Ha como eu Queria q ela Soubesse

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Às vezes me pego pensando em como seria minha vida se tivesse feito diferentes escolhas... Acho que esses pensamentos estão começando a tomar conta do meu dia a dia. Eu já não me sinto mais vivendo o agora. Sinto que o que eu vivo é uma escolha errada que tomei anos atrás e agora já não tem mais volta. Às vezes quando eu sonho me sinto em uma de minhas boas escolhas, e, ao acordar, volto na realidade dessa "escolha errada"... Sei lá, já não sei o que fazer.

"Como a realidade deve ser chata, para quem não tem o dom da imaginação."

O fundo é o que menos espera.
O futuro é agora.
O mar é como um vento.
Nada se encontra, mas você o pode sentir. ★
Então o que estamos esperando? Nada, só se aprofundar nele. †

coração que pensa não bate


Como seria o olhar do mundo


Se todo coração pensasse

⁠Mudar estilo de vida não é meter o loco
Você só muda seu comportamento
Se mudar a forma como você pensa

⁠Será que ainda me AMAS como antes?

Entre as lacunas dos dias cinzentos,
Teus vácuos me envolvem, me consomem.
Cada ausência tua é um golpe,
Que minha alma silente não nomeia.

No vazio das tuas não-respostas,
Minha mente vagueia, inventa dores.
Imagino cenários de tua indiferença,
Crio fantasmas de antigos amores.

Teu silêncio é um mar que me afoga,
Um abismo que me puxa para o fundo.
Cada ausência tua é um grito mudo,
Ecoando incertezas pelo mundo.

E nos labirintos da minha mente,
Surge a dúvida cruel que me devora.
Será que ainda me amas como antes,
Ou teu amor se perdeu, foi-se embora?

Cada vácuo teu é uma punhalada,
Uma sombra que assombra meus dias.
Tua ausência é dor constante e fria,
Que esmaga esperanças, rouba alegrias.

No silêncio, meu coração grita,
Num desespero que tu não escutas.
Teus vácuos são feridas abertas,
Que sangram medos e amargas dúvidas

memória apagada


me apagou da sua memória feito arquivo,
como quem fecha uma janela sem olhar o céu.
fui palavra que não coube na tua página,
fui verso que não rimou com teu tempo.

e no teu gesto simples, quase sem peso,
desinstalou-se o que em mim era inteiro.
não houve drama, nem despedida
só o silêncio de quem não quer lembrar.

mas eu, que ainda guardo tua voz em pastas invisíveis,
sigo abrindo arquivos que você renomeou como nada.
sigo lendo entre linhas o que você quis esquecer,
como quem revisita cartas que nunca foram enviadas.

porque há amores que não se apagam,
mesmo quando deletados.
eles ficam —
em cache, em sombra, em sonho.
em mim.

24/10/25

Vejam bem, jovens...
​Não sejam como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio. Se você não tem quem o ensine, mas quer ter entendimento, leia muito e procure compreender o que Deus quer lhe ensinar na Bíblia.

Tentar adquirir experiência apenas com teoria, é como tentar matar a fome apenas lendo o cardápio

Oração de Força e Propósito



“Deus, assim como sustentaste José em cada desafio, sustenta-me também.



Dá-me saúde para continuar, coragem para enfrentar as injustiças e sabedoria para agir com excelência, mesmo nos momentos difíceis.



Que eu nunca perca a fé nos sonhos que colocaste no meu coração,



e que cada passo, mesmo nos vales, me leve ao propósito que preparaste para mim.

Amém.”

A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.

Raízes aladas do morro rasgam o solo seco, voando pro fundo do céu como samba enlouquecido no carnaval. Espelhos devoram sombras próprias, refletindo vazios que gingam frevo bêbado nas ladeiras. Flores de ipê brotam em bolsos de relógios parados, ticando silêncios eternos sob o sol de Copacabana. O peso de uma asa de papagaio esmaga galáxias de pó de purpurina, enquanto rios do Amazonas invertem o fluxo, subindo em espirais de névoa úmida. O eco de um pandeiro constrói muralhas de vidro frágil, como promessas de político em ano de eleição. De repente, o caos se aquieta no batuque da vida: essas raízes são os laços da favela ao firmamento, voando pro abismo celeste da alma brasileira. No fundo do céu, o samba-enredo revela o lar — frágil, mas eternamente nosso.

