Gelado

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"Palavras frias. Coração gelado"

A temperatura subiu
Era pra você somar, mas você sumiu

Você me deu um gelo
E ficou tudo gelado, gelado
E nesse dia frio (e nesse dia frio)
Quem é que tá do seu lado, seu lado?

Beijo quente, coração gelado.

"Político só é bom igual cerveja; gelado e em cima da mesa."

Em momentos que choro pelas magoas que deixou...
a água está muito gelado igual as tua palavras,
tentei lembrar de bons momentos...

Talvez em seu coração gelado não haja lugar para um amor
tão dedicado.
Talvez em sua vida corrida não percebeu como por
mim era querida.
Talvez em seu mundo de dor, esqueceu que
te tratei como flor.
Talvez em sua vida sozinha não se
recordará mais da minha.
Talvez nessas voltas da vida se arrepende
da despedida.
Talvez nesse mundo de louco
se lembre as vezes de mim um pouco.
Talvez no final da jornada
eu já não me lembre de nada.
Talvez quando de mim se lembrar
eu já não estou aqui para voltar.
Talvez quando a saudade sentir
eu já não poderei mais vir.
Talvez na vida você tenha sido
o meu amor proibido.
Talvez, um dia outra vez, talvez!
Sergio Fornasari

"Num deserto o coração traído caminha gelado".

Dias frios
Cama quente
Pé gelado
Coração doente.

Meu coração como de costume é gelado, mas ao ouvir tua suave voz, ele aquece como um fogão a lenha no inverno, acompanho de um bom mate amargo para cultivar nosso amor.

A preguiça também é escolha. Uma xícara de café ou um bom banho gelado te deixa pronto para qualquer coisa.

Sol aquece a geleira da Terra. Fogo acende os olhos assim como a paixão faz arder um coração gelado.

Lembranças de algo nunca vivido,
te abraça... um beijo gelado, com o gosto de saudade junto com solidão.
Suas garras furam teu peito fazendo-lhe sangrar memórias, te seduzindo com suas falácias, te fazendo acreditar que esta seria sua melhor história, esmagando seus sentimentos e pensamentos.
Apenas um abraço e aquele beijo gelado que o prende da alegria, fazendo com que se afogue em suas lágrimas mais sinceras.

Para desatar qualquer nó, espantar qualquer medo e desarmar qualquer coração gelado pelo tempo, um sorriso sincero, escancarado, regado da certeza de que tudo vale a pena, quando a semente que plantamos é o bem.

Seu coração pode ser
gelado como o frio de uma madrugada,
mas o meu coração sempre será seu
sua alma pode ser a mais sombria
de todas, mas o meu coração sempre
será seu porque o que o destino
separa o deus nos une, você é
gelado, frio e calculista, mas o que
eu sinto por você jamais morrerá
e que nesse meu leito de morte
a única imagem que está na minha
mente é a sua... imagem bela e formosa
que jamais vou dos dias calorosos
que vivemos.

⁠ESTAR AO SEU LADO
Quero estar ao seu lado,
No frio gelado de inverno,
No calor escaldante de verão.
Quero saborear contigo as frutas do outono,
Fazer-te bela como as flores da primavera.
Quero ir ao seu encontro,
No seu coração fazer ponto.
Quero dar o lenço ao seu pranto,
Afagá-la com carinho e acalanto.
Quero motivar o seu riso,
Quero bordar dobrinhas no seu sorriso.
Quero dar luz ao seu olhar,
Criar asas e ensiná-la a voar...
Quero entregar-lhe, por inteiro, os meus braços,
Ir pra dança sem sair do compasso.
Quero dar-lhe a segurança das estrelas, no espaço,
Ampará-la com o laço do abraço.
Quero sussurrar-lhe palavrinhas aconchegantes,
Deixar em seu coração, uma Lembrança boa, marcante.
Quero vê-la feliz e radiante,
Quero ser seu par, seu amor e seu amante.
Élcio José Martins

O frio mais gelado que já vivi
Um espaço deixado que não esqueci
Agora tudo está no passado
Ela não está do meu lado

Não queria que fosse dessa maneira
Meu coração está quebrado
Colocaram numa geladeira
Fechado e trancado com um cadeado

Só ela pode reabrir
Desencadear o sentimento
Será difícil conseguir
Já é grande o sofrimento

Terá que aquecer com fogo intenso
Fogo que arde e consome
Que queima e que some
Com o vazio aqui dentro

Não está disposta a me libertar
Vai me deixar aqui sozinho
As memórias permeiam o pensamento
Até por inteiro eu congelar

Foi isso que escolhi
Escolhi te dar o meu amor
Você disse que não precisava
Por isso numa geladeira trancou

Em vista disso chego a uma conclusão
Agi sem ter nenhuma razão
Não há razão no amor
Você é o meu coração

Seu singelo sorriso, que antes aquecia meu coração gelado, hoje queima mais que as chamas do inferno.

a melhor forme de esquentar um coração gelado, e aquecer-lo com seu amor

Aonde foi parar aquele beijo ensaiado
Trêmulo, gelado, impaciente?
E os poemas que lhe acompanhavam
Num papel meio amassado
Declarando o amor
Do beijador presente?

