Genuíno
“Por um instante a morte soltou-se a si mesma, expandindo-se até às paredes, encheu o quarto todo e alongou-se como um fluido até à sala contígua, aí uma parte de si deteve-se a olhar o caderno que estava aberto sobre uma cadeira, era a suite número seis opus mil e doze em ré maior de Johann Sebastian Bach composta em Cöthen e não precisou de ter aprendido música para saber que ela havia sido escrita, como a nona sinfonia de Beethoven, na tonalidade da alegria, da unidade entre os homens, da amizade e do amor. Então aconteceu algo nunca visto, algo não imaginável, a morte deixou-se cair de joelhos, era toda ela, agora, um corpo refeito, e por isso é que tinha joelhos, e pernas, e pés, e braços, e mãos, e uma cara que entre as mãos escondia, e uns ombros que tremiam não se sabe porquê, chorar não será, não se pode pedir tanto a quem sempre deixa um rasto de lágrimas por onde passa, mas nenhuma delas que seja sua. Assim como estava, nem visível nem invisível, em esqueleto nem mulher, levantou-se do chão como um sopro e entrou no quarto.”
(José Saramago, “As intermitências da morte”)
(...) de que adiantaria falar de motivos, às vezes basta um só, outras vezes nem juntando todos, se as vidas de cada um de vocês não vos ensinaram isto, coitados, e digo vidas, não vida, porque temos várias, felizmente vão-se matando umas às outras, senão não poderíamos viver.
O tempo anda passando em disparada por sob meu corpo. Pelos sucos gélidos de meu rosto, que morbido vive em um estado de profundo ponto morto, feito aqueles que resolveram 'morrer' para não abrir os olhos.
Num calor feroz que não consigo ver teus dedos, eu escolhi não vê teus dedos, no meio das faíscas imundas na qual eu resolvi viver.
A personificação do eu desabrochou agora, e em p&b, tudo isso mora dentro de minha retina, colocando o drama da vida na morte das cores por detrás de uma cortina negra.
Não sou mais nada. Não sou vida, muito menos progresso. Sou apenas um traço de existência e sanidade. Pouco espero de mim. Pouco esperem de mim, não valho nada.
Nascer de novo, é começar trilhando caminhos, superar espinhos e aceitar as indiferenças do percurso. Nenhum caminho se faz em retas, curvas e morros são os desafios a superar.
Quando agente se olha
no espelho
se ve meio fada ,
meio rainha ou bailarina
e com cara de dona da festa,
tudo que é bom acontece.
o astral vai além das nuvens
e a gente brilha e brilha .
Se alguém falar de amor ,
não faz mais que obrigação .
acordo pela manha vejo o por do sol, á tarde vejo sol raia, á noite vejo a estrela brilha.mais nesse dia vejo Deus mi falar que comigo ele esta.
Tenho esperança de que um dia a humanidade encontre definitivamente a paz; que os homens sejam menos egoístas e aprendam a dividir o dinheiro que ganham, com seus empregados.
Afinal, são os empregados que têm a missão de trabalhar a vida inteira para enriquecer seus empregadores.
Doce segunda-feira
É um dia tão bom quanto sexta-feira
Pra quem tem dinheiro para gastar
E boa saúde para a vida poder desfrutar
O escritor baiano Jorge Amado disse um dia numa palestra que o escritor pare um livro, quanto o termina de escrever.
Naquele dia achei essa ideia um pouco estranha. Hoje, porém, tenho de admitir que concordo com ele.
Eu hoje pari um livro!
Quando as coisas não estão boas do seu lado, tudo o que você deve evitar de ouvir são conselhos de pessoas que têm medo de vencer na vida.
Tenha esperança de que tudo vai dar certo em sua vida.
Tenha fé em Deus de que tudo o que você pede será atendido.
Sinta a alegria de uma criança ao ganhar um brinquedo.
Sinta-se feliz e viva feliz.
Vida de empregado, vida de trabalhador, tanto trabalha e se cansa, pouco se vive para curtir a vida.
Beijo que incendeia o coração
Sinto sua pele, respiro seu cheiro...
Sinta meu toque e não se esqueça dele nunca
Quando eu estiver longe, olhe pra sua pele e lembre-se
dos meus braços, o seu refugio.
A incompetência, a inveja, o despeito e a falta de talento, estão sempre do lado daqueles que vivem a criticar os outros.
