Grandes poesias sobre Vida
"Se você acredita em vida após à morte, não coma bicho, planta, fruta nem qualquer outro ser vivo ou morto. Já imaginou uma melancia "voltando" e, por vingança, esborrachando-se na sua cabeça? Pois Zé! Ah, o Cerumano!"
Texto Meu 0974, Criado em 2020
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Quem surta tem hábito de agredir e/ou tirar a vida de outros, só de outros. Não são habituais casos de surtarem contra si. Não desejo uma coisa nem outra, mas é o que se tem noticiado!"
Texto Meu 0981, Criado em 2020
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"Como eu já disse alhures e algures, o problema em ser Carnívoro (e acreditar em Vida Após à Morte) é que o porco, dono daquela costelinha, pode voltar e 'puxar sua perna'. HeuHein e Ah, o Cerumano!"
Texto Meu 0983, Criado em 2020
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"Tenho muito o que aprender nessa vida, notadamente quando falam em sobrevoo perto de mim. Afinal, existe algum voo que não seja sobre? Oxente!"
Texto Meu No.1061, Criado em 2022
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Existe o amor da sua vida e o amor para a sua vida.
O amor da sua vida é aquele que deixa marcas profundas. Mesmo quando não dá certo, permanece em algum canto da memória e do coração, como um ponto fraco que o tempo pode até amenizar, mas dificilmente apaga.
Já o amor para a sua vida é aquele que se constrói no cotidiano: com respeito, diálogo, maturidade, parceria e a escolha constante de permanecer. Não vive apenas da intensidade do sentimento, mas da segurança de saber que existe reciprocidade, cuidado e vontade de fazer dar certo.
Vivemos muitos amores, mas só dois deixam marcas: o que dá certo e o que gostaríamos que desse certo.
Talvez seja esse o maior dilema da vida: ficar com alguém pelo qual você daria o mundo ou permitir-se construir um novo mundo com alguém que te ama e conquista todos os dias.
Vive a felicidade plena quem encontra esses dois amores na mesma pessoa.
É fácil se perder na vaidade, na correria, nas cobranças e nas distrações da vida.
Aos poucos, podemos nos afastar dos valores, princípios e convicções que antes orientavam nossas escolhas.
Muitas vezes, é uma decepção, uma perda ou um momento de dor que nos faz perceber esse desvio.
Voltar ao caminho exige humildade para reconhecer os erros, coragem para mudar e disciplina para reconstruir o que foi deixado de lado.
Não é um processo rápido nem confortável, mas é justamente nele que recuperamos nossa força, nossa identidade e nosso propósito.
A vida exige coerência entre aquilo que acreditamos e a forma como vivemos. Não controlamos tudo o que acontece, mas podemos escolher, todos os dias, a direção que queremos seguir.
Por isso, reencontrar a si mesmo é mais importante do que simplesmente chegar a algum lugar. Quando voltamos a viver de acordo com nossos valores, cada renúncia, cada esforço e cada passo passam a fazer sentido.
O caminho de volta é árduo, mas o destino faz valer a pena. Viver em paz com a própria consciência e saber que estamos, finalmente, no lugar onde deveríamos estar.
Parede de Vidro
Fico aqui imaginando uma vida sem você...
Uma realidade onde posso ser feliz,
sem precisar contar contigo...
Deixar de estar atrás dessa parede de vidro,
onde te vejo, mas não posso te tocar...
E te sentir é o que mais preciso...
Mas vou ficar bem...
Em um universo onde você não existe...
Fingindo que o meu coração
não estar acelerado...
Que a minha alma não está quebrada.....
Que o que mais queria
é voltar para a parede de vidro.
Porque eu sei quem você é...
Você é um estranho que me completa...
Que quero ter você sempre comigo,
mesmo que seja pela parede de vidro...
Porque chamam de doença,
dizem que é ansiedade...
Se o que eu sinto
é apenas um amor de verdade.
Faltou palavras para dizer -
O que sinto por você...
