Genuíno

Cerca de 18601 frases e pensamentos: Genuíno

Terás nas dores da vida, o dom de chorar,
mas não deixes nascer o dom de causar dores.
Não basta apenas os teus algozes amar,
é preciso amar-se, ouvir os próprios clamores.

Quem olha para as estrelas está vendo o passado, literalmente.

Os capítulos do livro da vida é a gente que escreve!

Dizer que o amor não existe, é uma frase que fere todos os principios humanos ! Algo tão irracional como dizer que Deus e o Diabo são a mesma coisa !

A fonte de caridade
Não nasce nas contas bancárias
Nem nas vaidades das mesas fartas.
Nasce no coração
E jorra pelos póros
Suores de amor e solidariedade

Os egoístas são escravos de suas convicções,
Não aceitam críticas, nem conselhos,
Simplesmente impõem suas vontades
E querem que prevaleçam diante de qualquer ciscunstância.
Por serem inseguras, angustiadas e arrogantes,
Buscam desesperadamente refúgio na atividade profissional,
Como estratégia emocional para inibir suas fraquezas e frustrações.
A devoção mórbida aos seus ideais,
Fazem com que seus relacionamentos amorosos sejam frágeis
E conflituosos com crise de possessividade e carência afetiva.
A incapacidade de amar estimula os sentimentos inferiores
Como complexo de inferioridade, baixa estima, depressão,
insegurança, impulsos mentais pervertidos,
Entre outras patologias corporais.
Por isso buscam na aparência auto-afirmação
Da sua personalidade.

A mulher é a companheira por excelência do homem desde os primórdios da vida. Deus fez a Eva e deu-lhe ao Adão como esposa e companheira. Eva errou, enganou Adão mas este não o bateu, não o maltratou.

