Gosto de Pessoas

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Vi _ver
Eu quero ver
Eu gosto de ver
Eu preciso ver
Para sobreviver...

(Verso 1)
Saio do serviço, vou tomar uma gelada
Eu gosto de beber, quem não gosta é minha amada
De repente o telefone toca, já sei quem tá na linha
Ela pergunta onde eu tô, se tô com outra galinha
(Verso 2)
Quando chego em casa a mulher vem brigar
Eu fico achando graça e calado vou ficar
Ela fala, fala, fala sem parar
Mas quando eu dou um beijo ela para de brigar
(Refrão)
Chega de brigar, chega de falar
Você não tem certeza
Tenho um jeito bom pra calar sua boca
Me beija, minha princesa
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija
Tenho um jeito pra calar sua boca
Me beija, me beija

A cura muda a forma de enxergar, muda o pensamento, muda a energia, muda o gosto e até a forma de você rir, permita-se.

Coventry Garden


Gosto de alimentar os desalinhos, sobretudo aqueles que exigem confrontos, ou falam de pessoas que se foram, e reaparecem em pequenos fragmentos ilusórios, indefinidos... e, após prestarem pequenos benefícios... eles viram vapor nas multidões.
Ouvi da boca de um grande artista que é na transposição desesperadas das massas, sob a travessia confusa dos sinais, onde ele colhe
grandes melodias e canções. Meu espírito não é cosmopolita: poetas respiram é na solidão.
Em desequilíbrios sobre transposições e sinais, a vi pisar as malhas suaves das fontes, onde nascem todos os seres.
Tocando as linhas imaginárias dos sonhos, ela derramou luminosidade...resplandecências sobre a aura reluzente do meu medo.
Não sei medir paradigmas de mortes, vidas, eternidades... Nem sei, se levaremos para o outro lado, sentimentos e desejos.
Fome, carnaval, bebidas, amores eternos... serão barrados nas esteiras celestes.
As milhas estelares não definem se morte é origem de tudo, ou fonte natural de vida...
Ela surpreendeu-me, depois de atravessar as nuvens e caminhar sobre o azul, trazida de longe pelos ventos, como uma folha leve, ou uma mensagem bem definida.
Em Coventry Garden, ela mudou as cores dos guarda-chuvas, descoloriu o arco-íris das avenidas, pintou, a seu bel-prazer, novos coloridos nas sombrinhas.
Eu capotei, como um trem nas alturas ou um metrô que voasse. Explodi caixas de melancolias... Ponto. A perdi entre os álamos,
entre aflições e súplicas. Calei por prudência. Poeta, que sou, desabei com as tempestades. Entupi-me de acervos. Livros, montanhas deles, varais de poesia... porque eu sei que um dia nos encontraremos na multidão de palavras que nos trarão do futuro.

Hoje eu gosto de gente da paz e do equilíbrio.
A vida já me apresentou distrações demais… e foi nelas que eu me ferrei e aprendi.


Por isso, hoje, pra colar comigo, tem que ser influência positiva, mente limpa e energia boa. Aprendi a observar mais, ouvir mais e sentir o ambiente. Piscou errado, trocou palavras e fugiu do combinado eu já fico pé atraz


Não é frieza… é maturidade de quem entendeu que paz não se negocia.

FIM


Fim, é se livrar dos antigos desejos.
É refazer todos os planos e esquecer o gosto do seu beijo

Fim, é apagar de mim o seu pedaço.
Para seguir em frente e esquecer do seu abraço

Fim, é olhar para frente e apagar esse passado.
É olhar reto, e focar no presente e te deixar de lado.

Fim, é viver o meu mundo sem você.
É fazer nova morada e enfim te esquecer

Fim, é remover cada amor que você me deu e viver só.
É fazer uma faxina dentro dele para tirar da sujeira ao pó.

Fim, é quando a gente não ama , quando não chama e nem espera
É focar no meu caminho esquecer a saudade
Porque o mundo ainda me considera.

Fim, é esquecer tudo aquilo que um dia você me deu, é se achar em novos aires.
E esquecer que você me perdeu...

Fim, é sim entrega a um algo novo, sem rumo e direção.
Conhecer um novo amor e tirar do coração...

Em fim...me perdeu...

Não gosto de muros,
afinal de contas me tiram a visão.
Não me aceitam ver flores
que dançam do outro lado da rua.

Gosto de escrever no quase. Provoco com palavras que vestem e desvestem ao mesmo tempo. Escrevo sobre um toque, um olhar, e aí mora a graça. Os comentários são maravilhosos, porque revelam o que a imaginação do outro fez com o que eu plantei. Sim, sou um provocador. Admiro a essência da natureza da mulher: o jeito, o gesto, o mistério que não se explica, só se sente. E disso eu não abro mão.

— Gosto de escrever sobre simbologia. Isto não é apenas o meu trabalho... é a minha vida.

Fecho meus olhos; perco-me em meus devaneios,
Gosto de imaginar você, isso não tem preço.
Rio; balanço a cabeça, me pergunto:
_Como pode ser?

Gosto dos finais de tarde… eles chegam mansos e, sem fazer alarde, o céu pinta esperança dizendo: até amanhã.

A liberdade,
Tem um gosto de despedida e chegada.
De ir e vir,
Sem horas marcadas

⁠Eu gosto de lembrar daquilo
que é bom e bonito,
Não me esqueço de lembrar
quando você dançou
Chico Sapateado comigo;
Você da minha
cabeça não tem saído,
e a minha poesia
está sempre contigo.

⁠O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.


Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.


Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.


Ali, onde quase tudo é pouco.


Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…


Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.


O que quase sempre sobra é muito medo.


Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.


Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.


E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.


Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.


Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.

Engraçado.
Gostam sempre de repetir:
–Errar é humano!


E eu gosto e repito também:
–Sim, meu bem.
Mas esta não é uma boa desculpa para continuar a errar.
Entenda que: Perdão não é dar permissão para desrespeito.
E nem tente dizer que 70×7 é "infinito".
E se acredita nisso, te peço, encarecidamente, que me dê os mais coerentes fundamentos de que é este o real significado.

Não gosto de ir a sepultamento.

Não gosto de ir a sepultamento,
Porque não suporto o fingimento dos filhos e parentes, quando ouço a lamúria, dá vontade de vomitar em cima dos hipócritas que fingimem ao falecido amar.
Teve oportunidade, nunca abriu o coração para dizer ao falecido: "eu te amo, meu irmão".
Do mesmo modo acontece com os seus genitores, jogam nos abrigos e nunca vão visitar; mas quando a morte os levam, os miseráveis se põem a chorar.
Por esse motivo não vou a sepultamento, pois meu coração não suporta tanto fingimento.

Gosto de viver
Gosto do amor
Gosto do Universo
Gosto...
Amo...
Sinto...

⁠Minha trajetória nunca foi fácil, mas eu não gosto de estabelecer comparativos.

Gosto de pleonasmos, eles satisfazem o meu desejo de reafirmar o que estou dizendo.

Gosto dessa brincadeira com a indecisão
A adrenalina em não saber se vai dar certo ou não
Por mais claros que sejam os sinais do caminho do coração
São os arrepios junto aos calafrios de saber se é amor, se é paixão
Ou um jogo onde há espaço apenas para curtição
A vida acontece, e dela só nos resta aguardar o fim
Sem nenhuma certeza, terminamos assim.
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6 de Julho de 2023
Leonardo Procópio