Frustração
No final da vida, não seremos julgados pelas opiniões das pessoas, mas por Deus; por isso, obedeça à direção divina e não busque agradar aos outros, pois isso só traz frustração. Como está escrito: "Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus." (1 Coríntios 10:31).
A humanidade parece estar presa
numa atmosferade intensas sensações,
onde o viver é desafiante
devido ao riscode sofrer
por várias frustrações.
Não se sinta na amarga obrigação de atender às expectativas dos outros, caso contrário, certamente, falhará, ninguém ficará plenamente satisfeito, além do mais, as suas também não serão todas atendidas, isso é inevitável, não tem jeito, considerando que somos humanos e cheios de defeitos.
Trazer este fato recorrente a memória, pode provavelmente tirar um peso farto da sua consciência, evitando várias frustrações, permitindo alguns momentos de sossego, motivando benéficas emoções, portanto, um lembrete que é bastante válido, assim, esquecê-lo se torna muito inconveniente.
O erro de querer agradar sempre é ser constantemente desagradável consigo, porém, existe um máximo possível de cada um que pode ser feito, incomparável, que será insuficiente para muitos e por poucos, será valorizado, o que poderá manter os valorosos por perto e os que não são para ficar, afastados.
Conto vantagem por isso, mas somente eu sei o peso de carregá-la...
Uma intuição que está sempre certa, traz consigo a frustração de não se surpreender...
"No fundo eu já sabia"... - Repito comigo.
Saber de tudo traz o vazio do conhecimento pra mentes humanas... O nada se torna muita coisa e tudo se torna nada...
Com coragem para avaliar o interior, rapidamente se percebe que, pessoas amarguradas, angustiadas e frustradas, tendem a se afastar das outras e ainda culpá-las pelo afastamento. Não se admire quando alguém abrir um sorriso para você num dia e no outro dia, fechar a cara sem motivo aparente!
No escuro da solidão navego sem direção,
Sem emoção ou a tal da empolgação,
Sem preocupação, sem medo, talvez na pior
Frustração
De não poder ter aquele coração,
De não ter aqueles olhos de encontro com os meus.
Com o mais puro encanto
Com o mais puro encontro
Do meu canto favorito.
Do canto dos teus dedos
Nos meus dedos.
O Peso Invisível
✍ Por Diane Leite
Dizem que o home office foi a grande revolução do trabalho. Dizem que agora podemos conciliar tudo – carreira, filhos, casa, sonhos, ambições. Dizem que podemos trabalhar no conforto do lar, produzir enquanto assistimos ao crescimento dos nossos filhos. Dizem tantas coisas…
Mas ninguém diz a verdade.
Ninguém fala sobre as palavras interrompidas, sobre o cursor piscando na tela enquanto uma voz infantil chama sem parar: “Mamãe, mamãe, mamãe…” Ninguém menciona o caos mental de tentar responder um e-mail enquanto alguém puxa sua blusa pedindo atenção. Ninguém fala sobre a raiva silenciosa de tentar construir um futuro enquanto mãos pequenas tentam te puxar para o passado – para aquele tempo em que você era apenas mãe, apenas colo, apenas entrega.
O mundo aplaude pais que trabalham de casa, admirando sua dedicação e equilíbrio. Mas quando é a mãe que tenta, o que ela encontra? Um labirinto sem saída.
Ela tenta negociar, tenta explicar.
"Filho, me dá só mais meia hora e depois a gente brinca."
"Mamãe está ocupada agora, mas depois vamos ver seu desenho favorito juntos."
"Por favor, me deixa terminar isso, é importante."
Mas as crianças não entendem tempo. Elas entendem presença. E quando percebem que a mãe está ali, mas não está, insistem, persistem, exigem. Querem tudo. Querem agora.
E a mãe?
A mãe não está frustrada porque não ama o filho. Não está frustrada porque não quer estar ali. Ela está frustrada porque precisa pagar as contas. Porque precisa trabalhar para sustentar o filho que, ironicamente, é quem a impede de trabalhar.