Compaixão da Virgem na morte do filho

Por que ao profundo sono, alma, tu te abandonas,
e em pesado dormir, tão fundo assim ressonas?
Não te move a aflição dessa mãe toda em pranto,
que a morte tão cruel do filho chora tanto?
O seio que de dor amargado esmorece,
ao ver, ali presente, as chagas que padece?
Onde a vista pousar, tudo o que é de Jesus,
ocorre ao teu olhar vertendo sangue a flux.
Olha como, prostrado ante a face do Pai,
todo o sangue em suor do corpo se lhe esvai.
Olha como a ladrão essas bárbaras hordas
pisam-no e lhe retêm o colo e mãos com cordas.
Olha, perante Anás, como duro soldado
o esbofeteia mau, com punho bem cerrado.
Vê como, ante Caifás, em humildes meneios,
agüenta opróbrios mil, punhos, escarros feios.
Não afasta seu rosto ao que o bate, e se abeira
do que duro lhe arranca a barba e cabeleira.
Olha com que azorrague o carrasco sombrio
retalha do Senhor a meiga carne a frio.
Olha como lhe rasga a cerviz rijo espinho,
e o sangue puro risca a face toda arminho.
Pois não vês que seu corpo, incivilmente leso,
mal susterá ao ombro o desumano peso?
Vê como a dextra má finca em lenho de escravo
as inocentes mãos com aguçado cravo.
Olha como na cruz finca a mão do algoz cego
os inocentes pés com aguçado prego.
Ei-lo, rasgado jaz nesse tronco inimigo,
e c'o sangue a escorrer paga teu furto antigo!
Vê como larga chaga abre o peito, e deságua
misturado com sangue um rio todo d'água.
Se o não sabes, a mãe dolorosa reclama
para si quanto vês sofrer ao filho que ama.
Pois quanto ele aguentou em seu corpo desfeito,
tanto suporta a mãe no compassivo peito.
Ergue-te pois e, atrás da muralha ferina
cheio de compaixão, procura a mãe divina.
Deixaram-te uma e outro em sinais bem marcada
a passagem: assim, tornou-se clara a estrada.
Ele aos rastros tingiu com seu sangue tais sendas,
ela o solo regou com lágrimas tremendas.
Procura a boa mãe, e a seu pranto sossega,
se acaso ainda aflita às lágrimas se entrega.
Mas se essa imensa dor tal consolo invalida,
porque a morte matou a vida à sua vida,
ao menos chorarás todo o teu latrocínio,
que foi toda a razão do horrível assassínio.
Mas onde te arrastou, mãe, borrasca tão forte?
que terra te acolheu a prantear tal morte?
Ouvirá teu gemido e lamento a colina,
em que de ossos mortais a terra podre mina?
Sofres acaso tu junto à planta do odor,
em que pendeu Jesus, em que pendeu o amor?
Eis-te aí lacrimosa a curtir pena inteira,
pagando o mau prazer de nossa mãe primeira!
Sob a planta vedada, ela fez-se corruta:
colheu boba e loquaz, com mão audaz a fruta.
Mas a fruta preciosa, em teu seio nascida,
à própria boa mãe dá para sempre a vida,
e a seus filhos de amor que morreram na rega
do primeiro veneno, a ti os ergue e entrega.
Mas findou tua vida, essa doce vivência
do amante coração: caiu-te a resistência!
O inimigo arrastou a essa cruz tão amarga
quem dos seios, em ti, pendeu qual doce carga.
Sucumbiu teu Jesus transpassado de chagas,
ele, o fulgor, a glória, a luz em que divagas.
Quantas chagas sofreu, doutras tantas te dóis:
era uma só e a mesma a vida de vós dois!
Pois se teu coração o conserva, e jamais
deixou de se hospedar dentro de teus umbrais,
para ferido assim crua morte o tragar,
com lança foi mister teu coração rasgar.
Rompeu-te o coração seu terrível flagelo,
e o espinho ensangüentou teu coração tão belo.
Conjurou contra ti, com seus cravos sangrentos,
quanto arrastou na cruz o filho, de tormentos.
Mas, inda vives tu, morto Deus, tua vida?
e não foste arrastada em morte parecida?
E como é que, ao morrer, não roubou teus sentidos,
se sempre uma alma só reteve os dois unidos?
Não puderas, confesso, agüentar mal tamanho,
se não te sustentasse amor assim estranho;
se não te erguesse o filho em seu válido busto,
deixando-te mais dor ao coração robusto.
Vives ainda, ó mãe, p'ra sofrer mais canseira:
já te envolve no mar uma onda derradeira.
Esconde, mãe, o rosto e o olhar no regaço:
eis que a lança a vibrar voa no leve espaço.
Rasga o sagrado peito a teu filho já morto,
fincando-se a tremer no coração absorto.
Faltava a tanta dor esta síntese finda,
faltava ao teu penar tal complemento ainda!
Faltava ao teu suplício esta última chaga!
tão grave dor e pena achou ainda vaga!
Com o filho na cruz tu querias bem mais:
que pregassem teus pés, teus punhos virginais.
Ele tomou p'ra si todo o cravo e madeiro
e deu-te a rija lança ao coração inteiro.
Podes mãe, descansar; já tens quanto querias:
Varam-te o coração todas as agonias.
Este golpe encontrou o seu corpo desfeito:
só tu colhes o golpe em compassivo peito.
Chaga santa, eis te abriu, mais que o ferro da lança,
o amor de nosso amor, que amou sem temperança!
Ó rio, que confluis das nascentes do Edém,
todo se embebe o chão das águas que retém!
Ó caminho real, áurea porta da altura!
Torre de fortaleza, abrigo da alma pura!
Ó rosa a trescalar santo odor que embriaga!
Jóia com que no céu o pobre um trono paga!
Doce ninho no qual pombas põem seus ovinhos
e casta rola nutre os tenros filhotinhos!
Ó chaga que és rubi de ornamento e esplendor,
cravas os peitos bons de divinal amor!
Ó ferida a ferir corações de imprevisto,
abres estrada larga ao coração de Cristo!
Prova do estranho amor, que nos força à unidade!
Porto a que se recolhe a barca em tempestade!
Refugiam-se a ti os que o mau pisa e afronta:
mas tu a todo o mal és medicina pronta!
Quem se verga em tristeza, em consolo se alarga:
por ti, depõe do peito a dura sobrecarga!
Por ti, o pecador, firme em sua esperança,
sem temor, chega ao lar da bem-aventurança!
Ó morada de paz! sempre viva cisterna
da torrente que jorra até a vida eterna!
Esta ferida, ó mãe, só se abriu em teu peito:
quem a sofre és tu só, só tu lhe tens direito.
Que nesse peito aberto eu me possa meter,
possa no coração de meu Senhor viver!
Por aí entrarei ao amor descoberto,
terei aí descanso, aí meu pouso certo!
No sangue que jorrou lavarei meus delitos,
e manchas delirei em seus caudais benditos!
Se neste teto e lar decorrer minha sorte,
me será doce a vida, e será doce a morte!

