Fui

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Sinto que ainda permanece aqui, um pouco da mariposa perdida no caminho que fui… eu fui. Segui a pé a estrada da nossa despedida, sem lenço no bolso, sem nenhum vento para soprar a direção. Passando por todo o espinho que insistiu em me açoitar, com a mala tão pesada que me exprimia a coluna, com a vida tão frágil que sem ver, meus pés se molhavam com minhas próprias lágrimas. Virei estátua de sal, parei só pra olhar em teus olhos uma vez mais, um sonho a mais. Permaneci, intacta, como a mariposa que não consegue mais bater as asas, tão maleável, tão diminuída a nada, uma poeira… que a gente varre e deixa longe, tão longe…
Permaneci, com o retrato de nossa história, com as fotos empoeiradas, preta e brancas agora, com o som de um martírio não mais dividido, com o adeus. Só o adeus. Permaneci, com o retrato do que você era, só olhando, como se eu pudesse resgatar o teu sorriso, o teu olhar caído encima de mim, você. Esperando só um pio de respiração que viesse da sua alma, mas perdi.

Eu fui, estátua de sal, que espira teu sorriso em troca do amor, que congela a vida pra viver em outra hora, que congela o tempo porque, às vezes, ele é triste demais… perdido demais. Fui, o desenrolo de toda a canção que os poetas um dia, escreveram, só pra mostrar com outros olhos a vida que passava atrás da porta, lá fora, o dia que se abre por trás do sol, porque viver é mais. Maior que toda a obrigação que esfregam no nosso rosto, maior que todo o bater de pés, maior que todo o cansaço, que todo o tempo congelado, que todo o estrago, que todo o abismo que vive dentro de nós. É maior do que a vontade de parar, e se tacar no buraco e esperar a chuva para morrer afogado. É maior que ser uma mariposa e perder as asas. A vida, amor, sempre foi maior que eu. E sempre será maior que nós.

Porque a saudade nunca te fará reviver o passado, nunca me fez, nunca me restou nada do que eu tanto amei, senão lembranças. E nenhuma delas totalmente intactas. Pois a verdade de toda essas horas em que nos desesperamos, é que perdemos. Perdemos, essas tais lembranças de que falei, perdemos, alguns laços em torno dos dias, perdemos a nós mesmos em certas épocas, ou pra toda a vida. E nunca mais achamos, nunca mais conseguimos encontrar o verdadeiro eu que se escondeu em algumas das inúmeras estradas que trilhamos. Perdemos… o caminho e a força, hora ou outra, a coragem. Só pra mostrar que somos grãos de areia, cinza… etceteras.

E no fim, só a alma sabe o quanto permaneci, com minhas asinhas quebradas, com meu amontoado de malas. E mesmo com as horas sufocantes tentando catar pedaços de mim perdidos pelo caminho, eu ainda, mantive a respiração. Pois você sabe, quantas coisas a gente perde no meio do caminho… dentre elas, o coração.

Arrumando minhas gavetas, encontrei uma foto tua...
E me perguntei:Como fui gostar disso?

Se eu sumir não se preocupe apenas fui cuida da minha vida.
Se não mim ver mais e porque estarei ocupado com quem se importa comigo.
Se não sentir minha falta vai ser porque alguém já tomou meu lugar.
Se mim esquecer e porque nunca mim amou de verdade.
Se chora por minha causa vai ver que eu deixei alguma coisa dentro de você,sentimento,um gota de amor.
Se mim procura e não mim acha é deve ser muito tarde estive o tempo todo aqui mais não quis ver isso.
Se algum dia sentir minha falta lembra das coisas que te falei talvez vai mim sentir mais uma vez.

Tem horas que me dá vontade de sumir, abandonar tudo e todos, esquecer quem sou, o que fui ou o que serei, viver cada dia como se fosse realmente o ultimo, percorrer por caminhos longos, por mares bravios sem um rumo certo, apenas deixando a vida me levar .

Cara hoje eu encontrei ela na rua.
- E ai?
- Ela me olhou e sorriu.
- E você?
- Fui até ela.
- Vocês conversaram?
- Pouco.
- Sobre o que conversaram?
- Sobre coisas do dia-a-dia. Ela me falou sobre a faculdade, o novo emprego (...) Cara, ela está mais linda do que nunca! Seus olhos tem um brilho diferente, seu sorriso continua encantador e sua voz continua doce. Depois de tanto tempo eu mau conseguia me lembrar da voz dela. Ela me perguntou se aquela garota tava me fazendo bem, eu disse que em partes e ela sorriu.
- E você perguntou o que pra ela?
- Pra ela nada. A única pergunta que eu fiz foi a mim mesmo.
- E qual foi?
- Como eu tive coragem de deixar aquela garota incrível sair da minha vida?

Eu não dei o meu melhor, eu não fui capaz de ir mais longe com meus planos ... Porém eu aprendi com meus erros, aprendi a ser maduro com a minha imaturidade, aprendi a ser forte vendo minha fraqueza destruir meus dias, aprendi a rir quando eu deveria chorar. Hoje eu aprendi a acreditar na minha capacidade depois que eu vi o poder de minha incapacidade. Eu não posso só gritar para o mundo, mas para o meu poder vibracional que agora eu sou capaz o suficiente para enfrentar tudo, até as torres mais altas.
Meus objetivos só depende de uma pessoa - eu mesmo!

Se por acaso você olhar pro lado e não me encontrar. Não se preocupe, eu fui na frente pra te esperar chegar e finalmente te abraçar.

