Gosto Dele
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Existe uma teoria silenciosa que atravessa a vida de muitas pessoas sem nunca ser dita em voz alta: para encerrar um grande amor, é preciso escrevê-lo.
Escrever tudo.
Sem filtro.
Sem orgulho.
Sem tentativa de parecer forte.
Apenas a verdade crua de tudo aquilo que ficou preso no peito durante anos.
Durante muito tempo, eu acreditava que esquecer era o objetivo. Que superar significava apagar. Mas com o tempo eu compreendi algo muito mais profundo: não é o silêncio que cura um amor antigo, é a coragem de dar forma a ele.
Quando escrevemos para alguém que já seguiu a vida, não estamos tentando trazer ninguém de volta. Estamos, na verdade, devolvendo a nós mesmas aquilo que ficou suspenso no tempo.
É como abrir um baú fechado há anos e finalmente permitir que o ar entre.
E quando esse ar entra, tudo muda.
As memórias deixam de ser fantasias inacabadas e passam a ser reconhecidas pelo que realmente foram: momentos curtos, intensos, muitas vezes idealizados por uma mente jovem que ainda não sabia diferenciar amor de projeção, desejo de realidade, possibilidade de destino.
Escrever esse tipo de carta é quase como transformar lembranças em literatura. Algo entre um romance exagerado e uma peça trágica, onde Shakespeare encontraria espaço para todas as idealizações que criamos sobre o que poderia ter sido.
Mas o mais curioso não é o conteúdo.
É o efeito.
Porque ao escrever sem esperar resposta, sem esperança escondida, sem qualquer intenção de reabrir portas, algo dentro de nós finalmente se reorganiza. O amor deixa de ser um fantasma que assombra e passa a ser uma história que foi vivida, encerrada e compreendida.
Existe uma dor inicial, sim. Mas ela é diferente. Não é a dor da ausência. É a dor da liberação.
E aos poucos, aquilo que antes era urgência emocional se transforma em lembrança tranquila.
O que era fantasia se dissolve.
O que era idealização perde força.
E o que sobra é maturidade.
A maturidade de entender que nem todo amor precisa de continuação para ter significado. Alguns amores existem apenas para nos ensinar quem éramos quando sentimos pela primeira vez algo tão intenso que não sabíamos nomear.
E quando finalmente escrevemos tudo, sem maquiagem emocional, algo inesperado acontece: o apego perde a estrutura. Porque aquilo que foi totalmente exposto deixa de ter espaço para permanecer escondido dentro de nós.
Talvez o verdadeiro desapego não aconteça quando esquecemos alguém, mas quando conseguimos contar a história inteira sem precisar mais revivê-la.
E você, o que aconteceria dentro de você se escrevesse hoje tudo o que nunca teve coragem de dizer para um amor do passado?
Se essa reflexão te tocou, siga o perfil, curta, compartilhe, comente o que achou e leia a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. No fim, será que algumas histórias só terminam de verdade quando finalmente encontram palavras?
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Hoje eu estou focada no amor que eu construí. E quando eu digo isso, eu preciso começar lembrando de algo que fez parte da minha história: um primeiro amor adolescente, intenso, confuso, cheio de idealizações, promessas silenciosas e sentimentos que pareciam maiores do que o próprio mundo.
Naquela época, eu acreditava que aquilo era tudo. Que aquele tipo de amor definia destino, definia caminho, definia quem eu seria para sempre. Mas era apenas o começo da minha jornada emocional, onde eu ainda não sabia diferenciar o que era intensidade do que era maturidade, o que era imaginação do que era realidade.
Com o tempo, a vida me mostrou que aquele primeiro amor não era um lugar para eu morar, mas um capítulo para eu aprender.
Hoje, olhando para tudo o que construí depois disso, eu percebo o quanto eu mudei. Eu não sou mais aquela menina que confundia ausência com significado, nem aquela que acreditava que o amor precisava do caos para ser verdadeiro.
Hoje eu estou feliz. Eu estou realizada. E essa realização não vem de um passado idealizado, mas de um presente construído com consciência, com escolhas e com reciprocidade.
Eu amo e sou amada reciprocamente.
E isso, para mim, é completamente diferente de tudo o que eu conheci naquele primeiro amor adolescente. Porque agora não existe mais idealização, não existe mais espera, não existe mais dúvida constante sobre o lugar que eu ocupo na vida de alguém.