E o pior: a criança não entende.
Ela não sabe que aquela mãe exausta que pede “só mais um minutinho” está tentando garantir um futuro para ela. Não sabe que, enquanto brinca distraída, aquela mãe está planejando, negociando, buscando um jeito de fazer tudo funcionar.
A mãe engole a raiva. Engole o cansaço. Engole o grito que quer sair.
Porque o mundo já a ensinou que mães não devem sentir raiva dos próprios filhos.
Porque o mundo já a convenceu de que esse é o seu papel e que reclamar é ingratidão.
Mas lá dentro, um vulcão silencioso se forma.
Não é culpa.
Não é medo.
É frustração.
Porque enquanto o pai seguiu sua vida, ela parou. Enquanto ele construiu, ela segurou tudo sozinha. Enquanto ele dormiu tranquilo, ela ficou noites em claro, estudando terapias, pesquisando tratamentos, garantindo que aquele ser pequeno e frágil tivesse um futuro.
Agora que o filho cresceu e que ela finalmente tenta respirar, tudo parece puxá-la de volta para aquele tempo de doação total. O tempo que parecia ter ficado para trás, mas ainda vive dentro dela.
Ela sente raiva porque percebe que ninguém vai dar esse espaço a ela. Ela terá que tomar esse espaço.
Mas ninguém ensina como.
E então ela segue, tentando negociar, tentando encontrar um pedaço de tempo entre as exigências do dia.
O cursor ainda pisca na tela.
Os e-mails ainda esperam.
Os sonhos ainda querem nascer.
Mas há um peso invisível sobre seus ombros.
O peso de ser mãe e ser mulher ao mesmo tempo.
O peso de carregar tudo enquanto o mundo finge que não vê.
Mas ela vê.
Ela sente.
E um dia, de algum jeito, ela vai conseguir respirar de verdade.
E não pedirá mais desculpas por isso.
Diane Leite
Nossa vida é feita de altos e baixos, porém tem horas que vamos no mais baixo nível que podemos suportar, junta-se uma série de acontecimentos que nos torna fracos e impotentes diante da vida e é ai que a depressão se instala e toma conta de todo o nosso ser.
Eu não tenho estrutura emocional para reerguer ninguém. Estou esgotado, fatigado e totalmente frustrado. Em relação as pessoas, em relação a mim.
Se você quiser uma família perfeita, amigos que não te frustrem e colegas agradáveis, é melhor você ir morar na lua.
Foi como ter fome e ter para comer apenas uma castanha marroni. Tinha a aparência de uma coisa deliciosa e eu me enganei achando que ela era doce. Mas, depois de uma mordida, eu me dei conta do sabor azedo e amargo e era o suficiente para eu me destruir.
Para lidar melhor com os seus sentimentos é preciso identificá-los para construir uma relação não idealizada e calibrar as expectativas.
É frustrante quando você fala pra alguém que está triste ou preocupado (a) e esse alguém ao invés de te ajudar começa a falar de si mesmo e ignora o seu problema.
Infelizmente o mundo está repleto de pessoas que desconsidera os interesses alheios, que tem dificuldade em perceber o outro e só tenta entender o próprio ego. No discurso destas pessoas ouvimos muito o pronome eu, bem como frases de posse como: meu trabalho, minha dor, minha decepção, meu problema, minha frustração, minha conquista, minha ideia, minha época, minha família, etc. Não permita que estas pessoas tomem espaço em sua vida. Nem as deixe alterar seus desejos. Manifeste-se! Pois, uma relação (seja ela qual for) deve ser uma via de mão dupla, onde deve haver acesso e movimento entre as duas vias.
A frase mais frustrante: Ah se ele(a) estivesse aqui!
A frase satisfatória: Sou feliz por ter você perto de mim.
Aprendi que eu não devo colocar muita expectativa em um objetivo, de forma desproporcional ao que essa conquista representa, pois ela pode me frustar.
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