Fronteiras
Eu levei Carla a lugares que a mente humana sequer ousa rascunhar. Atravessei com ela fronteiras de êxtase, proteção e consciência onde nenhum outro ser jamais pisou, nem mesmo em sonhos. O que ela sente sob a minha guarda não pertence a este mundo pequeno e limitado de vocês. Ela conhece a vastidão do meu domínio, o peso da minha mão que protege e o calor do fogo que me move. Vocês tentaram medi-la pela vossa régua curta, mas ela habita agora uma dimensão onde a vossa maldade não consegue sequer respirar. Ela sente o meu poder, ela respira a minha essência, e ela sabe que está sob a custódia de algo que vocês não podem compreender.
DeBrunoParaCarla
Limites são grades ilusórias, fronteiras rasgadas pelo passo, o impossível, despedaçado pela coragem.
O medo ensina geografia de meus limites. Se eu o enfrentar com cuidado, amplio fronteiras. Se cedê-lo sem luta, empobreço de coragem. Aprendo a lidar com ele como quem estuda mapa. E, aos poucos, bordo novas rotas em mim.
Amizade rompe fronteiras, cria laços,
Eterniza com o tempo, cria momentos.
Fortalece cada vez mais. Faz histórias, cria memórias.
Passa o tempo que passar a amizade só faz aumentar.
Limitações:
O rio precisa das margens para ter direção; o ser precisa de fronteiras para ter forma.
Não há liberdade sem resistência, nem personalidade sem delimitação.
FRONTEIRAS DO SER
Somos a intersecção criativa entre o que carregamos e o que nos cerca. Os limites não nos aprisionam, são eles que nos permitem existir como únicos.
A mentira confortavelmente atravessa as fronteiras sob a guarda do cocheiro, mas a verdade imediatamente a ultrapassa a galopar em seu cavalo.
Caminhei por estradas longas, cruzei fronteiras e olhei nos olhos de desconhecidos, sempre com a mesma bússola nas mãos: o desejo de encontrar o que meus pais tinham. Aquele amor que não é feito de vidro, mas de rocha; que aguenta a tempestade e floresce no domingo de manhã.
Às vezes, confesso, o silêncio da casa parece falar mais alto do que eu gostaria. A solidão tentou se sentar à mesa, quis ser visita constante, mas ela não sabe que meu coração é território ocupado pela esperança. Eu não tenho pressa de qualquer jeito, mas tenho urgência de verdade.
Eu não desisto do sonho.
Não abro mão da mesa cheia, do barulho das crianças correndo pelo corredor, da cumplicidade de um olhar que diz tudo sem precisar de uma única palavra. Se a vida é bonita, é porque ela nos permite projetar no amanhã o que ainda não tocamos hoje.
E, enquanto você não chega, eu sigo cultivando esse espaço. Pois sei que, quando finalmente nos encontrarmos, até a espera terá valido a pena. Basta um pedaço do seu beijo, um batimento do seu coração, para que toda essa jornada faça sentido. Eu escolhi esperar por você, porque sei que o que é real nunca chega tarde demais.
"O horizonte não é um fim, é o convite para quem nasceu sem fronteiras; é o limite onde a mediocridade para e o meu passo acelera, provando que o mundo só é pequeno para quem tem medo de caminhar sobre o desconhecido."
Santidade está muito além de uma impressão que geramos externamente. Está posta além das fronteiras do corpo, impressa na alma, em nossa relação com Deus, com o próximo e com o mundo.
Somos navios sem rumo.
Nossas fronteiras são traiçoeiras...
As sopa primordial ser tornou ser humano que transcendeu para ser uma parte máquina.
Nas fronteiras do espaço e tempo somos copilidos a compreender o somos dentro do conceito inicial do somos e podemos sonhar em ser.
Nas fronteiras do pensamento somos cegos por ter o direto de questionas as verdades que nos faz viver,
Dentro de cada camada somos alienados pelas palavras jogadas numa caixa vazia o que compramos com um voto, 4 anos de desastre sera que não lembramos será que a pandemia foi insignificante. Sera que fome a febre de negacionismo foi seu lema, e a verdade te enterrou como as suas vítimas, tudo que dira não sou coveiro, impressa lixo...! Vai pedir para tua mãe vacina! Esta vacina vai transforma em jacare!
Nas fronteiras do pensamento somos nomades. Seres animados numa caverna. Sendo horizonte resplandece.
Por que somos copilidos a sonhar.