"As pessoas observam a situação que voce está
vivendo e tendem a julgar como se você estivesse
fazendo exatamente o que elas fariam se
estivessem no seu lugar."

É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.

O Sentimento Sem Nome


É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.
Talvez não tenham conseguido dar um nome a esse sentimento porque ele não cabe em letras. É uma experiência que desafia a lógica do ego. Em um mundo que nos ensina a competir, a olhar para o lado para medir o nosso próprio sucesso, sentir o coração vibrar pelo troféu que está nas mãos de outra pessoa é um ato de rebeldia silenciosa.
É quando a pele arrepia ao ver um amigo realizar um sonho que não é o seu. É quando o sucesso de alguém que amamos não nos faz sentir "atrás", mas sim impulsionados. É a consciência de que a luz do próximo não apaga a nossa; pelo contrário, ela ilumina o ambiente onde todos estamos.
Pode chamar de Mudita, de Confelicidade ou de Compersão. Mas, na falta de uma palavra que todos conheçam, a gente chama de amor em estado de gratuidade.
Porque, no fim das contas, quem consegue se alegrar com a vitória do outro já venceu a maior de todas as batalhas: a contra o próprio ego. É um sentimento que não precisa de batismo, pois quem o sente já conhece a sua tradução mais fiel: paz.

"O vício é uma lição gramatical: assim como o C vem antes do D, tudo o que vicia começa com C para ir em busca do D de dopamina."
— Heremita de Araúxa.

A Flor Efêmera

A vida é como uma delicada flor.
Desabrocha lindamente
com suas delicadas pétalas.
Contudo, logo murcham e caem,
pois a sina de toda beleza
é desvanecer.

Já que a vida é breve e fortuita
Carpe Diem!
Viva intensamente e deliciosamente,
pois não há tempo a perder.
Antes que suas pétalas caiam
e sirvam de adubo
Para novas flores.

⁠Linda
Linda
Linda…
Repito como quem tenta convencer alguém
de algo que ele insiste que sabe.


Linda por dentro,
linda por fora,
mas o olhar de fora é raso, é curto, é superficial,
e fica ali - como se fosse tudo.


E ela sorri, agradece,
como quem aceita um elogio que não merece.
Pois não é nem metade do que ela é.
Porque por trás da casca elogiada
existe uma menina silenciosa,
carregando dúvidas que ninguém vê.


Uma menina que não se enxerga,
que se mede por espelhos distorcidos,
que acredita mais nas ausências
do que nas presenças que a cercam.


Linda…
mas não dessa beleza que passa,
que se desgasta com o tempo
ou se perde com atitudes.


Linda de essência,
de pensamento,
de palavras,
de uma risada que contagia o ambiente.


Linda na forma de ouvir,
na forma de entender,
na forma de existir sem precisar provar nada - mesmo achando que precisa.


Linda personalidade,
que melhora ambientes sem perceber.
Linda voz,
que carrega uma paz que ela mesma não escuta.


Linda…
e eu repito,
não por falta de palavra,
mas por falta de algo que a enxergue inteira.


Porque eu a vejo
como ela não consegue se ver.


Vejo a inteligência escondida nos detalhes,
o humor leve que salva dias ruins,
a presença que faz falta
mesmo quando ela acha que é só mais uma.


Vejo alguém raro,
de verdade,
daqueles que não se encontram fácil
e que o tempo deveria ensinar a valorizar.


Mas ela…
ela insiste em reduzir tudo
a um único reflexo.


Ela aceita ser “linda”
como se fosse muito,
como se fosse tudo,
como se fosse só isso.


E isso…
isso é o que mais dói.


Porque ser linda, pra ela,
virou limite —
quando na verdade
era só o começo de tudo que ela é.

Como seria bom se os problemas se esvaziassem nos copos de bebidas, mas o problema é que sempre voltam a ficar cheios.

A Analogia do Tecelão e a Tapeçaria:


​Imagine a história da humanidade como uma imensa tapeçaria. O passado forneceu os fios de ferro do patriarcado rígidos, pesados e impostos.


O presente é o momento em que as mãos femininas, antes forçadas apenas a fiar, agora decidiram redesenhar o padrão.


O futuro é o tecido que ainda não existe, mas cuja suavidade e resistência dependem da coragem de quem corta os nós do preconceito hoje.