Grandes Amigas
➳Quando me perguntam se tenho amigos, respondo que não. Guardo poucos da infância com carinho, mas hoje vejo que a amizade verdadeira ficou rara em um mundo cheio de competições. Não disputo nada com ninguém.
Prefiro a quietude de poucos laços antigos à pressa das conexões modernas. Em um mundo que insiste em competir, escolho não disputar espaço. Minha caminhada é silenciosa, minhas memórias de infância são raras, e meu único confidente é Deus.ღ
Quando um amigo te pede dinheiro,
você tem que estar preparado
para perder o amigo, o dinheiro
ou os dois.
Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.
Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.
Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.
Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.
Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.
É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.
E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.
É Jacó mancando depois de muito insistir…
É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.
A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.
Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.
O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.
Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.
É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.
Ninguém vive Só, mas ninguém sobrevive mais Sozinho do que quem vive querendo ser Amigo de
todo mundo.
Há uma diferença bastante silenciosa — e muitas vezes ignorada — entre estar cercado e estar acompanhado.
Quem tenta caber em todos os círculos acaba se diluindo em cada um deles.
Vai se moldando tanto ao gosto alheio que, no fim, já não sabe mais qual é o próprio sabor.
E assim, na ânsia de pertencer a todos, deixa de pertencer a si mesmo.
A necessidade de agradar indiscriminadamente costuma nascer de um medo antigo: o da rejeição.
Mas há um preço muito alto em trocar autenticidade por aceitação.
Relações construídas sobre concessões constantes não criam raízes, apenas vínculos frágeis que dependem de manutenção exaustiva.
E o mais curioso é que, mesmo rodeado de gente, esse esforço contínuo é raramente recompensado com profundidade.
Amizade de verdade não exige ubiquidade, exige verdade.
Não se trata de quantos cabem à mesa, mas de quem permanece quando a mesa já não oferece nada além de silêncio — ainda que agridoce.
Quem tenta ser amigo de todo mundo, no fundo, vive evitando o risco essencial de qualquer relação genuína: o de não ser aceito por alguns para ser verdadeiramente reconhecido por muito poucos.
Há uma solidão deveras peculiar em nunca poder ser inteiro.
E talvez a nossa Verdadeira Liberdade comece justamente quando aceitamos que não é preciso sermos tudo para todos — porque, ao fim, é isso que finalmente nos permite ser algo bem real para alguém.
Entre minhas historias das noites cariocas, me lembro bem do saudoso amigo o grande cronner Jamelão, como gostava de ser chamado. Sempre ouvia ele a cantar nos fins de noite no antigo Café Nice, na Avenida Rio Branco no centro do RJ. Todo embecado de smoking no ápice da elegância masculina. Conhecido internacionalmente como black-tie que eu falava para ele que era alugado na Casa Rolas que ficava na Avenida Augusto Severo, mas ele sorria e negava, e ele me falava carinhosamente com ar de deboche, sai fora moleque.
Eu e Caio Mourão, fomos parceiros e amigos íntimos, na troca de experiências no que tange técnicas de trabalho do metal e técnicas de lapidação. Nos encontrávamos quase que três vezes por semana em seu atelier em Ipanema. Com isto, em pouco tempo me tornei consultor e marchand de suas obras de pintura e esculturas realizadas em aço. Freqüentei durante anos seu refugio criativo em Iguaba, na região oceânica do Rio de Janeiro como também por diversas vezes encaminhei para restauração e mesmo negociei, a seu pedido obras de arte de se acervo particular. Com isto guardo grande ternura pela família, em especial a filha Paula Mourão, que deu continuidade ao Atelier Mourão em Ipanema, como centro de excelência na formação.
Além de parceiro, amigo íntimo, consultor e marchand de Caio Mourão, fui discípulo no conceito da arte jóia de autor. Não um mero lapidário e ourives copista de modelos e padrões estrangeiros mas um artista plástico joalheiro brasileiro, seguindo a corrente do pensamento e do oficio da arte dos metais da escola da moderna joalheria brasileira pós Caio Mourão. Em si Caio, foi um divisor entre o ensino técnico da ourivesaria e o desdobramento para ser um artista plástico joalheiro, e com isto passar a criar, a Arte Jóia assinada. Destruindo a atribuição genérica usual de valores pela gramatura por peso da obra e passando para a valorização pela idéia, criatividade e a execução.
Se ela traiu pra ficar com você, amigo, ela vai te trair pra ficar com outro.
___E isso é um fato_
Sim.
😬🤣
Maridos que não se
importam com as amizades
masculinas de suas esposas
geralmente se tornam pais
de crianças que não foram
geradas por eles.
______Sim__
🤗
Rap amizade
. [Verso 1]
Queria nesse instante poder te abraçar,
mas meus braços curtos não conseguem alcançar,
a distância machuca, tenta enfraquecer,
mas quem mora na mente nunca deixa de viver.
Me desculpa se a vida me afastou de você,
se o silêncio por vezes não deixou transparecer,
mas amizade verdadeira não desaparece assim,
ela cria raiz forte dentro de nós até o fim.
[Pré-Refrão]
O tempo passa, o mundo gira sem parar,
mas existem sentimentos que não sabem acabar,
cada lembrança guardada dentro do coração,
é prova que amizade não conhece solidão.helaine Machado
Música — A Amizade
Helaine Machado
Verso 1
A amizade é um presente,
que faz a vida florescer.
Nos dias tristes ou felizes,
é bom ter você.
Helaine machado
Amar não é só gostar, amar precisa de convívio entre as partes, precisa de respeito, amizade, carinho, fidelidade também de ambas as partes. Se você acha que conheceu uma pessoa rápida e acha que está amando, está se enganando, tenha cautela, o coração é engano.
Quem está na sua vida, é porque ainda precisa de você, seja por amizade, apoio, amor ou alguma outra razão.
Quem se afasta da sua vida, é porque, por algum motivo, não precisa mais de você da mesma forma, ou talvez tenha encontrado o seu caminho sem a sua presença.
Quem permanece ao seu lado, sem pedir nada em troca, sem interesse, sem necessidade, é porque realmente ama estar com você, independente das circunstâncias. Isso é uma escolha verdadeira, que vai além de qualquer obrigação ou necessidade.
A diferença de um amigo e um inimigo é muito pouca; é que o amigo está contigo até você prejudicar a amizade, e o inimigo está contigo até te prejudicar; mas no fundo, ambos têm o mesmo objetivo: estar contigo sem ser prejudicado.
Se você não vive como sente vontade, vai viver como sua família quer, como seus amigos querem, como seu patrão quer, como a sociedade quer, como o mundo quer. Vai seguir expectativas, cumprir papéis, se encaixar no que esperam de você. Mas, no fim, vai esquecer de viver como realmente quer.
Não é na roda de amigos, nem no convívio familiar, nem na presença de pessoas que se descobre como você realmente está; quem você realmente é é na companhia solitária de si mesmo.