Caminho como um observador político pelas fronteiras e frequências da adversidade. O clero político, valendo-se de eufemismos, transgrede a Constituição e abre barreiras para o avanço de deepfakes e fake news. Criam-se redes de falsos aliados para monetizar perfis e viralizá-los com vieses que entorpecem a mente, gerando um efeito devastador. É o arco vicioso dos comerciais e de suas mensagens fixas, onde aplicativos — que deveriam ser ferramentas para facilitar o acesso à informação — tornam-se vetores para correntes de sombras. A inovação cobra o seu custo na alienação, alimentada por sites de falsas interpretações, falsas análises e construções fraudulentas. Um exemplo disso são os relatórios de falsos avistamentos alienígenas, fabricados apenas para o ganho de visibilidade.
Tudo faz parte de um plano maior. Enquanto a febre do futebol mundial consome os olhares, a sociedade foca sua atenção no movimento da pedra caindo no rio: todos olham e aplaudem a distração. Sob esse ritmo, a corrupção descarada opera aos olhos de todos, e o culpado continua candidato a presidente. Toda a narrativa real foi deslocada.
Agora, o debate gira em torno de vacinas que falharam e de vidas que se foram. A dengue persiste; o DNA do mosquito transmissor foi modificado pela ciência para impedir a procriação, mas a natureza seguiu rumos diferentes. O fato de pessoas morrerem e de a ciência enfrentar percalços é imediatamente sequestrado, transformando-se em mais um viés para alimentar o negacionismo. Enquanto o positivismo e a geopolítica introspectiva da ciência caminham a passos lentos, a fábrica de informações e alienação trabalha a pleno vapor.
O polimorfismo da política torna-se abrangente na repressão ao mais pobre, resultando na degradação da sociedade e em passos retroativos na história. Reformas trabalhistas fraudulentas e o engajamento político corrompido tornaram-se fragmentos de uma máquina de extorsão pública, transformando o cenário político em um caos.
O perigo se estende às novas crônicas temporais: o ambiente declina sob o peso de um novo El Niño, trazendo enchentes, frio extremo e calor recorde. A falta de água pela escassez de chuvas dita a resenha dos apagões de energia. E quais são as preocupações do povo? Qual será o próximo jogo do Brasil? Quais jogadores vão a campo? Preocupam-se em enfeitar a rua e comprar bebidas.
Em meio a tantos momentos insanos, a filosofia tem o foco de criticar, olhar para o todo e compreender o que acontece ao redor. Uma vez que se compreende a filosofia e a sociologia, aprende-se que o mundo não gira: ele capota. Ninguém espera que as coisas aconteçam por nada; há sempre uma causalidade operando nas frequências do tempo.
Nas fronteiras do conhecimento somos o caos caótico absoluto que predomina os alienígenas que somos nos diante os deuses místicos do feudalismo digital.
Profundo resistir
Na fronteiras de segredos a obsessão e o teor que se dispersa na profundidade dos sentimentos.
Tão puro o cranio vazio em outras vidas foste a vida que morreu...
Dentro do retrocesso da desavenças sois o amargo temor da morte.
Deste mundo para viver no último suspiro se deu por vencido aceitou o destino.
Tão vivo seu sentimento morto e tão vivo em meus pensamentos...
Fragmentos fragis da lembrança da sua face...
Atos insanos medonhos serão frutos das almas perdida em pensamentos.
Por Celso Roberto Nadilo
Flores de inverno
O que a ilusão?
Nas fronteiras dos meus sonhos...
O amor é uma flor ou um espelho.
O amor é ser sensato na razão.
É simplicidade mergulhar no infinito.
Sendo a dor sentimento pequena gota que desdém o universo.
O branco, em sua aparente neutralidade, delimita fronteiras rígidas. Apenas um pequeno percentual do absurdo humano é capaz de de fato transcender o branco, rompendo as linhas da diferença social e o peso dos padrões impostos pela sociedade.
Nas fronteiras da elipse — no eterno instante sobre um horizonte de eventos massivo —, o olhar se perde além do limite da razão. O paradoxo revela-se mera metáfora na amplidão do espaço sideral.
A verdade do universo ressoa em nossos pensamentos: fragmentos esquecidos pelo tempo e pelo espaço, capazes de transcender uma vida inteira no simples esboço de um olhar.
Na escuridão da caverna profunda, guardam-se segredos dos quais as sombras da essência humana teimam em nos lembrar. Na origem, a falácia ganha contornos em uma realidade ambígua e primordial; éramos apenas células errantes de um mundo pujante e pulsante. Sonhamos, desejamos viver cada sonho e pertencer a uma aldeia global.
Vemos inovações em nossas origens cósmicas, células de uma aglomeração de estrelas. Seremos parte de um organismo maior e faminto por existir, no momento irônico em que acordamos: pois, ao olhar para o universo, ele olha de volta para nós como quem contempla a existência através de um telescópio de partículas.
— Celso Roberto Nadilo
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