Gosto Dele

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Sorriso Vivo

Gosto do meu rosto e do meu jeito,
das convicções e até das incertezas.
Hoje encontro beleza onde via defeito
e mostro o sorriso que escondia de vergonha.


Quis por tanto tempo ser diferente,
como se existir em mim fosse uma perda.
como se o fim da angustia era literalmente o fim
pois não sabia como era gostar de mim


o sorriso nas pequenas coisas:
terminar um livro, escrever um verso, sorrir sem medo.
E aquilo que parecia tão distante — estar vivo —
voltou a ser um desejo meu.


Ainda me estranho nesse novo eu,
mais feliz, confiante, bondoso e romântico.
E peço ao futuro apenas tempo para ser ainda melhor,
pois há algo bonito em simplesmente querer estar aqui

Sou perito em leitura corporal. Gosto de observar as pessoas; elas sempre parecem estar mentindo, ou tentando. No fim, todas acabam se tornando desinteressantes… ou talvez o desinteressante seja eu. Afinal, que loucura é tudo isso?

Uma ideia leve e graciosa
Pintando a mente — flor
Na cor que esses versos
Lhe chega ao gosto
Leitura que pincela um
Rosto em tela — verso epousa
Letras que sabor
Graciosa a mente fica
Pelo gesto de olhar
Com amor
A ideia leve e graciosa
A imaginação é — flor
Que desabrocha
Com o brilho do leitor
Exalando como
A mais — a mais
Palavras com sede
Sede de como
Como — flor






Leonardo Mesquita

Vivo do meu jeito
Gosto do que gosto
Bom é respeito
Eu sempre gosto
Não quero agradar
O meu estilo nunca mudei
Alguns vão gostar
Outros já não sei.

"O gosto da minha saudade
tem sabor de chocolate,
doce que invade,
aquece e não se abate,
derrete na boca,
na mente se espalha,
amor que retorna,
memória que não falha."

Eu amo os meus começos e Odeio os meus fins
Os começos são pura faísca, promessa, aquele gosto de “agora vai”. E meus fins… são o cemitério das minhas entregas inteiras. Quem sente tudo do jeito que eu sinto nunca termina nada sem deixar um pedaço de si no caminho.

Gosto dos meus finais, do jeito que os traço, e gosto quando gosto disso!
há beleza no adeus quando sigo meu passo.
Deixo pro último dia, veneta que vem,
“deu na telha”, eu rio.. Loucura faz bem.


Louca?.. Talvez. Mas quem é são de verdade,
se conter o transbordar é negar liberdade?
Encerrar minha participação especial na vida de alguém
é arte que dói, mas que dá no que falar
porque até no adeus, eu sei me reinventar.

Hoje o vento trouxe o cheiro do tempo
e bateu no rosto sem aviso.
Tinha gosto de estrada,
de coisa vivida,
de lembrança que não vira saudade,
mas pede atenção.

Aquela saudade de tudo.
Da juventude que corria sem relógio,
das namoradas que tinham gosto de verão,
das paixões que queimavam a mão.

Saudade das dores de corno,
que doíam, mas provavam que a gente amava.
Das quedas, das brigas, das reconciliações as três da manhã,
das dores do mundo que a gente achava que ia mudar.

Hoje a gente sorri mais calmo,
mas o peito às vezes aperta
lembrando do menino sem medo
que vivia em guerra e em festa.

E tá tudo bem sentir.
Porque sentir saudade
é prova que a gente viveu de verdade.
(Saul Beleza)

Ainda toca


Eu odeio admitir,
mas ainda gosto das músicas.
Não de você..
não de quem você virou
quando a máscara caiu.
Mas do que eu era
quando tudo ainda fazia sentido.
Cada acorde
não chama teu nome,
chama o meu
de um tempo que não volta.
E isso é o que dói.
Porque a música ficou bonita,
mesmo depois
de você ter estragado tudo.

Como base nas minha constantes pesquisas sobre o autismo, gosto de lembrar que foi por meio do artigo cientifico pioneiro “A psicopatia autista na infância” do medico pediatra e psiquiatra austríaco Hans Asperger, mesmo dentro do programa nazista, no controverso projeto Lebensborn ("fonte da vida", em alemão), e que consistia a predileção ao estudo da psicopatia em meninos, as crianças dentro do artigo foram chamadas de pequenos mestres, devido à incomum super habilidade e genialidade de discorrer sobre qualquer tema que fosse foco e aptidão natural, detalhadamente por varias horas seguidas. Fato este incomum para meninos da mesma idade nas diferentes culturas do mundo.

Gosto de ver os estudos sobre as neurodivergencias dentro da nova realidade contemporânea, dissolvendo toda a antiga e tradicional oposição, entre a ciência e a fé. Evidenciando seus pontos de identidade e a semelhança da sua busca para uma explicação e por seguinte uma melhor compreensão do mundo e da vida humana. Incorporar a contribuição de vários estudos Interdisciplinares da mente, da consciência e do espirito, nos diversos modos de conhecimento. Com um foco central e especial na ciência, na saúde, na psicossomática, na psicologia comportamental e na psicanalise, por meio das artes, ciências das curas e terapias holísticas, ciências sociais embebidas de colaboração, afetividade e espiritualidade.

⁠O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.


Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.


Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.


Ali, onde quase tudo é pouco.


Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…


Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.


O que quase sempre sobra é muito medo.


Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.


Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.


E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.


Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.


Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.

"Eu gosto mesmo é de pessoas estranhas. Dessas que saem por aí aleatoriamente, tropeçam no meu pé, deixam o melhor de si e se vão sem ao menos dizer adeus."

EU GOSTO, DE HISTÓRIA.

⁠Eu gosto de lembrar daquilo
que é bom e bonito,
Não me esqueço de lembrar
quando você dançou
Chico Sapateado comigo;
Você da minha
cabeça não tem saído,
e a minha poesia
está sempre contigo.

Próxima dos teus lindos lábios
desfrutar do estouro do Maqui,
Desacatar com sensual gosto
e roubar-te o teu beijo saboroso,
Celebrar cada vezo divino - teu,
e ser grata que elegeste ser meu
paraíso que Deus criou e me deu.

Sem falar de amor coloquei
a mesa do nosso café da manhã
de acordo com o seu gosto,
assim muito amor te demonstro.


E em silêncio nos celebro
como o mais refinado gesto,
para que desfrute pleno
da paz no teu porto seguro.


Abri todas as janelas ao redor
com jeito para que o sol entre
junto com a palavra de amor.


Separei um colar de tucum
com carinho para cada um,
e os lábios com beijos selei com mel.

Eu não preciso ter razão em nada, mas gosto de aprender tudo o que me é proporcionado.

A ALMA DELA
ERA TÃO BOA
COMO O CORPO.
QUE BOM GOSTO.