Ha como eu Queria q ela Soubesse
Amar não deveria ser complexo, como um quebra-cabeça
Talvez seja só…
ficar?
Sem esforço demasiado
sem medo
sem precisar traduzir o que se sente
Amar pode ser leve
como entregar um bilhete de amor
sem esperar resposta
Como quem segura a mão
sem precisar de motivo
E quando tudo parecer demais
basta estar…
Presença
cuidado
e um silêncio tranquilo
que não pede explicação
Talvez o amor
quando é de verdade
seja assim: simples
Dizem que houve um tempo
em que se encontraram
e, em silêncio, se amaram.
Não como quem começa,
mas como quem retorna
a algo que nunca terminou
algo que pereceu,
mas jamais cessou.
Havia entre eles
um reconhecimento sem nome,
não do rosto
mas da ausência que consome.
Um sentimento áspero,
capaz de estilhaçar a alma,
silencioso…
como dor que aprende a manter calma.
Como se carregassem,
em silêncio,
a memória de algo
que não chegou a ser vivido
mas ainda assim,
jamais esquecido.
E era real.
Porque nem todo amor
precisa existir no mundo
para existir de verdade.
Alguns permanecem
onde o tempo não alcança
na lembrança
do que nunca aconteceu,
ou na falta
de quem nunca se teve… mas se perdeu.
Separaram-se, como em todas as histórias.
Não por escolha,
nem por falha.
Mas porque há sentimentos
que não foram feitos para permanecer
apenas para atravessar…
e nunca pertencer.
Dizem que em outras eras
voltaram a se encontrar.
Com a mesma intensidade no olhar,
o mesmo silêncio a ecoar
mas com outros nomes,
outras vidas,
outros destinos.
E sempre havia algo:
um gesto contido,
um silêncio familiar,
um instante suspenso
no tempo esquecido
que os fazia quase lembrar.
Mas nunca por completo.
Talvez porque certos amores
não pertençam ao fim
nem ao começo.
Pertencem ao intervalo,
ao quase,
ao avesso.
E assim seguem:
não juntos,
não esquecidos,
mas eternamente próximos
do que nunca puderam ser
condenados não ao esquecimento…
mas ao eterno lembrar
sem jamais viver.
A vida é como se fosse um bolo pronto e você é o responsável por decidir confeitar este bolo com recheios e coberturas.
Assim como um copo de café, a vida e as bonanças do mundo somente são apreciadas por aqueles que sabem degustar.
As vezes nos passamos muito tempo gostando de pessoas que nunca lhe perguntarão como você está ou nunca te deu um abraço se quer e ainda nos gostamos de uma pessoa que, na verdade, não quer nada connosco.
ame os seus professores como se fosse parte da sua família porque os seus professores faz de tudo para ver você la encimar.
"Nada machuca mais do que ser tratado como um estranho por alguém que conhece todos os meus segredos."
"Personagem vazio, aparência que cansa, a mentira como terapia , um jeito dolorido de controlar o caos e a dor que a alma carrega."
SOU BELA, RECATADA E DO LAR!
SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente colorida; odeio maquiagem e exercícios localizados. A genética me favoreceu e - até o momento - me alimento de tudo sem muito engordar ou prejudicar minha saúde. Não me considero vaidosa, somente o suficiente para me sentir confortável, pois me cuido para me sentir bem e não para ser admirada. Odeio me preocupar com decotes em que preciso tapar com a mão para me curvar, saias curtas e justas em que eu tenho que ficar puxando enquanto eu ando ou cada vez que me sento, roupas transparentes demais ou agarradas demais que mostre ou marque cada detalhe do meu corpo. O fato de eu não ser vaidosa não significa que eu seja relaxada, do tipo que usa saia até o pé e camisas de mangas pra não ter que depilar as pernas e as axilas usando a desculpa de que a religião não permite. Amo perfume, mas não para substituir a higiene. Minhas roupas não são de marca, mas tem marca de patas e pelos de cachorros, é só lavar que sai... Acredito que a beleza está em não precisar ficar se enfeitando muito para ter que desmontar tudo na hora de dormir e acordar alguém irreconhecível.
SOU MODERADAMENTE RECATADA... Moderadamente porque não sou santinha e nem tenho a pretensão de ser, pois não levo jeito para ser hipócrita. Já fui sim meio porra-louca (ops, soltei um palavrão), na minha época de solteirice e juventude, fase em que nada nos intimida, amedronta e que não medimos muito as consequências dos nossos atos. Fazemos protestos por causas patéticas (e achamos bonito), nos revoltamos por idiotices, fazendo coisas que não resolvem os velhos problemas e ainda acrescentam novos. Já me importei demais com a aprovação e aceitação dos outros. Já fiz coisas para chamar a atenção e atrair admiração. Já experimentei coisas, por revolta ou mesmo curiosidade, buscando nelas um modo de ser quem eu nunca fui ou seria por causa de uma ilusória insatisfação de ser quem eu era. Eu já quis ser o que quisesse, quanto e até quando quisesse. Já quis ser o centro e o motivo das atenções. Já quis ser ouvida, falando o que vinha na cabeça e nos moldes do “doa a quem doer”. Enfim, poderia dizer que aproveitei bem tudo o que pude na juventude e solteirice, e que só me arrependo das coisas que não fiz. Já pensei assim, no entanto não penso mais. Hoje me dou ao “luxo” de ser mais recatada (no sentido de me resguardar, ser cautelosa, ponderada, criteriosa); e não só porque sou casada, mas principalmente porque ser porra-louca não me fez feliz. (Ops, falei palavrão de novo). O que ganhei sendo assim? O vício do cigarro, algumas decepções amorosas, relações oportunistas e rasas, olhares desejosos (outros invejosos e outros raivosos), noites sem dormir chorando ou “amando” quem não merecia, prazeres momentâneos de risos fáceis, fúteis e inúteis. Arrependo-me da maioria das coisas que já fiz e o que me conforta um pouco hoje é ter aprendido algumas lições, ainda que na dor, e ter tido a chance de corrigir algumas coisas sem me prejudicar ainda mais. O bom em conseguir se arrepender das coisas (e deixar de praticá-las) é ter a convicção de que não somos psicopatas, o que é um alívio! Na verdade, a ideia de prejudicar os outros sempre me incomodou e toda a minha porra-louquice prejudicou apenas a mim. (Cacete, falei palavrão mais uma vez)... Bom, eu disse que sou recatada e não santa, ok?).