Todo relacionamento amoroso tem um prazo de validade. Se você discorda é porque o seu ainda não venceu.

Amor = Você

Com meu Amor ao meu lado o tempo passa tão rápido, queria descobrir um jeito de deixar o tempo mais devagar para poder ficar mais com meu amor, pois sei que não posso ficar o tempo todo, pois meu Amor precisa de seu espaço.

Com meu Amor do meu lado fico cego, fico bobo, fico todo atrapalhado, fico todo sorridente, e sei que meu Amor vai ser meus olhos, vai ser boba comigo, vai corrigir minhas atrapalhadas e vai sorrir comigo, pois com meu Amor ao meu lado sou Feliz.

Com meu Amor do meu lado simplesmente quero da-lhe todo carinho possível, quero ser seu companheiro, quero escutar sua voz me contando seu dia, sendo ele ruim ou bom, pois sei que meu amor precisa de mim, e vou estar sempre para escutar o meu Amor.

Com meu Amor do meu lado gosto de varias coisas: de ficar com ele, de brincar com ele, de dançar com ele, de sentir ele, de cada dia me apaixonar mais por ele, pois o meu Amor é Você, e com Você quero estar.

Deus nos proporciona tantos momentos maravilhosos que chego a questionar muita gente! Deus não é dez, e sim... 1.000.000.000.000.000.000.000.000.

“O amor é como o universo; ninguém sabe sua extensão, apenas acredita que ele existe e é infinito”.

A vida pode ser difícil, a alegria pode ser pouca, os acontecimentos podem ir de encontro ao ridículo, mas isso é a vida, podemos viver simultaneamente entre dois lados opostos, lados que não se encaixam perfeitamente, caminhos que nos levam a um estado de emoções boas ou a um país de infelicidade!

Não acredito, sou realista, não sou otimista: pensamentos dignos de uma pessoa que já perdeu as esperanças no hoje e vê no amanhã dificuldades instransponíveis... Eu acredito, vou vencer, vivo e busco felicidade: lemas de uma pessoa que vê um obstáculo e ao mesmo tempo já pensa em vencê – lo e não vê a felicidade como um caminho distante...

Ao chegarmos à velhice, é comum uma criança aparecer e perguntar alguma coisa que ainda não aprendemos.

O arrependimento sempre é útil, porque transforma um erro em aprendizado.
(trecho do livro Pena Dourada)

Os pensamentos tristes são como as ervas daninhas, se não arrancá-las, acabam com as flores.

(Trecho do livro Pena Dourada)

Devemos cuidar do que temos dentro de nós. - Disse o Peninha - Em todas as guerras, as primeiras armas lançadas são os pensamentos, depois as palavras.

(Trecho do livro Pena Dourada)

Quanto maior a escuridão, mais forte se vê o brilho de um vaga-lume. Assim é o amor, não há sofrimento que o apague.
(Trecho do livro Pena Dourada)

"Tentar saber algo sobre a morte é tentar saber algo sobre a vida. A literatura dá-nos a ver verdades que só podem ser usadas por nós próprios, que são as nossas convicções e as respostas essenciais a perguntas para as quais todos temos de ter uma resposta. (...)

A morte é natural, a maior certeza que temos sobre qualquer coisa é que vai ter o seu fim. Os dias começam e acabam, tudo acaba... Fechar os olhos ao que quer que seja, ignorar, fingir que não existe, nunca é bom, sobretudo em relação a coisas que existem de fato e a morte existe de fato."