Frutos
Somos a multiplicação da realidade
A árvore que fez brotar os frutos da vida
Soubemos dividir o amor em partes
Ganhamos agora um novo nome de PAI
Ninguém em sã consciência corta uma arvore que da frutos, apenas atiramos pedra para que a fruta caia. Eu não posso ordenar que os meus soldados eliminem um dirigente do MPLA que está a dar frutos a Nação, de igual modo também o MPLA não tem o direito de querer eliminar-me porque ainda tenho muito para dar por esta Angola.
15 de Maio de 1998
A dor me ensinou que...
A vida simplesmente passa... Ou permanece, através dos frutos do amor semeado. E nós, viajantes do infinito, também passamos como cometas descomprometidos com o brilho-guia nas noites escuras da indiferença... Ou permanecemos, além do tempo e do espaço que ocupamos no universo, através da sensibilidade e do amor alentados pela humanidade.
O plantio é agora; a colheita, no futuro!
Amanhã... Depois... Não importa! O que realmente importa são as sementes que lançamos ao longo do caminho percorrido, pois um dia alguém as colherá.
Semear é preciso, mesmo que seja sob sol escaldante...
As vezes um alguém para ser reconhecido precisa de apenas frutos de uma bela integridade e felicidade para se mostrar e dizer que pode mais e mais
Seja qual for o lugar onde está na vida, agradeça a Deus por isso. Se já está colhendo os frutos da luta e desfrutando da vitória, foi Deus que conduziu seus passos até aí. Mas se está atravessando tribulações, não se desanime, mantenha a fé e continue lutando. Pois apesar de agora não conseguir enxergar, o que está vivendo fará com que fique mais forte e reconheça mais facilmente todas as bênçãos que Deus tem guardadas para você.
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
OS FRUTOS QUE REVELAM O VERDADEIRO CRISTÃO
A instrução espiritual contida no capítulo 18 de O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta uma das advertências morais mais penetrantes de todo o ensino cristão. A frase do Cristo, preservada no Evangelho e recordada pelo Espírito Simeão, estabelece um critério simples e profundo para reconhecer a autenticidade da vida religiosa. Não são as palavras que consagram o discípulo. São as obras.
A sentença evangélica pronunciada por Jesus Cristo, “Nem todos os que dizem Senhor Senhor entrarão no Reino dos Céus”, possui natureza profundamente ética. Ela não condena a oração nem a devoção verbal, mas denuncia o vazio espiritual de uma fé que se limita à aparência. A tradição espírita interpreta essa passagem como um chamado à coerência entre crença e conduta.
No ensino espírita, conforme estruturado por Allan Kardec, a religião verdadeira não se resume a fórmulas ou rituais exteriores. O cristianismo autêntico manifesta-se na transformação moral do indivíduo. O critério de julgamento espiritual é a prática da caridade, da justiça, da humildade e da fraternidade.
A metáfora da árvore ocupa lugar central nesse ensinamento. A árvore do cristianismo é descrita como uma árvore poderosa, destinada a cobrir a humanidade inteira com sua sombra protetora. Porém, embora a árvore seja boa, os jardineiros humanos muitas vezes a deformaram. Ao longo dos séculos, interpretações dogmáticas, interesses institucionais e disputas de poder mutilaram a simplicidade do ensinamento original.
Essa imagem possui grande força simbólica. A árvore permanece boa porque o Evangelho conserva a pureza do ensinamento do Cristo. Contudo, quando os homens tentam moldar a doutrina segundo conveniências humanas, surgem as mutilações espirituais. Cortam-se ramos de tolerância. Enfraquecem-se os frutos da caridade. Restringe-se a sombra acolhedora que deveria abrigar todos os seres humanos.
O viajante sedento que procura o fruto da esperança representa a própria humanidade. Em muitos momentos da história, homens e mulheres aproximaram-se da religião buscando consolo, orientação e sentido moral. No entanto, encontraram apenas folhas secas quando a religião foi transformada em instrumento de domínio ou exclusão.
A advertência espiritual não é dirigida apenas às instituições religiosas. Ela se dirige sobretudo à consciência individual. Cada ser humano é chamado a tornar-se jardineiro da árvore da vida.
A Doutrina Espírita afirma que o verdadeiro cristão reconhece-se por atitudes concretas. O amor ao próximo, a indulgência diante das imperfeições humanas, o esforço constante de reforma íntima e a prática da caridade constituem os frutos legítimos dessa árvore moral.
Quando o texto afirma que muitos são chamados e poucos escolhidos, não indica privilégio espiritual. O chamado é universal. Todos os espíritos recebem continuamente o convite do progresso moral. O que distingue os escolhidos é a resposta que dão a esse convite. Escolhido é aquele que decide viver segundo os princípios do bem.
A instrução espiritual também denuncia um perigo permanente na vida moral. Assim como existem monopolizadores do pão material, existem aqueles que procuram monopolizar o pão espiritual. São os que desejam guardar para si o conhecimento, o poder religioso ou a autoridade moral. Contudo, o Evangelho ensina exatamente o contrário. Os frutos da árvore da vida existem para alimentar todos.
O cristianismo genuíno não é exclusivista. Ele é essencialmente fraterno. Sua finalidade é conduzir todos os espíritos à luz da verdade e ao amadurecimento da consciência.
Por isso o apelo final da mensagem é profundamente pedagógico. É necessário abrir os ouvidos e o coração. Cultivar a árvore da vida significa preservar o ensinamento do Cristo em sua pureza original. Significa não mutilar o Evangelho com intolerância ou orgulho espiritual. Significa partilhar os frutos da esperança com todos os viajantes da existência.
O ensino permanece atual porque toca uma das questões fundamentais da experiência humana. A religião que não se traduz em amor prático transforma-se em discurso vazio. A fé que não produz frutos de bondade torna-se estéril.
Assim, a advertência do Cristo atravessa os séculos com a mesma força moral. Não basta pronunciar o nome do Senhor. É necessário viver segundo o espírito de suas palavras.
Quando as obras refletem a caridade, a justiça e a misericórdia, então a árvore do cristianismo volta a florescer. Seus frutos tornam-se novamente alimento para as almas cansadas da jornada terrestre. E sob a sua sombra benfazeja os viajantes da vida reencontram coragem para prosseguir no grande caminho da evolução espiritual.
🎋Boa tarde! Simbora, colher os frutos da superação! A vida não é construída num toque de mágica, mas através de sucessivas tentativas e erros, onde a magia do existir se mistura com sorrisos e lágrimas. Os outros até podem emprestar os ouvidos, fixar o olhar, estender a mão, mas o querer é uma decisão particular. É mais fácil não desejar ser forte. Porém, é simplesmente encantador colher os frutos da superação. Yes!🤗
Cultive um amor desinteressado e esteja pronto para colher os frutos de um relacionamento pautado no amor de Deus.
A autorealização consiste em trabalhar intensamente, e renunciar a cada momento aos frutos do seu trabalho.
Somos frutos do meio
às vezes dores
em outras amores
enfim somos aquilo que transbordamos
e o ideal é transbordar amor...
A criminalidade e a violência são frutos da atitude de uma sociedade individualista demais para para crer que também é seu dever fazer algo a respeito.