Faltou palavras agora eu sei...
É tarde demais...
Todos os que foram antes de mim deixaram uma marca um sim um não, os pros e os contras de uma vida a ser preenchida para não viver no vazio, me ensinaram a lutar pois quando entrei na imensidão do mar nao encontrei o vazio, e sim as ondas que me puxaram para dentro de mim, para ponderar e sentir o medo,tambem me ensinaram a caminhar na terra quente e sentir na pele, a dor. me ensinaram a perdoar muito no seu leito moribundo, me ensinaram a reconhecer meu erros.
E que para desfrutar a abundância eu teria que trabalhar e muito e que herança tem um grande significado, não espere muito tempo, pois também acaba e também passa, pois sim eu passei, por muito mais que muitas pessoas passaram em uma só vida aqui, e aprendi também, a plantar uma semente e acreditar que mesmo na escuridão dos nãos ela germinara se tornará uma árvore bela e frondoza que dará flores e frutos, e depois de tudo, suas folhas irão fertilizar o solo para brotar inundando a primavera de flores.
Sonia Solange da Silveira
A FORÇA DA VIDA
*"Os nossos dia mês e ano, sempre dependerão do que projetamos em nossa mente; nossas vidas são exatamente isso: o que vimos e projetamos. Extrair dos pensamentos e emular na concretude, portanto, se trata de ver, crer, e empreender a força dos pensamentos.*
*Há um poder imenso nessa assertiva; o poder que Deus nos deu!"*
(Victor Antunes)
A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.
A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.
Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.
Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.
Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.
Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.
No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.
Outubro ou nada!?!
Que nem a seriedade cobrada pela vida adulta consiga distrair a graça da criança que ainda vive em nós!
Amém!
Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!
Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!
Liberta, Senhor!
Arrebentai as Sandálias do Remorso de todos que revisitam as lembranças dos que partiram antes de nós!
Saudades, sim — Tristeza, não!
Amém!?!
Porque a Saudade, por si só, já é estrada longa o bastante — feita de Memórias, Silêncios e Ausências que aprendem a conversar conosco.
Mas há quem caminhe por ela ferindo os próprios pés, calçado com as sandálias do arrependimento.
São passos, às vezes, demasiadamente pesados, que machucam o coração a cada lembrança do que não foi dito, do abraço adiado, da reconciliação interrompida...
No entanto, a verdadeira cura começa quando entendemos que o amor não termina com a partida — apenas muda de endereço.
E quem parte não deseja nos ver presos ao que faltou, mas gratos pelo que foi vivido.
Descalçar o remorso é um gesto sagrado: é permitir que a saudade volte a ser caminho de amor e não de castigo.
Que possamos, então, revisitar nossas lembranças com a graça de quem sabe que o perdão é o único calçado capaz de levar a alma em paz, sobretudo pelas estradas pavimentadas pela Saudade.
Amém!
Talvez não haja
livro mais bobo
do que o
“Livro Aberto”
da nossa própria vida.
Pois, não há imaturidade maior que colocar nossa história nas gôndolas das curiosidades.
Não por falta de páginas, mas por excesso de exposição.
Há histórias que não foram feitas para vitrines, mas para travesseiros.
Não pedem aplausos — pedem silêncio.
Não querem curtidas — querem maturidade.
Transformar a própria trajetória em material de exposição na gôndola de curiosidades é — no mínimo — confundir transparência com exibicionismo, sinceridade com carência e coragem com imaturidade.
Nem tudo o que vivemos precisa ser explicado.
Nem toda dor precisa de plateia.
Nem toda vitória precisa de testemunhas.
Há capítulos que só fazem sentido quando lidos absolutamente em segredo.
E há aprendizados que se perdem no instante em que viram espetáculos.
A vida não é um Livro Aberto.
É um manuscrito sagrado, com trechos que só o tempo, a consciência e Deus têm permissão de folhear.
Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.
Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.
Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.
Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.
A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.
É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.
Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.
Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.
Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.
Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.