Existe presença.
Existe estabilidade.
Existe construção.
Quando eu olho para aquele primeiro amor da adolescência, eu não sinto mais dor. Eu sinto compreensão. Eu entendo que era uma versão minha tentando aprender a amar com as ferramentas que tinha naquele momento. E está tudo bem com isso.
Mas hoje eu vivo algo que não me desorganiza por dentro. Pelo contrário, me alinha. Me traz paz. Me fortalece.
O amor que eu construí na vida adulta não é feito de idealizações, mas de escolhas diárias. Ele não me tira de mim. Ele me devolve a mim.
E isso muda tudo.
Porque eu aprendi que o verdadeiro amor não é aquele que marca o começo da nossa história emocional, mas aquele que encontra a gente quando finalmente já sabemos quem somos.
E hoje eu sei.
Eu não estou mais presa ao que foi. Eu estou presente no que é.
E isso, para mim, é liberdade.
Se essa reflexão te tocou, siga o perfil, curta, compartilhe, comente o que achou e leia a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. E eu te pergunto: o que acontece dentro de você quando você para de viver no eco do primeiro amor e começa a reconhecer o amor que você realmente construiu?
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Tudo muda quando a gente amadurece de verdade.
A última vez que eu vi o homem que um dia foi o meu primeiro amor da adolescência, eu tive uma sensação estranha dentro de mim. Não era saudade. Não era dor. Era quase uma dúvida silenciosa, como se eu estivesse olhando para alguém que um dia significou tudo, mas que hoje já não ocupa mais nenhum lugar dentro da minha construção emocional.
Eu cheguei a me perguntar se realmente era ele.
Ou se era apenas a lembrança dele tentando se encaixar em algo que já não existe mais.
Porque nós já não somos mais aquelas pessoas. Não somos mais os adolescentes cheios de idealizações, de urgências emocionais, de sentimentos sem direção. Nós nos tornamos versões completamente diferentes, moldadas pelo tempo, pelas escolhas, pelas experiências e pelos caminhos que cada um decidiu seguir.
Hoje, nós somos partes de histórias separadas.
E está tudo bem.
Existe uma paz estranha, quase serena, em reconhecer isso sem resistência. Em não tentar reabrir capítulos que já foram encerrados pela própria vida. Em entender que algumas conexões não desaparecem com raiva ou trauma, elas simplesmente deixam de fazer parte de quem somos.
E, no lugar disso, fica a gratidão.
Gratidão pela adolescência que foi caótica, confusa, intensa, cheia de sentimentos que eu ainda não sabia nomear. Porque foi exatamente esse caos que me ensinou a diferenciar o que é idealização do que é amor real. Foi ele que me levou até o meu próprio amadurecimento emocional.
Se eu não tivesse vivido aquele primeiro amor, talvez eu não tivesse aprendido a reconhecer o que é reciprocidade verdadeira.
Hoje, o amor que eu vivo é completamente diferente.
O homem que eu reconheço hoje me ama com presença. Me traz paz. Me respeita. Me escolhe. E eu também o escolho todos os dias.
Eu o amo profundamente.
E esse amor não é feito de confusão, nem de dúvidas antigas, nem de idealizações do passado. Ele é feito de reciprocidade, de construção diária, de maturidade emocional e de consciência.
Hoje eu entendo que o verdadeiro amor não me tira de mim mesma. Ele me mantém em mim. Ele não me desorganiza. Ele me alinha.
E quando eu olho para tudo isso, eu percebo o quanto a vida é inteligente em suas formas de ensinar.
O primeiro amor não era destino.
Era aprendizado.
E o amor que eu vivo hoje não é coincidência.
É escolha.
E isso, para mim, é paz.
Se essa reflexão te tocou, siga o perfil, curta, compartilhe, comente o que achou e leia a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. E eu te pergunto: o que muda dentro de você quando o passado deixa de ser um lugar para voltar e passa a ser apenas uma lembrança que já cumpriu sua função?
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Chega um momento da vida em que tudo muda de lugar dentro de nós.
O passado deixa de ser um lugar para onde eu retorno em busca de respostas, e passa a ser exatamente o que ele sempre foi: memória. Algo que existiu, que me formou, que me atravessou, mas que não me prende mais.
