Gosto Dele
vc Ama alguem?
diga para ele(A) oque vc sente nao espere o primero passo dele(A)
corra esse risco, assim é a vida né?
se vc nao tenta como vai saber se vai da serto ow nao?
a vida é um risco arrisque corra atrais de quem vc ama!
pior burrice do mundo
é vc fica em casa esperando aquela pessoa bater na sua porta dizendo "eu te amo"
vá ate a porta dele e diga "eu te amo" quem sabe essa pessoa nao sente a mesma coisa por vc?
timides a gente perde falando!
Treinar um cavalo é uma arte. Você tem que dominar o animal. Dominar a vontade dele até que saiba quem é o chefe. Destruir completamente o instinto de briga dele. É como se sentirá quando eu acabar com você.
Tinha remorsos sem saber bem de quê. Desejava a estima dele quando não tinha mais esperança de que essa estima a beneficiasse. Queria saber notícias suas e não tinha a menor esperança de que ele lhe escrevesse. E agora, que não havia mais probabilidade de encontrá-lo, estava convencida de que poderia ter sido feliz com ele.”
Quando sorrimos obedecemos a Deus,ele é alegria, quando choramos sentimos a presença dele, ele é espirito, mas quando vivemos fielmente e amamos ao proximo sem se preocupar quem é,ele diz assim vc não só me obedece ,mas eu te honrarei por tentar ser igual a mim.Glória a Deus
O meu amor tinha os olhos de ressaca, como os de Capitu. Mas os olhos dele eram do tipo que puxavam para dentro e não deixava mais sair. Eu me afogava dentro daqueles olhos.
Eu amo o chão sob os pés dele, e o ar acima de sua cabeça, e tudo que ele toca, e cada palavra que ele diz… Eu amo todos os olhares dele, e todos os seus gestos, eu o amo por inteiro, completamente.
— Quero beijá-lo mais uma vez antes de morrer.
Os olhos dele se arregalaram. Azuis como o mar e o céu no sonho de Tessa, quando ele caiu longe dela, azuis como as flores que Sophie colocou em seu cabelo.
— Não...
— Diga nada que não seja sincero — concluiu para ele. — Eu sei. Não estou dizendo. É verdade, Will. E sei que pedir isso ultrapassa todos os limites plausíveis. Sei que devo parecer um pouco louca. — Tessa olhou para baixo, depois para cima outra vez, reunindo coragem. — E se você puder me dizer que pode morrer amanhã sem que nossos lábios voltem a se tocar, e que não lamentará nada, então me diga, e desisto, pois não tenho direito...
As palavras de Tessa foram cortadas, pois ele a pegou e a puxou contra si, tocando a boca na dela. Por uma fração de segundo, foi quase doloroso, afiado de desespero e uma fome quase descontrolada, e ela sentiu gosto de sal e calor na boca, e o engasgo da respiração de Will. E então suavizou, com um controle forçado que ela pôde sentir por todo o próprio corpo, e o roçar de lábios contra lábios, a ação recíproca de línguas e dentes, intercalando dor e prazer em um espaço de instantes.
Na varanda dos Lightwood, ele foi tão cuidadoso, mas agora não estava sendo. Deslizou as mãos pelas costas de Tessa, passando os dedos por seus cabelos, agarrando o tecido solto nas costas do vestido. Ele quase a levantou, de modo que os corpos se tocassem; ele estava contra ela, o comprimento longo do corpo de Will ao mesmo tempo rígido e frágil.(...) Ela segurou firme nas costas e nos ombros de Will enquanto ele a carregava para a cama e a colocava ali. Tessa já estava descalça; ele tirou as botas e deitou ao lado dela. Parte do treinamento de Tessa foi sobre a remoção do uniforme, e as mãos dela foram leves e velozes sobre a roupa dele, soltando os fechos e a puxando de lado, como uma concha. Ele a descartou impacientemente e se ajoelhou para soltar o cinto de armas.
