Grandes Pensadores
Coletividade é entender que, enquanto indivíduos, não somos a órbita, mas que giramos em torno dela.
As ameaças que recebo não me desviam do propósito; pelo contrário, fortalecem minha confiança em Deus.
As veias gritam nos calcanhares
No gesto, fazem-se muda e não reclamam
Até brincam com suas dores
As gargalhadas, trajadas de alma, voam
Não falta humor de causar inveja às ditas disfarçadas
O desespero não é seu perfil
Um jardim que floresce no silêncio
Vaidosa, típica guerreira de sangue nos olhos
Alma forasteira sob saltos
Sou um adepto
De quentes melodias
Composta por almas intensas
Com aquele refrão de poesia faminta
Pra cima
Na dança com infinito
É atenção que me instiga
Para o deleite das causídicas e dos causídicos, relembramos duas citações no Senado Romano antológicas do legado do grande Cícero: “Habemus reum confessum — non in verbis, sed in facto, in timore, in oculis tuis (Temos o réu confesso — não em palavras, mas nos atos, no medo, nos teus olhos)”. E outra: “Nox testis fuit, sed aurora veritatem revelavit (A noite foi testemunha, mas a aurora revelou a verdade).”
O que ensino não é para glória pessoal, mas sim, para que meus discípulos possam sobreviver do perigo e enfrentar com honra as provações da vida.
A verdade que molda o caráter do guerreiro não é imposta pela espada, mas sim pela vontade que guia a lâmina.
A única musica que eu quero ouvir, é a das batidas de seu coração ,o único beijo que eu quero provar é o teu, o único calor que eu quero sentir é o calor de teu abraço,o único sonho que vale apena sonhar , é aquele com você .Talvez um dia isso aconteça , mas até lá eu vou esperar dançando, ao som do seu coração e em um sonho profundo contigo!!
Duas almas habitam no meu peito, uma da outra separar-se anseiam: uma com órgãos materiais se aferra amorosa e ardente ao mundo físico; outra quer insofrida remontar-se de sua excelsa origem às alturas. (Fausto)
Ao constatar quão pouco valemos uns para os outros, tenho vontade de rasgar o peito e arrebentar a cabeça. Ah! Ninguém poderia me dar o amor, a alegria, o ardor e o prazer que me faltam, nem eu poderia fazer feliz quem, diante de mim, mostra-se sem ânimo, sem forças.
Certa vez ouvi de um filósofo que: " Tudo que está sendo dito hoje, já foi dito por todos os filosofos no decorrer da história. Fui até minha casa e pensei: Puxa será que até sobre coisas não existentes como no caso da INTERNET?. Eu já estava convicto que o filosofo estava equivocado. Foi quando abri e li a República de Platão e lá pelas tantas vi o mito do anel de GIGES, poxa percebi que o anel atribuía poderes mágicos da invisibilidade, tal qual acontece com o usuário de internet hoje na atualidade. Platão que nunca teve Facebook, explica no mito do anel de GIGES o que muitos fazem hoje em dia.
"....a isso, porei justo raciocínio, e é o seguinte: não estás falando bem, meu caro, se acreditas que um homem, de qualquer utilidade, por menor que seja, deve fazer caso dos riscos de viver ou de morrer, e, ao contrário, só deve considerar uma coisa: quando fizer o que quer que seja, deve considerar se faz coisa justa ou injusta, se está agindo como homem virtuoso ou desonesto".
O filho de Tétis (Aquíles), o qual para não sobreviver à vergonha, desprezou de tal modo o perigo que, desejoso de matar Heitor, não deu ouvido à predição de sua mãe, que era uma deusa, e a qual lhe deve ter dito mais ou menos isto: — "Filho, se vingares a morte de teu amigo Patróclo e matares Heitor, tu mesmo morrerás, porque imediatamente depois de Heitor, o teu destino está terminado".
Ouviu tais palavras, não fez nenhum caso da morte e dos perigos, e, temendo muito mais o vigor ignóbil e não vingar os amigos, disse: — "Morra eu imediatamente depois de ter punido o culpado, para que não permaneça aqui como objeto de riso, junto das minhas naus recurvas, inútil fardo da Terra."
Crês que tenha feito caso dos perigos e da morte? Porque, em verdade, assim é: onde quer que alguém tenha se colocado, reputando-o o melhor posto, ou se for ali colocado pelo comandante, tem necessidade, a meu ver, de ir firme ao encontro dos perigos, sem se importar com a morte ou com coisa alguma, a não ser com as torpezas...
