Gente Mimada
O Destino e Nós Dois
O destino não quis a gente junto pra sempre,
Mas o que vivemos foi intenso e valente.
Nosso tempo, embora breve, foi um tesouro,
Cada instante ao seu lado valeu mais que ouro.
Se fomos estrelas cruzando o mesmo céu,
Fomos chama intensa que nunca se perdeu.
O privilégio de estar contigo foi presente,
Mesmo que o final tenha sido diferente.
Não culpo o destino, nem o sopro do vento,
Pois em você encontrei o mais doce alento.
E ainda que o "pra sempre" tenha se perdido,
No meu coração, você é eterno abrigo.
Então sigo adiante, com gratidão no peito,
Guardando o que vivemos, tão perfeito.
Pois mesmo que o destino nos tenha afastado,
O privilégio foi ter te chamado de amada.
Prefiro lidar com gente depois dos 40, são mais sábios, inteligentes e sabem viver. Gente nova com ideias tropeçadas me causam náuseas!
Ser sábio é ser seleto.
Liderança não é cargo, não é crachá. É clareza. É entrega. É presença. Tem gente que ocupa mesa. Eu sou a mesa que se ocupa.
A vida tem pressa...Acontece as vezes sem que a gente se de conta ...os ventos trazem e levam ...Coisas que julgávamos serem importantes...Não foi culpa sua ...Não lamente...Não foi culpa minha...Preciso seguir...Levo uma bagagem...Mas nela somente o que não vai me atrasar...
Chega um momento que a gente cansa
Cansa de se dedicar,
Por mais que você faça,
Ninguém está disposto a te valorar.
Você se projeta,
Tenta fazer o outro feliz,
Mas com o passar do tempo,
Percebe que mais uma vez foi um aprendiz.
Ao longo da minha vida,
Sempre tentei buscar,
Alguém que por mim gostasse,
E se dedicasse...
E pudesse amar.
Sei que em todos os momentos,
Perfeito eu nunca fui,
Mas o peito sempre chora,
Quando vejo que nada flui.
E no ciclo de nossa vida,
Não importa quem os são,
Pode ser família,
Amores,
Amigos,
Quem são?
Dizem que o veneno,
Só lhe mata se você tomar,
Mas convenhamos meus caros,
É difícil não experimentar.
Só queria uma vida tranquila,
De paz e harmonia viver,
Sem ninguém para me deixar infeliz,
E de amor e com amor poder vencer.
Estou cansado de tanto lutar,
De amar,
Dedicar.
E ser esquecido,
E ser humilhado,
E ser abusado,
E ser explorado.
Estou morrendo...
A dúvida se existe amor entre a gente,
Como saber? Como ter certeza? Como não ter medo de ir?
São cascas de ovos,
São discursos pesados,
São caras fechadas,
São corações acelerados.
Em momentos...
São gritos ecoados,
São dedos apontados,
São discursos vazados,,
Em momentos...
É um amor que as vezes se esvazia, mas as vezes preenche,
É um amor que as vezes entristece, mas as vezes alegra,
É um amor que as vezes dói, mas as vezes cura.
Em momentos...
É um amor que nos condena,
A querer seguir separados,
Mesmo muitas vezes,
Não querendo.
A cada linha, um suspiro de tristeza pelas coisas que a gente finge que esquece, mas nunca para de lembrar.
Porque tem gente que a gente não supera — a gente aprende a conviver com a ausência. Como quem mora com um fantasma que já virou parte da mobília.
Saudade é isso: dançar sozinho com as lembranças.
Com o peito apertado e o coração bêbado de passado.
É assustador perceber que a gente não vira ninguém quando cresce.
Que a gente só vai sobrevivendo.
Cuidando de traumas como se fossem filhos. Colecionando frustrações como figurinhas raras.
E aceitando que o “pra sempre” é só uma palavra bonita com prazo de validade vencido.
A gente não perde as pessoas, Deus é quem retira de nossa vida tudo que não acrescenta, que não serve, que não soma!
Tem gente que só sabe o que lhe contaram, outras o que leram, outras ainda só o que viram, mas ninguém sabe mais do que quem sentiu.
Tem coisas que não dependem da gente e não podemos controlar. Assim é o tempo com seus sentidos de espaço e de ser. O passado se foi, enquanto o fruto da árvore poderá não estar no momento de nossas fome.
O que temos dentro da gente, é da gente. O que oferecemos aos de fora, oferecemos para gente.
Não pensamos que outros são nós, mas tudo é de dentro, assim nos enxergamos, fletido em outros.
Viver feliz é seguir iludido, nesse mundo transiente com tanta gente contrafeita.
Utopia que envenena a alma.
Viver diligentemente, sem se ferir ou ferir gente. É impossível tal façanha, porque mesmo sem querer, ferimos a quem queremos que sempre vá bem.
As incertezas da vida nos traem, há momentos no qual estamos bem, e de repente a adversidade vem. A volatilidade é a certeza de que nada aqui é para sempre, cada dia tem um novo sol nascente, cada noite suas estrelas reluzentes, isto se não vierem nuvens a obstruir momentaneamente os raios de luz que irradiam no infinito, fazendo o céu mais bonito, enfeitando cada dia com esplendor único de cada corpo celeste, banhando assim infindáveis manifestações de vidas, incontáveis seres existentes, todas existindo no pequenino fragmento qual poeira espacial, doravante denominada planeta terra, que segue sua viagem sob o desconhecido universo em toda a sua imponente imensidão incapaz de ser medido pela insignificante mente humana.
Solitário em meio a multidão, ressequido imerso ao mar, distante de tudo mesmo rodeado de gente.
Antagonismo que submerge o ser, mera expectativa em sobreviver.
O medo mata impiedosamente. Mata a alma e aniquila a saúde da gente.
O medo abala toda a estrutura emocional do ser, rouba a paz e a alegria de viver.
E existem duas alternativas se do medo vierem a padecer. Enfrentá-lo ou se esconder. E nenhuma das duas lhe darão certeza, do medo sempre vai expreitar o ser.