É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.
E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.
Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.
Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.
Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.
Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.
No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.
E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.
Sou muito da poesia, mas se a vida me empurrar para a artilharia,
jamais vou me furtar.
Porque há em mim uma inclinação natural para as palavras que curam, para os silêncios que acolhem e para as metáforas que ajudam o mundo a respirar um pouco melhor.
A poesia, afinal, é o território onde a sensibilidade ainda tem cidadania e onde a humanidade tenta se lembrar de si mesma.
Mas viver não é apenas contemplar.
Há momentos em que a realidade deixa de pedir versos e passa a exigir coragem.
Momentos em que a delicadeza, sozinha, já não protege quase nada — nem a dignidade, nem a verdade, nem a própria vida.
Nessas horas, permanecer apenas na poesia pode ser confundido com ausência, e silêncio pode parecer concordância.
Não porque a poesia seja fraca, mas porque existem tempos em que até a beleza precisa aprender a defender-se.
E nem se trata de abandonar a poesia, mas de compreender que ela também pode vestir armadura quando necessário.
Que quem cultiva sensibilidade não está condenado à passividade.
E que defender aquilo que dá sentido à vida também é uma forma de honrar tudo aquilo que a poesia sempre tentou dizer.
Ser da poesia é escolher, sempre que possível, o caminho da palavra antes do confronto.
Mas é também saber que a dignidade não pode ser permanentemente desarmada.
Porque quem ama profundamente a vida não luta por amar guerra — mas para que ainda exista mundo suficiente onde a poesia possa continuar respirando.
Amor da minha vida
Amor da minha vida,
por que me deixou partir?
Agora aqui sozinha
não consigo mais sorrir.
a insônia insiste em surgir.
No silêncio da noite fria,
minha alma quer se esconder,
mas o vazio que você deixou
não me deixa mais esquecer.
Amor da minha vida,
minha mais triste despedida,
chega a noite
toda noite
insônia me convence que a força do amor nem sempre vence.
"Educar uma criança é ensiná-la a pensar, preparando-a para enfrentar a vida. Adestrar é fazer da criança um soldadinho de chumbo, incapaz de pensar, que apenas segue ordens.
A agressão física e/ou verbal deseduca a criança, pois dilapida os seus pensamentos, os seus sentimentos e a sua personalidade.
Pais que educam só através do medo, anulam a personalidade da criança, incapacitando-a de tomar qualquer decisão por ela mesma. O medo desinforma a criança sobre aquilo que se espera dela, lhe trazendo desconfiança e insegurança na família, algo que é imprescindível para o seu bom desenvolvimento."
Pensamento: O Avesso da Presença"
Não devemos canalizar nossa vida apenas para quem nos procura. O verdadeiro afeto não deve ser contabilizado pelo tempo que alguém permanece conosco. Há quem esteja ao nosso lado, porém vai estar sempre distante. Muitas vezes, quem silencia também ama; quem se afasta também cuida, mas à sua própria maneira, lutando contra os seus próprios fantasmas.
Ninguém merece ser tratado como 'resto do tacho'. Quando reduzimos alguém ao esquecimento e à ausência, deixamos de ver que as pessoas são feitas de complexidades, de traumas e de tempos diferentes dos nossos. Valorizar o esforço alheio é também acolher o mistério dos que não conseguem ficar. A maturidade da alma não está em selecionar quem nos serve, mas em compreender que cada um entrega apenas o que transborda em si. Respeitar as diferenças é compreender o que é o verdadeiro amor."
Há uma grandeza silenciosa na vida comum: nos laços que tecemos dia após dia, na fé que sustenta nossos passos, nos sorrisos e lágrimas partilhados.
O extraordinário não reside em roteiros grandiosos, mas na coragem de construir algo duradouro: um lar, uma família, memórias simples que ecoam pela eternidade.
A verdadeira beleza da existência floresce justamente onde menos se espera: nos detalhes ordinários que, ao final, revelam-se milagres cotidianos.