Tessa o observou, engolindo em seco. Se fosse mandá-lo parar, a hora era agora. As mãos cicatrizadas de Will eram ágeis, abrindo as presilhas, e quando ele virou para deixar o cinto cair ao lado da cama, a camisa – molhada de suor e grudando nele – deslizou para cima, exibindo a curva oca da barriga, o osso arqueado do quadril. Ela sempre achou Will lindo, os olhos, lábios e rosto, mas nunca tinha pensado em seu corpo assim. Mas a forma dele era bela, como os planos e ângulos de David, de Michelangelo. Tessa se esticou para tocá-lo, passar a mão, suave como seda, na pele dura e lisa da barriga de Will.
A resposta dele foi imediata e surpreendente. Will respirou fundo e fechou os olhos, e o corpo ficou totalmente imóvel. Ela passou os dedos pelo cós da calça, com o coração acelerado, sem saber o que estava fazendo – havia instinto ali, guiando, algo que não conseguia identificar nem explicar. A mão de Tessa se curvou na cintura de Will, o polegar tocou o osso do quadril e puxou-o para baixo.
Ele deslizou para cima dela lentamente, apoiando os cotovelos em ambos os lados de seus ombros. Seus olhos se encontraram, se sustentaram; tocavam-se por toda a extensão dos corpos, mas nenhum dos dois falou. A garganta de Tessa doía: adoração, melancolia, na mesma intensidade.
— Beije-me — falou.
Ele se abaixou lentamente até os lábios apenas se tocarem. Ela se curvou para cima, querendo encontrar a boca dele com a sua, mas ele recuou, acariciando sua bochecha com o nariz e passando os lábios no canto da boca de Tessa – em seguida, pela mandíbula até a garganta, provocando pequenos choques de prazer pelo corpo da jovem.
Ela sempre pensou nos próprios braços, mãos, pescoço, rosto como coisas separadas – que a pele não fosse a mesma que encobria tudo, nem que um beijo na garganta pudesse produzir efeitos até as solas dos pés.
— Will.
As mãos dela puxaram a camisa dele, que cedeu, com os botões arrancados, e a cabeça dele balançou para se livrar do tecido, todo cabelos selvagens, todo Heathcliff nos pântanos. As mãos dele foram menos certas no vestido dela, mas ele também o retirou, por cima da cabeça, e o descartou, deixando Tessa de camisa e espartilho. Ela ficou imóvel, chocada por estar tão despida na frente de alguém além de Sophie, e Will lançou um olhar selvagem para o espartilho que foi apenas em parte por desejo.
— Como... — perguntou ele. — Isso sai?
Tessa não conseguiu se conter; apesar de tudo, riu.
— Ele é amarrado — sussurrou ela. — Nas costas.
E conduziu as mãos dele até que os dedos encontrassem as fitas. Então ela tremeu, não de frio, mas pela intimidade do gesto. Will puxou-a contra si, agora com suavidade, e a beijou mais uma vez na linha da garganta, e em seu ombro, onde a camisa o deixava exposto, com o hálito suave e quente contra a pele dela, até que ela estivesse respirando com a mesma intensidade enquanto as mãos o acariciavam nos ombros, nos braços, nas laterais. Ela beijou as cicatrizes brancas das Marcas na pele de Will, envolvendo-o até se tornarem um emaranhado quente de membros e ela engolir as arfadas de Will.
— Tess — sussurrou ele. — Tess... se quiser parar...
Ela balançou a cabeça em silêncio. O fogo na lareira já estava quase extinto outra vez; Will era todo ângulos, sombras e pele dura contra ela. Não.
— Você quer isso? — A voz dele soou rouca.
— Quero — respondeu. — E você?
O dedo dele traçou o contorno de sua boca.
— Por isso, eu seria eternamente condenado. Por isso, eu abriria mão de tudo.
Ela sentiu o ardor por trás dos próprios olhos, a pressão das lágrimas, e piscou cílios molhados.