E isso não acontece de forma brusca.
Acontece em silêncio.
Acontece quando eu percebo que já não sinto necessidade de revisitar certas dores para me entender. Quando eu não preciso mais reabrir capítulos antigos para justificar quem eu sou hoje. Quando aquilo que um dia foi tão intenso já não tem mais força para me desorganizar por dentro.
O passado vira memória.
E a memória, quando amadurece dentro de nós, perde o peso e ganha compreensão.
Mas o mais bonito disso tudo é o que acontece depois.
O presente deixa de ser apenas uma passagem entre o que foi e o que virá, e se transforma em construção.
Construção de identidade.
Construção de escolhas.
Construção de um amor que não depende mais de idealizações, nem de expectativas irreais, nem de versões antigas de mim mesma tentando sobreviver dentro de novas realidades.
Hoje eu entendo que o que eu vivo não é repetição do que eu já senti. É algo completamente novo. Porque eu já não sou a mesma pessoa que viveu aquele passado.
Eu mudei.
Eu amadureci.
Eu aprendi.
E isso muda tudo.
O amor que eu vivo hoje não nasce da confusão, mas da clareza. Não nasce da falta, mas da presença. Não nasce da busca, mas da escolha.
E é por isso que ele me traz paz.
Porque quando o passado se organiza como memória e o presente se sustenta como construção, a vida deixa de ser um campo de repetição e passa a ser um espaço de evolução.
Hoje eu não vivo mais presa ao que fui.
Eu vivo consciente do que estou me tornando.
E isso, para mim, é liberdade.
Se essa reflexão te tocou, siga o perfil, curta, compartilhe, comente o que achou e leia a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. E eu te pergunto: você ainda está tentando viver dentro de memórias… ou já começou a construir a sua vida no agora?
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, fique até o final.
Durante muito tempo, ouvi dizer que o amor começa no olhar. Que duas pessoas se reconhecem antes mesmo de dizerem uma única palavra. Que os olhos revelam tudo aquilo que a boca não consegue explicar. E, por muitos anos, eu acreditei que talvez tivesse perdido essa experiência.
Meu marido nunca conseguiu sustentar um olhar profundo comigo. Não por alguns minutos. Nem por um minuto. Os olhos dele sempre encontravam outro lugar para repousar. Enquanto eu desejava aquele silêncio cheio de significado que existe quando duas almas se encontram através do olhar, ele parecia escapar desse instante.
Confesso que, às vezes, isso me entristecia. Eu me perguntava se havia faltado alguma coisa no começo da nossa história. Será que não vivemos aquele amor que nasce à primeira vista? Será que a nossa conexão começou incompleta?
Então percebi algo que transformou completamente a maneira como eu enxergava o nosso relacionamento.
Nós não começamos pelo olhar. Nós começamos pelo diálogo. Pela convivência. Pela afinidade. Pela confiança construída aos poucos. Enquanto muitos relacionamentos nasceram de um impacto visual e morreram quando a realidade apareceu, o nosso cresceu em meio às conversas, aos desafios, às escolhas diárias e ao compromisso de permanecer.
Depois de dezessete anos juntos, comecei a me fazer uma pergunta diferente. E se eu estivesse procurando o amor no lugar errado?
Talvez eu estivesse esperando encontrá-lo apenas nos olhos, quando ele sempre esteve escondido nas atitudes.
Porque o homem que não consegue me olhar fixamente é o mesmo homem que esteve ao meu lado nos dias difíceis. É o mesmo homem que me respeita, me apoia, me faz rir, me acolhe e me completa em tantas áreas da vida. Será que um minuto de contato visual teria mais valor do que dezessete anos de presença?
Quantas vezes idealizamos uma demonstração de amor e deixamos de perceber as centenas de demonstrações silenciosas que já recebemos todos os dias?
Talvez cada pessoa tenha um idioma diferente para amar. Algumas falam através dos olhos. Outras falam através do cuidado. Algumas emocionam com palavras. Outras emocionam permanecendo quando tudo convida a ir embora.
Percebi também que, muitas vezes, não sentimos falta exatamente do gesto. Sentimos falta do significado que atribuímos a ele. Eu não queria apenas um olhar. Eu queria sentir que existia uma conexão profunda. E, quando parei para observar a nossa história, descobri que essa conexão sempre esteve ali. Apenas escolheu outra forma de existir.
