Gosto do mal Feito
“Moleques meninos”
mal alimentados por muitos sim, quase sempre viram esses
homens moleques.
Os furiosos que rejeitam todos e quaisquer nãos.
Com tanto sim, atravessado goela abaixo — sim, ao ego, sim, à impunidade, sim, à ideia de que o desejo masculino é prioridade — muitos “moleques meninos” cresceram mal alimentados do essencial: frustração, limite e escuta.
Não aprenderam cedo que o não jamais é afronta, mas fronteira, limite…
Não é humilhação, é linguagem.
Não é convite à fúria, é exercício de humanidade.
Criados à base de concessões e silêncios forçados, confundiram afeto com posse, insistência com direito e desejo com autorização.
E quando o mundo — especialmente as mulheres — ousa lhes negar algo, reagem como quem teve o prato retirado, não como quem foi chamado à maturidade.
O homem moleque não rejeita só o não: rejeita o espelho que ele oferece.
Porque todo não bem colocado revela o que falta — e encarar a própria falta exige mais coragem do que gritar, ameaçar ou ferir.
Não, nem é só não, como dizem os muitos que fingem preocupação com as mulheres do nosso país…
Talvez uma das maiores e principais urgências do nosso tempo não seja ensinar mulheres a dizer não, mas ensinar homens a sobreviver a ele.
Porque o não, quando respeitado, educa.
Quando ouvido, humaniza.
E, quando aceito, transforma moleques famintos em homens capazes de conviver — e não de dominar.
Enquanto isso não acontece, o “Não” seguirá sendo resistência.
E a reflexão, uma necessidade inadiável.
Não é humano a aceitação medonha de que mulheres continuem sendo desumanizadas — no Brasil e no mundo — por causa de um “Não”.
Saudade que arde,
consciência amargada,
troca de alma
mal interpretada,
mas no peito derrete,
doce e late,
feito dor misturada
com calda de chocolate.
A vida é um caos mal administrado pelo ser humano...
Todo mundo tentando impor ordem em algo que nasceu pra ser imprevisível. No fim, quem aprende a dançar no meio do tumulto é quem sobrevive com um mínimo de sanidade.
Palavras, na maioria das vezes são mal interpretadas, por isso, faça silêncio ou evite conversar com pessoas insensíveis, ignorantes! Pare de se preocupar em mostrar seu ouro para cegos!
Estou mal: Será que eu sou feliz e não tô vendo?
Estou bem: Será que tô escondendo a dor ou realmente tô sentindo essa alegria?
A gente chega num ponto, que não consegue entender nem o que sente. Parece que não sabemos mais quem somos.
Um dia estamos mto tristes, com mto medo, apavorada com as "vontades de Deus", se machucando com as lembranças do passado, lamentando o que poderia ter feito ou dito de diferente, culpando pessoas que deveriam ter te protegido, condenando os covardes, que nunca vão deixar vc saber, se sua vida, seus erros, se suas escolhas, poderiam ter sido diferentes.
No outro dia, acontece algo bom, alguma coisa dá certo, aí os medos passam, a esperança aparece (é só uma visita?), a gente faz planos, começa até a acreditar que pode ser feliz sim, começamos a combinar de cuidar da beleza, da mente, do espírito, cuidas das pessoas. Até o perdão visita nosso coração, tudo tá fluindo..
Mas vem o outro dia, "ah não" ou "ainda bem", tem o outro dia, e outro, e outro... e cada dia de um jeito, cada dia um medo desbloqueado, e cada dia uma esperança linda..
A crise do mundo e dos falsos espíritos, pastores e mal iluminados, não consegue abater as ovelhas que tem fé e confiança verdadeiras no Autor da salvação, Jesus.
As pessoas que seguem religiões são pobres de espírito: mal conseguem obter a ousadia de uma fé viva, eficaz e agradável a Deus.
Evite gastar seu tempo com interrupções rotineiras, conversas prolongadas e hábitos mal educados, procurando usá-lo para seu aperfeiçoamento profissional ou acadêmico.
Se alguém se aproximar para lhe falar mal dos outros,
repreenda sua presença para não se tornar mais um discípulo da hipocrisia.
O vandalismo, ações dos mal-educados e saqueadores da prosperidade nacional, imobiliza a sociedade que, por sua vez, pressiona o governo para tomar medidas de segurança pública.
O dinheiro mal administrado é uma patente espiritual do comando do Príncipe das Trevas, onde o lucro do cristão se perde com facilidade em negócios irrelevantes, infrutíferos e infestados de sócios invisíveis..
Não perdoo nem parente, quem dira os da rua. Mal se paga com mal e na primeira oportunidade eu me vingo!
Como a espada que corta
Este verso maldizente quer:
Que o mal que você fez
Contra um animal de rua
Volte em triplo simplesmente,
Para que o quê você fez seja
- lembrado eternamente -
Como o escudo que protege
Este verso de maldição
Vai colocar juízo na sua cabeça
E também no seu coração!
O poeta é o protetor da Humanidade,
Que tem na poesia a sua artilharia
E nas letras a mais nobre infantaria.
O poeta é o som do violão,
Que toca na tua mão
E no teu pobre coração.
O poeta é o agricultor da espiritualidade,
Que vive de plantar o amor
Na estrada da Humanidade...
Como a porta que se abre para a luz,
Permita-se a claridade!
Lembrem-se muito bem lembradinho:
Que maltrato à animais de rua
Ou qualquer um animal
Vai muito além do crime...,
É expressão escandalosa de crueldade!!!
Quem
tolere o mal
como se toda finalidade
justificasse os meios empregados;
contribui no alastramento
de sua aura doentia,
devastadora!
... um equívoco,
eu diria, querer atribuir
a uma entidade sobrenatural
todo mal que nos aflige - visto que,
um homem sozinho é capaz
de qualquer coisa!
... quem
tolere o mal como se
toda finalidade possa justificar
os meios empregados - igualmente
maléfico - colabora no alastramento
da sua aura doentia,
devastadora!
... o Mal
jamais foi causa;
porém, reincidente efeito
de algo mais complexo,
permitindo que subsista,
nos oprima: nossa
resistência ao
Bem!
... tão logo
descobriu-se que a tarefa
de informarou de mal-informar
é facilmente manipulável e lucrativa;
a buscae o entusiasmo pelojusto
e pelo verdadeiro perderam
sua encorajadora
relevância!
... entre
mil homens dedicados
à sofrível poda das folhas
da árvore do mal, haverá apenas
um disposto à extirpar de vez
suas danosas
raízes!
