Grandes poesias sobre Vida
A pior calamidade para a humanidade não é a guerra ou o terremoto. É viver sem Deus. Quando Deus não existe, se admite tudo. Se a lei permite o aborto e a eutanásia, não nos surpreende que se promova a guerra.
Eu escolhi viver de escolhas, não de chances, ser motivada, não manipulada, ser útil, não usada, me sobressair, não competir. Eu escolhi amor próprio, não auto piedade. Eu escolhi ouvir minha própria voz, não a opinião dos outros...
Já foi tempo que eu baixava a cabeça perante essa sociedade hipócrita na qual vivemos! Depois que descobri o meu verdadeiro eu e passei a me aceitar e a me respeitar como ser humano, igual a qualquer outro, coloquei como prioridade a minha felicidade e deixei de lado o robô no qual a sociedade fazia questão de controlar! Viver é uma arte, só passamos a viver realmente na hora que nos aceitamos da maneira que somos e não da maneira que querem que sejamos!
Vivemos em uma época primitiva... nem selvagem nem sábia. Medidas paliativas são a sua maldição, qualquer sociedade racional ou me mataria ou faria algo de útil comigo.
Hipócritas! Pessoas oportunistas que vivem de fazer críticas aos seus semelhantes e, na presença destes, se dizem amigos e tentam tirar proveito da situação.
Que hoje possamos viver tudo aquilo que Deus preparou para nós! Para cada um há uma bênção especial no dia de hoje. Que saibamos recebê-lá e desfrutá-la!
Vamos falar besteiras e coisas engraçadas porque vivemos o tempo todo falando de coisas serias que até agora não resolveram os problemas do mundo. Sorria.
O dia que eu ouvir alguém dizer “não vivo sem você” eu saio correndo. Vai aprender a viver sozinho para viver comigo! Não quero ninguém que tenha medo de me perder, quero alguém que não queira me perder. São coisas bem diferentes. O medo de perder não quer dizer que você ama a outra pessoa, quer dizer que você não se ama e não quer ficar sozinho. O não querer perder é o simples fato de preferir estar junto.
A melhor forma de você esquecer um amor do passado é deixar ele no passado mesmo e viver o presente apenas para você mesmo.
Em última análise, viver não significa outra coisa se não arcar com a responsabilidade de responder adequadamente às perguntas da vida, pelo cumprimento das tarefas colocadas pela vida a cada indivíduo, pelo cumprimento da exigência do momento.
Talvez a gente se decepcione se confiar demais, porém, viveremos em tormento se não confiarmos o suficiente.
O homem que vive da própria imagem projetada não suporta o isolamento, o confronto solitário com a própria miséria (que é a experiência diária do fiel cristão). Isolem-no, e ele ruirá como um castelo de areia.
Não tenho medo de viver sem você, eu tenho é medo de me desapaixonar. Se isso acontecer, por quem eu vou sofrer? de quê eu vou escrever?
Vivemos numa época pós-tudo.Pós Marx,pós Freud, pós Kelsen.Alguns de nossos melhores sonhos de juventude não se realizaram.Não vivemos em um mundo sem países,sem miséria.Não soubemos criar ainda um tempo de frtaernidade e de delicadeza.Não há sequer uma boa utopia à disposição.
Um segundo para me apaixonar, uma semana para te namorar, uma década para viver com você, um século para sofrer por você e uma eternidade para te esquecer.
Nascemos, vivemos, morremos. Às vezes, não necessariamente nessa ordem. Colocamos as coisas para descansar, apenas para ressuscitá-las de novo. Então se a morte não é o fim, no que ainda podemos contar? Porque não dá para contar com nada na vida. A vida é a coisa mais frágil, instável, e imprevisível que existe. Na verdade, só temos certeza de uma coisa na vida...
Já a maioria das pessoas hoje consegue viver de acordo com o ideal capitalista-consumista. A nova ética promete o paraíso sob a condição que os ricos continuem gananciosos e dediquem seu tempo a ganhar mais dinheiro, e as massas deem rédea solta a seus desejos de paixões – e comprem cada vez mais. Essa é a primeira religião na história cujos seguidores realmente fazem o que se espera que façam. Mas como temos certeza de que, em troca, teremos o paraíso? Nós vimos na televisão
Eu sei que eu nunca vou amar ngm como eu amo você, mais eu não posso ficar vivendo na esperança de um dia ter você de volta. E sendo assim a Minha vida segue!
Vivemos numa época de muitos amores e de pouco amor. De muita superficialidade e pouca riqueza interior.
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço. Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte. Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário-geral do coral. As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa... Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial!
Nota: Adaptação do texto "Tempo que foge!", cuja autoria tem vindo a ser erroneamente atribuída a Rubem Alves e Mario Andrade.
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