Gosta de Mim do meu Jeito

Cerca de 286039 frases e pensamentos: Gosta de Mim do meu Jeito

Guarde um sonho bom prá mim...

Em meio a todo caos, a natureza consegue refletir sobre mim uma paz divina, que me entrelaça nos braços da esperança e me acolhe com um sorriso genuíno, como se dissesse pra mim: a sua esperança e alegria se renovará a cada nascer do sol, não se preocupe.
E eu, sem pestanejar, retribuí tamanho sorriso, com um olhar de graciosidade e agradecimento.

Agora você vem a mim e diz 'Don Corleone, faça justiça', mas você não pede com respeito. Você não oferece sua amizade. Você nem sequer pensar em me chamar de Padrinho.

Ainda estou aqui embora com o coração machucado, ferido ainda estou aqui, não por mim, mas sim estou aqui por você, porque nos meus pensamentos loucos acho que precisa de mim, estou aqui esperando um gesto seu, estou aqui porque preciso muito estar, cuidar, proteger, ajudar, estou aqui porque te dei algo que era meu e você não me devolveu, o meu coração, estou aqui porque te amo muito e esse amor é maior do que eu.

Hoje eu acordei com uma vontade enorme de dizer o quanto você é importante pra mim, mãe. Nunca alguém me olhou assim com tanta emoção, quando ouço a sua voz escuto a mesma canção. Que você cantava quando eu chorava sem querer dormir, e com lágrimas você orava por mim, palavras de amor, palavras de paz. São momentos que eu não esquecerei jamais…

“Pingo de chuva”


Vejo em mim sentimentos confusos, verdades relativas e desejos passageiros, olhando bem em mim sinto que algo mudou, vejo diferenças em pequenas coisas e em grandes coisas vejo pequenas diferenças, sinto, faço, vejo e ouço coisas que vem de dentro de mim uma mudança interna que reflete nas externa, ou melhor dizendo, em um todo, sinto uma saudade estranha e confusa,sinto uma paixão estranha e relativa, me vejo como um pingo de uma chuva que cai rapidamente do céu em direção a Terra, sinto-me muito pequeno, mas vou cortando o vento como uma velocidade incrível, assim vejo minhas alegrias, meus sofrimentos, meus triunfos minhas decepções, mas logo caio ao chão a dor parece insuportável, sigo pelo chão, como se estivesse em uma jornada sem volta, mas logo evaporo e volto ao meu estado normal, UM PINGO DE CHUVA e volto a fazer tudo outra vez.

Dor de Amor
Corrói feito veneno
Destrói o peito ameno
Tortura sem matar
Ai de mim
Que não fugi a tempo
Eu não mereço tanto
Eu só queria amar

Talvez o silêncio
nunca me perdoe
por ter dito que
"EU TE AMO"
fui vítima de mim mesma
de minhas próprias frases
de minha própria consciência...
Tenho procurado entendera minha vida
mas as conclusões à que cheguei
não são nada conclusivas!
Tenho esperado o tempo necessário
para compreender
Que, na verdade eu não posso ter você...
A vida é assim e eu tenho que me acostumar
os dias irão surgir
o sol irá brilhar... Aqui!
e hoje ainda é o primeiro dia,
do resto dos nossos dias e,
eu ainda espero por você,
Tente me intender!?
Acalme-se! Pois você vai ver...
Eu posso te olhar
também posso te tocar...
Mas não com o coração...
E esses são os meus problemas
Os problemas que eu nem tenho!
E que crio em minha mente...
POR VOCÊ!

E é assim: Errar é humano, e eu agradeço a Deus por habitar dentro de mim pra perdoar os que me julgam e me analisam.

VÁRIAS DE MIM

Sou assim
Duas de mim
Às vezes três
Quatro... cinco... seis
Sou uma por mês.

Me diversifico
Tem horas que grito
Vivo num conflito
Mostro ao mundo minha dor
Outras horas, só sei falar de amor

A mais romântica
Melodramática
Estática
Chorosa e nervosa
Carente e decadente
Vingativa e inconsequente

Aí quando menos me percebo
Me transformo em mulher cheia de medo
Cheia de reservas
Coberta de sutilezas
Séria e sem defesa

No minuto seguinte
No papel de mulher fatal
Viro logo a tal
Aí sou dona do mundo
Segura e destemida
Altiva e atrevida.

Rasgo meus segredos ao meio
E exponho num roteiro
De poesia ou texto
Agrido, inflamo

Conto o que ninguém tem coragem de contar
Explico detalhes que é bom nem lembrar
Sou assim
Várias de mim

Sorriso por fora
Angústia toda hora
Por dentro um tormento
No rosto nenhum sofrimento
No corpo uma explosão de prazer
Nos olhos, meu desejo deixo perceber

Melhor nem me conhecer
Fique com minhas letras
Com as minhas palavras
Na vida real sou bem mais complicada

Sou mil
E quem tentou, descobriu
Que viver ao meu lado
É viver dentro de um campo minado
Prestes a explodir
Mas quem esteve nele
Nunca quis fugir

Dentro ou fora de mim, todos os dias acontece algo que me surpreende, (...) desde a possibilidade do impossível a todos os sonhos e ilusões.

Não venha com “lady” pra cima de mim. Eu sou uma Vingadora.

Não tenho nada a temer
Mas já estou com medo
De mim mesma

Nem me conhece direito e fala mal de mim. Seu sonho de consumo é ser minha amiga, mas como eu sou movida a exigências de caráter, você ficou de fora da minha lista, então vai, continua desdenhando.

Falar mal de mim é fácil, difícil é colocar Mentos na boca e beber Coca-Cola.

“E o prêmio de melhor mentiroso vai para você, por me fazer acreditar que poderia ser fiel a mim.”

⁠Aproveite sorrir comigo, pois, o dia que chorar por mim, não poderei te acompanhar.

Eu perdi a mim mesma quando o perdi.

Há lobos que uivam dentro de mim, e num esforço brutal tento conte-los.

Na casa defronte de mim e dos meus sonhos,
Que felicidade há sempre!

Moram ali pessoas que desconheço, que já vi mas não vi.
São felizes, porque não são eu.

As crianças, que brincam às sacadas altas,
Vivem entre vasos de flores,
Sem dúvida, eternamente.

As vozes, que sobem do interior do doméstico,
Cantam sempre, sem dúvida.
Sim, devem cantar.

Quando há festa cá fora, há festa lá dentro.
Assim tem que ser onde tudo se ajusta —
O homem à Natureza, porque a cidade é Natureza.

Que grande felicidade não ser eu!

Mas os outros não sentirão assim também?
Quais outros? Não há outros.
O que os outros sentem é uma casa com a janela fechada,
Ou, quando se abre,
É para as crianças brincarem na varanda de grades,
Entre os vasos de flores que nunca vi quais eram.

Os outros nunca sentem.
Quem sente somos nós,
Sim, todos nós,
Até eu, que neste momento já não estou sentindo nada.

Nada? Não sei...
Um nada que dói...

Fernando Pessoa
PESSOA, F. Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993).