ENTÃO PESSOAL , eu nunca fui o cara mais popular, da escola tbm nunca fui aquele nerd que sempre tirou boas notas , na verdade eu sempre fui um oportunista que colecionava vergonhas,sempre tive vergonha de tudo, enfim a unica marca que irei deixar éa da sola do meu sapato no muro da parede branca da escola, foi lá que me encostei e fiquei sozinho porque nao conseguir me enturma com ninguem , a timidez é sim uma doença , e ela nos prende , nos sufoca , e nos limita , deixando agente sempre como uma plateia vegetativa , os timidos apenas observam pessoas fazerem coisas maravilhosas , incriveis , mas achamos loucuras , isanidades, sem fim e ainda sentimos vergonha alheia , quando na verdade agente queria fazer tudo igual ou 2 vezes melhor =/ diga nao a timidez se liberte !!

E no circo desta vida, já fui quase tudo!
Malabarista, trapezista, mágico, o homem mais forte do mundo e até domador de feras, leões...
Hoje sou só o palhaço, com lágrimas e sorriso pintado no rosto!

Me acostumei desde criança com o título de rebelde sem causa. Sempre fui a vilã, muitas vezes injustamente. Mais foi melhor assim. Sempre fui dona das minhas escolhas. Nunca precisei de "muletas" pra andar

Fui brincar de gostar, acabei me apaixonando.

Eu sei, fui egoísta. Larguei tudo pra trás, quem eu penso que sou pra sonhar que tudo é como foi? Ninguém. Sei enxergar isso. A gente tem fome de vida, de tudo, luta contra a morte o tempo inteiro e esquece que provavelmente o amor é maior que as duas coisas juntas. Mas isso você se dá conta quando pisa os tênis sujos de mundo no seu velho lugar, e a pessoa que você em momento algum se esqueceu de lembrar não está lá pra te receber. Eu quis manter todas as minhas opções abertas e agora estou pedindo perdão pela minha incapacidade de me prender, de ficar. Não é irônico? Bem, eu estou sozinho. Eu andei sozinho. Eu queria me encontrar, achei que lendo Nick Hornby em Holloway ou pegando algum trem noturno escutando Ian Curtis, tudo isso aconteceria naturalmente. A gente dá as costas para as emoções fortes em nome do êxtase, porque consideramos que o êxtase é o melhor. Não sabemos sentir o que é realmente importante e bom. Essa vontade estúpida de sair por aí querendo não perder nada acabou me fazendo perder tudo.

Em toda minha vida me fez te amar,
Em cada despedida me fez chorar...
Amei e fui infeliz...
Jurei nunca mais amar!

Fui ao médico.
O doutor disse que estou com câncer.
Tenho ainda alguns anos, mas não sabem quantos.
Adquiri o câncer no momento em que fui gerado e é muito comum.
Tive algumas recomendações:
Trabalhe e ganhe muito dinheiro, mas não perca tempo acumulando-o. Vista-se bem, beleza é o seu cartão de visita. Estude, leia, pois inteligência vale mais que beleza. Corra, pedale, dance, movimentar-se é essencial. Veja bons filmes, ouça boas músicas, tenha muitos amigos. Viaje, conheça culturas diferentes.Agregue valor a sua cultura. Ame-se.
Viva como se não fosse haver amanhã. Seja surpreendido pelo nascer do sol e não tenha arrependimentos do que fez.
Meu câncer?
O doutor disse que estou com câncer de vida.

A dignidade de saber perder! Nos últimos meses participei de eleições, venci e fui derrotado, presenciei amigos trocando farpas que antes eram juras de amor. Estes acontecimentos me fizeram refletir o quanto o ser humano deixa de ganhar mesmo quando é vencedor e o perdedor se sente mais derrotado por não saber reconhecer a derrota diante de um adversário superior. Hoje posso falar com clareza que mesmo nos momentos que fui derrotado, me considero um vencedor por ter a dignidade de saber perder.

"Sou desconfiado por não ser amado, nunca fui beijado por você, até hoje, o que você queria, minha amada!..."

Eu fui totalmente autêntico, e isso foi o mais maravilhoso de tudo.

A melhor corrida que eu fui foi aquela em que eu ainda não cheguei.

O engraçado é que durante toda a minha vida, eu nunca fui de ninguém, e ninguém nunca foi meu. Quanta falta de adjetivos possessivos! Eu era tão singular… As vezes eu queria ter a chance de ser um pouquinho no plural. Eu era tão sem graça, que chegava até a ser engraçada. Eu tinha uns pedaços soltos por aí, e você devagarzinho venho juntando tudo… Chegando perto, se aproximando, me deixando sem fala, sem graça, me deixando ser sua. E eu adorava a ideia de ser pelo menos um pouco sua. Mal sabia você, que esse quebra cabeça que era eu, não possuía peça alguma que se encaixava. Não com você por perto, assim, de forma que eu possa ouvir sua respiração. Não com você com os olhos grudados no meu gritando que eu sou sua. Não com você se aproximando dessa forma perigosa. E quer saber? Eu nunca me senti tão bem vivendo em pedaços.

Já fui o menino colecionador de feridas, de ilusões, de fracassos, de machucados.
Já fui o doce garoto colecionador de solidão, desesperos, saudade, frieza.
Já fui o forte homem colecionador de medos, de tristezas, de incertezas.
E agora eu quero ser o Rapaz colecionador de sorrisos, alegrias, felicidades
para saber se dessa vez essa coleção, traz de volta a vida ao meu coração.