Na velocidade de um piscar de olhos
Intenso como o impacto de um meteoro

Na festinha vulgar de alguém popular
Ele se suicidou
De boca em boca
Perdeu seu gosto
E por fim
Todo o seu valor

E por fim

Onde foi parar a franqueza ?
Francamente
Antes que eu me esqueça de ser “gente”
Peço ao mundo que me esqueça
Peço a ele que me deixe

Ser anormal assim
Quadrada assim
Por fora assim

Feliz assim

Será que foi o som da vida?

Não saberia dizer, mas olhou pra fora, as mãos no vidro gelado da janela, os olhos atentos a qualquer simples movimento mágico que fazia tudo simplesmente continuar. Porque não importa o que aconteça, tudo continua, não é? Você pode estar sangrando, entregue ao seu último suspiro, mas lá fora o mundo continua. As pessoas dirigem seus carros, andam nas calçadas, trabalham, dormem, fazem amor. Foi exatamente assim que aconteceu.

Som de pneus cantando e uma voz assustada que dizia que o moço tinha sido atropelado. Ali do lado, bem embaixo dos olhos deles, na mesma avenida em que seguiam suas vidas. E foi mesmo: estava lá estirado no asfalto, com as pessoas aglomerando-se em volta. Mas foi rápido demais, logo já não podia mais divisar o corpo e tudo o que via através da janela era a vida em movimento, porque apesar do fato de o moço ter sido atropelado, a vida continua. E o ônibus continuou o seu caminho, levando-os pra fora da cidade, para o trabalho de todos os dias, para o cotidiano. A mesma estrada, o mesmo cenário, o mesmo tempo cinza de inverno.

Ficou se perguntando se talvez aquelas gotas finas de chuva que começaram a cair era o choro triste da vida por toda essa indiferença. Quis gritar que o moço tinha sido atropelado, mas passaria-se por louca. Todo mundo tinha visto e ouvido, com exceção de alguns que estavam dormindo envoltos apenas em seus próprios sonhos. Algo em seu estômago retorceu, doeu, incomodou. Como poderiam continuar a vida assim? O moço tinha sido atropelado. Estava lá, estirado, ainda vivo no chão, com dores, ou talvez até já morto.

Poderia ser filho de alguém que ao saber da notícia enterraria o rosto nas mãos com lágrimas inundando os olhos, ou ficaria em choque olhando o nada por um longo tempo e só choraria lágrimas silenciosas, quando visse o caixão baixando na terra. Poderia ser irmão de alguém que viesse correndo até seu corpo e gritasse aos quatro cantos que NÃO, não poderia ser verdade. Poderia ser pai de uma criança que viveria todos os demais dias de sua vida sem a figura de um pai, uma vida inteira modificada por um segundo de imprudência. Talvez tivesse um amor impossível, que no exato momento em que o acidente ocorrera, sentira uma dor esquisita no coração. Uma dor que lhe trouxera lágrimas aos olhos e alguém ao seu lado poderia questionar se estava tudo bem ao que ela responderia que só estava com um pressentimento ruim. Ou talvez tivesse uma esposa que no momento estava em casa dando café da manhã aos filhos, e quando descobrisse perderia o chão, o equilíbrio, desmaiaria.

Alguém em algum momento teria parado pra se perguntar o que ele estaria fazendo justamente ali, naquela avenida e naquele horário? Estaria indo para o trabalho? Ou comprar o pão para o café da manhã? Ou talvez estivesse indo à casa do seu amor impossível dizer que iriam se casar, pois não poderiam jamais viver separados. Ou indo visitar a mãe para dizer-lhe que a amava, ou talvez estivesse apenas andando depois de uma briga para espairecer?

Notou de repente e com espanto que nada disso importava a ninguém mais além das pessoas queridas relacionadas ao moço. Porque para todos os demais, a vida continua. ‘O moço foi atropelado’ foi só mais um acontecimento normal e comum nos dias de hoje em que estamos acostumados com a violência, acostumados com a morte, acostumados com sangue e dor e guerra. ‘O moço foi atropelado’ poderia ser também ‘Choveu ontem à noite’, ‘A rua foi interditada’, ‘Dizem que vai fazer sol no final de semana’. As reações são as mesmas. Apáticas. É o nosso cotidiano.