Grandes Amigas
As redes sociais virtuais não correspondem tudo aquilo que concretamente vivemos em nosso dia a dia.
Aquilo que não tem remédio, remediado está:
Dê um passo de cada vez.
Concentre-se apenas no que estiver ao seu alcance.
Aquilo que estiver fora do seu alcance, não depende de você — ou — não pertence à você — , use o bom senso, faça aquilo que você puder fazer, da melhor maneira possível, sem jamais se prejudicar.
E siga em frente, porque as coisas se resolvem por si mesmas, naturalmente, em seus próprios tempos — cedo ou tarde, bem ou mal, mas se resolvem.
Seguidores seguem pessoas por motivos diversos, inclusive sem motivo algum, e não necessariamente pelo talento.
Não seja um "maria vai com as outras", pois pode haver uma grande probabilidade de você não voltar.
Nunca ame ninguém mais do que a si mesmo; nem mesmo seus pais, nem mesmo seus filhos. Isso se chama amor-próprio.
Um mau-caráter pode ser capaz de tudo, inclusive simular e dissimular seu próprio caráter, mas alguns conseguem percebê-lo tal como ele realmente é.
A base fundamental para o bem-estar de qualquer relacionamento é cultivar um profundo amor-próprio.
Um mau-caráter tende mais ao autovitimismo, mas nem todo autovitimista é mau-caráter; geralmente, é doente.
Se fazer de vítima" é dar uma de "coitadinho" sem ser, com o intuito de despertar a pena alheia, sempre com segundas e terceiras intenções; mas, sem um diagnóstico que comprove algum transtorno psicopatológico que justifique tal comportamento, é uma "tática", consciente ou inconsciente, para justificar erros ou obter vantagens de alguma forma. Nesse caso, está relacionado ao desvio de conduta, e não com sintomas de transtornos mentais. Ou seja, esse autovitimismo nem sempre está ligado a alguma doença, mas sim ao desvio de caráter e à incapacidade de autocrítica, entre outras coisas.