SOU OPCIONALMENTE DO LAR... Fui criada pra casar, mas não tive casamento planejado e nem fui dada através de dote num casamento de conveniência. Ainda bem que algumas coisas melhoram com o tempo e o casamento por amor foi finalmente admitido (mesmo nas famílias nobres, ainda que alguns se utilizem de chantagem ameaçando deserdar filhos desprendidos de status). Fui educada pro casamento - por amor - com um homem de bem, direito, responsável, respeitoso... Enfim, atributos automáticos de quem ama... Na verdade o que minha mãe me aconselhava era casar por amor e de preferência com alguém que me quisesse como esposa pelo mesmo motivo, pois ela queria me ver uma mulher realizada. Mas paralelamente, ela me incentivava a estudar, trabalhar e buscar minha independência e realização pessoal. Muito sábia minha mãe! No entanto, nasci numa geração em que a sociedade jovem já pedia por mudanças... As meninas já não aceitavam mais serem as “Amélias”; e os meninos, quando não “saiam do armário”, exigiam dividir a conta e não abriam mais a porta do carro, afinal, as mulheres estavam ficando cada vez mais “independentes” e cada vez menos “românticas” (quando não eram interesseiras e preferiam joias em vez de flores ou caixa de bombons). E eu cresci nessa geração meio doida, sempre ficava dividida entre conservar tradições ou me livrar delas aceitando novos valores. Como ser alguém normal? Sobrevivi, tive uma boa educação em casa, me formei, trabalhei bastante (ainda trabalho) e me tornei uma mulher com muita bagagem e maturidade precoce, apesar de não parecer pra quem vê esse meu rostinho "de 15" e não conhece minha história. No entanto, meu maior sonho sempre foi o de constituir uma família. E após diversas tentativas frustradas, pude finalmente conhecer o amor. Sim hoje eu sei o que é o amor e tenho certeza de que não foi nada daquilo que vivi antes (pena ter demorado tanto para conhecê-lo). Casei-me, da forma moderninha que já está batida (juntando as escovas de dente), com um homem que não é rico e não me dá joias, porém me proporciona o que de mais precioso pode haver numa relação. Entendi o significado de ser esposa, que não é o de andar atrás (à sombra do marido), nem tampouco à frente, e sim ao lado. Tive a sorte de ter como esposo um amigo, um parceiro, um cavalheiro que faz questão e se sente honrado em ser o provedor do lar e um homem de família. Não me proíbe de trabalhar, mas tenta me proteger de ter que enfrentar estresses e aborrecimentos, seja de condução lotada, trânsito, ou de passar mais de oito horas na rua aguentando pressões externas e principalmente sem valer o esforço; tendo inclusive de lidar com o fato de que neste país talento e capacidade é o que menos importa e não enriquece ninguém. Ele me deixa a vontade para escolher, pensar, agir e fazemos isso sempre juntos... Mas tenho ciência de que a cada escolha há uma renúncia e definitivamente não quero correr o risco de sacrificar meu casamento, pois sei como é difícil chegar bem em casa depois de um dia cansativo na rua e não ter a mãe pra fazer a janta e colocar comida no seu prato. Então, sou do lar sim! Um lar de amor, paz, companheirismo, respeito, onde um não faz nada sem a aprovação do outro, onde um conhece muito bem o outro, onde um coopera com o outro e ambos trabalham juntos em prol do bom funcionamento desse lar. Um lar acima de tudo cristão no qual o Senhor habita, tendo como projeto perfeito de Deus a união da uma só carne em que um é dependente (e suficiente) ao outro e ambos de Deus.
Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar.
Ass: uma esposa, com orgulho!
Assim como o amor a Deus começa com o ouvir da Sua Palavra, o início do amor pelos irmãos é aprender a ouvi-los.
A maior graça da pregação é encontrar Cristo, conhecê-lo, adorá-lo e desfrutá-lo como nosso maior tesouro.
Quando apontamos os defeitos alheios, muitas vezes estamos usando o outro como um espelho para não encarar nossas próprias sombras,defesas e feridas.
Assumir essa vulnerabilidade exige coragem e maturidade.
„A vida é como uma história em branco, e você é o seu próprio autor, mas você não sabe como sua obra terminará”
Johan Victor.
A vida é como uma prova, e as adversidades nosso tutor, então temos de tratar cada decepção, uma falha como um conhecimento novo, para prosseguirmos em frente e alcançarmos um novo objetivo.
”Se conheça, o que te deixa feliz? Como você age quando está triste ou irritado? O autoconhecimento não é uma palavra mágica, mas te ajuda a tomar melhores decisões na sua vida.
Reflita.”
A melhor decisão que tomei na minha vida foi quando resolvi dar meu silêncio como respostas aos tolos. Enquanto eles achava que era medo, dentro de mim algo falava: Deixem-os na dúvida palavras em excesso se tornam desnecessárias quando não são para edificar.
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