A maturidade nos ensina uma lição que a juventude dificilmente compreende. O amor verdadeiro nem sempre parece com o amor que imaginamos. Às vezes, ele é muito mais silencioso, muito mais simples e muito mais real.
Talvez o maior erro seja comparar a nossa história com as histórias que inventaram para nós. Filmes, livros e redes sociais nos ensinaram a procurar o extraordinário. Mas a vida, quase sempre, nos entrega o extraordinário disfarçado de cotidiano.
Hoje, continuo achando lindo quando duas pessoas conseguem se perder no olhar uma da outra. Mas aprendi que existem casais que se encontram de outras maneiras. Alguns se encontram nas conversas que atravessam a madrugada. Outros nas mãos que nunca se soltam diante das dificuldades. Outros no abraço que chega exatamente quando o mundo parece desabar.
O amor não é menor porque escolheu outra linguagem.
No fim das contas, talvez a pergunta mais importante não seja: "Ele olha profundamente nos meus olhos?"
Talvez a verdadeira pergunta seja: "Quando olho para a nossa história, consigo enxergar tudo aquilo que os olhos dele nunca conseguiram dizer?"
Se essa reflexão fez sentido para você, siga o meu perfil, curta, compartilhe, deixe nos comentários o que achou e conheça a minha coleção de ebooks. Está tudo organizado no Pinterest. E agora eu deixo uma última pergunta: quantas demonstrações de amor você deixou de reconhecer porque estava esperando que elas chegassem exatamente da forma que imaginava?
Não quero ver teus olhos tristes
sob o céu tão estrelado,
o lado que eu gosto do teu lado,
é o lado de dentro quando
eu entro calmo como se o teu coração
fosse minha morada,
beijo teu útero como se fosse meu último desejo,
mas meu último desejo é sempre o penúltimo,
e eu quero sempre esse beijo...
sou triste porque esse é o álibi pra tua presença,
amar-te não é crime,
mas amas este meu lado marte,
esse meu lado triste, vazio, imenso
que comporta a tua presença
com todos os teus pecados
Cheirinho de café e de terra molhada
Nostalgia tem gosto de infância: fogão a lenha, risada de vó e chuva batendo no telhado.
Conhecer-se a si mesmo é conhecer-se no aprimoramento do gosto, na purificação da inteligência, na maturidade do julgamento, na fecundidade da vontade.
Melancólico
Eu tenho um gosto meio cinza
ando zonza e enjoada.
As vezes escolho ser como as nuvens
ninguém as sente, mas podemos vê-las
e assim, sou eu
Vazia, mas muito densa
as vezes transbordamos e os outros
fazemos sofrer
Mas outras vezes abrimos caminhos
até tarde, ao escurecer.
Então volto a lhe dizer,
ainda sou bastante cinza, e mesmo assim
tem dias que não faço chover.
Queria ser, às vezes
um pouco azul
talvez roxo,
amarelo
e até vermelho.
Mas continuo sendo
Cinza.
Não gosto de fazer paralelos. Tenho receio de tropeçar na linha da imaginação e descobrir que tudo não passava de mera encenação, sem nenhuma ação.
A Calmaria Tem Gosto de Domingo.
O amor maduro não faz barulho. Ele não precisa de grandes dramas cinematográficos, nem de juras gritadas ao vento. Depois que os vendavais da juventude passam, a gente descobre que o afeto mais bonito é aquele que se parece com uma tarde de domingo: silencioso, confortável e seguro.
Esse amor tranquilo não exige que você use máscaras. Ele se consolida no respeito ao espaço do outro, na conversa sem acusações e na certeza de que haverá colo nos dias difíceis. É a transição do fogo que queima para a lareira que aquece. Descobrimos, finalmente, que amar não é morrer de paixão, mas ter paz para viver.
#AmorMaduro #Paz #Maturidade #VidaAdulta #Reflexao
DESCOBRI
Descobri que uma das coisas que mais gosto de fazer nesta vida é escrever. Mesmo que o que escrevo seja desordenado e desalinhado para uns, uma loucura ou uma idiotice para outros. Que as frases sejam sem nexo e sem uma direção certa. Não importa. Só sei que escrever me alimenta. Alimenta e relaxa meu coração poético.