— Will...
— Dw i’n dy garu di am byth — disse ele. — Eu te amo. Sempre.
E se moveu para cobrir o corpo de Tessa com o seu.
"O arquétipo da Mulher Selvagem, bem como tudo o que está por trás dele, é o benfeitor de todas as pintoras, escritoras, escultoras, dançarinas, pensadoras, rezadeiras, de todas as que procuram e as que encontram, pois elas todas se dedicam a inventar, e essa é a principal ocupação da Mulher Selvagem. Como toda arte, ela é visceral, não cerebral. Ela sabe rastrear e correr, convocar e repelir. Ela sabe sentir, disfarçar e amar profundamente. Ela é intuitiva, típica e normativa. Ela é totalmente essencial à saúde mental e espiritual da mulher."
Se for para chorar por alguém, chora olhando na cara dele, pois não tem graça gastar lágrimas para as paredes.
Na farmácia da vida, o melhor remédio para consumo diário ainda é o amor.
E dele só abro mão quando inventarem outro tão bom quanto este.
"Cada presente que recebemos de Deus todos os dias, é um desejo dEle para nossa eterna felicidade." Mauro Borba*
O divórcio é a única coisa que te livra do imposto de renda. Depois dele, provavelmente não restará nada que valha a pena ser declarado.
Não chores pelo o passado, nunca o esqueças, nunca te sintas mal por causa dele porque é graças a ele que es aquilo que es hoje, se sofreste por causa dele tira uma liçao do teu sofrimento, sorri e segue em frente!
Vive o Presente com um sorriso ou com uma lagrima, viver feliz ou triste depende de ti! Vive cada momento à tua maneira, respeitando os outros à tua volta e amando-os. Vive a tua vida e não a dos outros, porque somos todos diferentes, todos temos principios e gostos diferentes !
O Futuro depende de nos, o Futuro são as consequencias dos nossos actos sejam eles bons ou maus, por isso pensa bem ! :)
Liçoes de Moral nao existem, existem sim Liçoes de Vida e que sao diferentes para cada pessoa ;)
A grandeza do perdão de Deus pode ser avaliada pela gratuidade dele. Quando um pobre pecador vem a Cristo em busca de perdão, Cristo não lhe pede para pagar qualquer coisa por isso, ou para fazer qualquer coisa, ou para ser qualquer coisa, ou para sentir qualquer coisa, mas Ele gratuitamente perdoa-lhe. Eu sei o que você pensa. "Deverei passar por uma determinada penitência da alma, pelo menos; mesmo se não for do corpo. Terei de prantear muito, orar muito, ou fazer muito, ou sentir muito." O Evangelho diz: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo". Confie em Jesus Cristo, e o perdão gratuito do pecado é, de imediato, concedido "sem dinheiro e sem pagamento"!
O Policial Militar muita das vezes deixa de servir e proteger a família dele para servir e proteger a sua. Só quem é sabe, a dor que é, deixar sua família em casa, sem saber se vai voltar e mesmo assim sair e fazer seu serviço de cabeça em pé, lutando por um amanhã melhor.
Mas, quando fechou os olhos, continuou visualizando a forma como os cantos da boca dele levantavam levemente sempre que ela dizia algo engraçado, ou a forma como as sobrancelhas dele se juntavam quando estava concentrado em uma atividade. Rolou na cama por um bom tempo, sem conseguir dormir, imaginando se, talvez, apenas talvez, ele também estaria acordado, pensando nela.
A questão não é ver. A questão é o que fazer ante o que se vê.
O sábio vê o mal e dele se esconde.
O insensato vê o mal e o interpreta como uma oportunidade.
Ambos viram e vêem o mal. Porém, sob a camada do ver, em cada um dos dois — sábio e insensato — existe um olhar que nada tem a ver com o fato da pessoa ser um gênio ou um burro.
Há muitos gênios insensatos e há muitos burros sensatos!
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