em relação a Deus. Conhecem sua palavra e sabem o que seria correto, mas preferem fazer as coisas do seu jeito.
Agem como aqueles que constrói sua casa na areia, como diz o texto de hoje – e como será grande a sua queda! O homem só será sábio se temer a Deus e for obediente à sua palavra. Assim, agirá como aquele quem constrói sua casa sobre a rocha e não precisa se preocupar com a força do vento e as tempestades, pois ela não cairá. Quem age assim reconhece sua dependência de Deus e assume seus erros perante o próximo, sem teimar.
Não devemos ser teimosos, seja em nosso relacionamento com as pessoas, seja em nossa vida espiritual. Deus espera que sejamos obedientes a ele, não obstinados. Enquanto insistimos em nosso caminho, estaremos longe do Senhor e de tudo o que uma vida de obediência e amor pode nos dar – no final, a vida eterna.
Se você tem agido com teimosia, mude de atitude! Se tem de conviver com pessoas teimosas, ore por elas, para que compreendam que o melhor caminho a seguir é o de Deus!
Desobedecer a Deus faz mal; desobedecer com teimosia arruína a vida.
Leia o Evangelho de São Lucas capitulo 6. 46-49.
Por que vocês me chamam “Senhor, Senhor” e não fazem o que eu digo? Lucas 6.46.
Texto extraído do livro Presente Diário 14
Como se vai apagando
Uma hora se vai algo pequeno e o pequeno não aparece mais, outra hora, outras coisas que o tamanho já não importa, pois a porta apesar de aberta não vê mais passar por ela coisa alguma que a atravessou um dia, uma hora, um momento. E assim um pontinho vai virando algo irreconhecível, uma nova figura, um novo desenho do lado de fora perdido na imensidão e do lado de dentro vazio. Palavras são ditas, atitudes são tomadas, consequências inesperadas por mentes pequenas que só conhecem e reconhecem a si mesmas.
Assim a chuva chega e lava e apaga os traços pelo caminho e depois de muito caminho andado não se tem como voltar, pois as migalhas demarcadoras já não estão lá. É como uma ideia que parecia incrível, fantástica, de tirar o folego que rapidamente se expressa com o grafite roçando o papel e neste roçar para lá e para cá. Freneticamente as linhas vão sendo escritas seguindo a empolgação que vislumbrou algo incrível no final onde a vista e coração alcançam. A cada palavra sobem os batimentos, emoções se acumulam, prazeres são experimentados e vivências são sentidas.
A pequenez de um ouvido que só ouve a se próprio vai corrompendo os atos, arrancando a empolgação, desmanchando as emoções, desmontando a sensação do que poderia ter sido, mas não foi. Perdido em meio a simulados, desatenções, descuidados, elucubrações irreais da falta da justa medida da igualdade da vida. Sentimentos escondidos nos ocos das árvores, mentiras expostas em vitrines coloridas, verdades protegidas por emaranhados espinheiros.
O grafite quebra, a folha rasga, o folego sustenta a corrida para longe, a linha se vai com a borracha, o vislumbre encara frente a frente a realidade e tudo vai se apagando. E tudo vai se transformando, a árvore podre cai, o espinheiro sede, e como no fim do carnaval as mascarás caem.
Tudo limpo, tudo claro, a chuva lava e alimenta, a lua cumpre seu ciclo e o sol deita a energia, o velho se transforma em húmus para alimentar de experiência o jardim. Ali então começa a surgir novo bosque, mais belo, mais forte, mais verdadeiro e escancarado, sem ocos, sem buracos, sombras belas, linhas novas iniciam novo livro, novos capítulos.
A vida é como uma viagem de avião, sempre produz emoções...mas é preciso um bom piloto para se chegar a algum lugar...
Na beira do ponto final desse ciclo universal, as lembranças mais fortes vem. É como se você estivesse em uma noite apenas a ouvir gotas de chuva caindo, e relâmpagos seguidos de trovões tenebrosos.
Ele sabe falar a palavra "amor" em todas as linguás e usa como isca e isso funciona perfeitamente, com seus dedos deslizando sobre seu piano, ele te enfeitiça com a mais doce das notas.
Seu olhar é intenso e frio, ele finge tão bem que consegue ser viciante e excitante.
Você é só mais uma vitima, não tente ser diferente e muda-lo, porque isso é a sua vida, é o seu oxigênio, sentir prazer é a sua droga.
" A política é como a arte; é preciso conhecer o belo e a estética, bem como sair das figuras abstratas."
As vezes a vida da um giro
E o que era muito importante
Perde totalmente a importância
Como se fosse um tiro
Rápido e letal...
Me flagrei pensando no futuro,
Um futuro sem você,
Pra não haver
Mais dor nem sofrimento,
O jeito é te esquecer...
Estou pensando no futuro,
Mas estou vivendo o presente,
Eu sinto muito mas sei que você não sente...
Me flagrei pensando no futuro,
É um lugar lindo todo colorido,
Onde você não existe,
Porque eu não te aturo mais...
Todos temos o bem e o mal
Dentro de nós, e você escolheu
O lado negro, agora vai viver
Em um mundo chato e fantasmal...
Estou pensando no futuro,
Mas estou vivendo o presente,
Eu sinto muito mas sei que você não sente...
Há muitas pessoas boas no mundo
Eu sei e eu acredito,
Mas quando se perde a confiança
A gente desconfia de todos e de tudo...
Com o coração na mão tentando te esquecer,
Eu sei que eu vou conseguir me livrar
De você, pois sou forte o bastante pra me conter...
Me flagrei pensando no futuro,
Um futuro sem você,
Pra não haver
Mais dor nem sofrimento,
O jeito é te esquecer...
Estou pensando no futuro,
Mas estou vivendo o presente,
Eu sinto muito mas sei que você
Não sente...
Nunca sentiu e nunca e vai sentir...
O jeito é te esquecer, eu sinto muito
mas sei que você não sente...
O problema do arrependimento é que nunca acreditas que vai acontecer contigo. Mas como o mundo não gira à volta de ninguém, problema teu.
O brasileiro, em geral, é obsediado por essa coisa chamada carnaval. É como desejar esgotar toda a ração de tristeza estocada em fevereiro.
"A vida de todo mundo é como uma longa calçada. Algumas são bem pavimentadas, outras, têm fendas, cascas de banana e bitucas de cigarro."
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Poemas sobre a família mostrando que ela é o nosso alicerce
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