Queria escrever algo banal, tranquilo que apenas me levasse a fugir deste corre-corre da vida. Não sei o que eu quero com isso. Talvez atingir o cume da montanha mais alta. Não sei.
Talvez me perguntem, por que a montanha? Talvez pudesse ser a mata, ou o deserto, ou o mar, quem sabe o céu. O que importa quando não sabemos se a direção é certa ou incerta como o tempo?
Escrever atinge o ilimitado. É como a vida, ilimitada, sem uma coordenação. Quero atingir todos os limites, o cume, o ápice, a adrenalina constante.
Estou ainda tentando escrever algo sereno, algo que deixasse um pouco de lado meu apogeu. Mas não encontro. Na verdade nem quero encontrar, quero continuar buscando cada vez mais.
A outra coisa que gosto de fazer é amar. Amar quer dizer algo? Amar nunca foi algo. Amar é tudo. Eu gosto de amar as pessoas, amar me deixa feliz. Saber que as pessoas estão felizes me deixa extremamente feliz.
Meu instinto de mulher quando amo fica tão estável que eu poderia descrever detalhes que talvez inundasse esta pagina com palavras de amor...mas o que importa isso tudo se ninguém se importa mais com o amor.
Amar é tão vasto que eu poderia me perder amando. Escrever e amar são uma junção que combinam. Em meus versos escrevo amando sem uma noção certa do que quero deixar na página, apenas amo escrevendo e escrevo amando.
Gosto de pessoas decididas. De pessoas com atitudes, que levam adiante seus planos e as suas vontades. Esse negócio de meio termo, já não me satisfaz mais.
Giovana,
Olha, eu gosto muito de você.
Mas preciso ser honesto: essa relação não está sendo saudável para mim. Por isso, antes que eu me machuque ainda mais, acredito que preciso me afastar.
Não estou tomando essa decisão por impulso. Tenho observado nossa relação e sinto que não existe, da sua parte, o mesmo interesse e a mesma intenção que existem da minha.
Quando pedi para você me adicionar no Instagram e no Discord, isso não aconteceu. Sei que podem parecer coisas pequenas, mas, para mim, elas demonstram uma distância entre o que é dito e o que realmente acontece. Você chegou a perguntar se eu estava bravo, mas a questão não é apenas estar bravo. É perceber que eu demonstro o que quero, peço clareza e, mesmo assim, nada muda.
Também sinto que não conseguimos construir uma conversa de verdade, com presença, interesse e vontade de conhecer um ao outro. Quase sempre nossas conversas acontecem de forma corrida e fragmentada. Você responde apenas algumas partes das minhas mensagens, geralmente de maneira breve, enquanto outras perguntas e assuntos simplesmente ficam sem resposta.
Quando tento saber mais sobre você, sobre a sua vida ou sobre o que você sente, percebo pouca abertura. Isso me faz sentir que estou tentando construir sozinho uma conexão que deveria partir dos dois lados.
Existe ainda uma situação que tem me deixado muito desconfortável: esta já é a terceira vez que você some justamente depois de um momento mais íntimo entre nós. Não estou dizendo que você faça isso propositalmente, mas não consigo ignorar que esse padrão se repetiu.
Quando existe aproximação, intimidade e vulnerabilidade, eu espero que haja presença, cuidado e diálogo depois. Porém, o que acontece é o contrário: você se afasta, desaparece ou deixa minhas mensagens sem resposta, e eu fico sem entender o que aconteceu.
Eu sei que você tem uma rotina difícil, muitas responsabilidades e que grande parte do seu tempo é dedicada aos seus avós. Eu respeito isso de verdade e nunca esperaria que você estivesse disponível para mim o tempo inteiro.
Mas estar ocupada e não conseguir mandar uma mensagem são coisas diferentes. Uma resposta breve, um aviso ou até um simples “agora não consigo conversar” já seria suficiente para que eu não ficasse completamente no escuro.
Para mim, que sou uma pessoa expressiva, que demonstra, procura estar presente e vai atrás de quem gosta, essa ausência de comunicação é muito desconfortável. Não quero ficar de olhos fechados, fingindo que não percebo o que está acontecendo apenas porque sei que você tem uma rotina complicada.
Eu posso compreender tudo o que você vive e, ainda assim, reconhecer que essa dinâmica está me fazendo mal. Não é uma cobrança por atenção constante. É a necessidade de um mínimo de clareza, cuidado e consideração.
Também reparei que, ontem à noite, seu perfil no Discord desapareceu ou mudou e, hoje pela manhã, voltou ao normal. Eu sei que uma mudança no perfil pode ter várias explicações e não quero transformar isso em uma acusação. Porém, considerando os sumiços e a falta de resposta, isso aumentou ainda mais o meu desconforto.
Deixei uma mensagem para você por lá e, até agora, não tive resposta. Talvez você realmente não tenha visto, mas, para mim, isso se soma a tudo o que já vinha acontecendo. Não é um detalhe isolado, é o conjunto de comportamentos que está me fazendo perceber que não me sinto seguro nem correspondido nessa relação.
Talvez você simplesmente tenha um jeito diferente do meu, e isso não faz de você uma pessoa ruim. Porém, nossas formas de demonstrar interesse, afeto e consideração parecem incompatíveis.
Eu sou uma pessoa intensa, presente e intencional. Quando gosto de alguém, procuro demonstrar com atitudes, carinho e dedicação. Nos últimos dias, tentei te elogiar, cuidar de você, ser romântico e mostrar que estava realmente interessado. Ainda assim, não consegui sentir reciprocidade sentimental da sua parte.
Eu não estou procurando apenas uma amizade. Quero construir uma relação séria com alguém que queira estar ao meu lado, que tenha vontade de construir uma parceria e, futuramente, uma família. Sei que isso não acontece de uma hora para outra, mas preciso sentir que existe intenção dos dois lados.
Eu tenho 28 anos e você está prestes a fazer 23. Estamos vivendo momentos diferentes, e talvez você ainda queira experimentar e descobrir muitas coisas. Eu respeito isso. Só não posso continuar me entregando a uma relação em que sinto que estou sozinho emocionalmente.
Não quero te culpar, te pressionar ou transformar isso em uma briga. Também não quero continuar fingindo que essa dinâmica não está me afetando. Apenas percebi que continuar alimentando expectativas seria injusto comigo e também com você.
Apesar de tudo, quero que você saiba que eu amei cada um dos dias que passei ao seu lado. Amei nossas conversas, nossas chamadas, os momentos de carinho, as brincadeiras e até as pequenas coisas que talvez você nem tenha percebido. Para mim, nada disso foi vazio ou insignificante.
Você se tornou muito importante para mim. Por isso, estar indo embora dói muito. Talvez justamente por eu ter gostado tanto de estar ao seu lado seja tão difícil tomar essa decisão.
Eu não estou indo embora porque deixei de sentir. Estou indo porque preciso encontrar paz dentro de mim, e eu não consigo ficar bem vivendo dessa forma, sempre inseguro, desconfortável e sem saber qual é o meu lugar na sua vida.
Eu precisava fazer isso para cuidar de mim, mesmo que doa. Preciso recuperar a minha tranquilidade, organizar o que estou sentindo e voltar a ficar bem.
Eu realmente queria que tivesse sido diferente. Queria ter sentido que poderíamos construir algo juntos, com calma, presença e reciprocidade.
Espero, de coração, que você fique bem, que alcance os seus sonhos e encontre tudo o que procura. Obrigado por cada dia, por cada conversa e por cada momento que dividiu comigo.
Eu amei estar ao seu lado. Você foi e continua sendo muito importante para mim.
Ir embora dói muito, mas eu preciso disso para ter paz na minha alma.
Eu preciso ficar bem.
Mas eu amo você.
Não há nada mais excitante do que o gosto do
teu prazer molhando meus lábios enquanto você se entrega
nessa loucura gostosa que
é me pertencer.
______Enzo Ruchell_______
Gosto de me afogar na profundidade do que sinto, de permitir que a intensidade me tome por inteiro. Prefiro o risco de me perder na imensidão das minhas próprias emoções do que viver uma vida inteira ancorada na margem, onde as correntes nunca me alcançam.
_Enzo Ruchell_
'' Preciso me livrar dos sentimentos antes que eles me prendam. Eu nem gosto mais daqui, tudo aqui esta a venda.''
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