Fronteiras

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“Meu berço de nascimento é o mundo. A ignorância foi quem criou fronteiras. Não cultivo falsos patriotismos.”

Limitações:



O rio precisa das margens para ter direção; o ser precisa de fronteiras para ter forma.

Não há liberdade sem resistência, nem personalidade sem delimitação.

FRONTEIRAS DO SER

Somos a intersecção criativa entre o que carregamos e o que nos cerca. Os limites não nos aprisionam, são eles que nos permitem existir como únicos.

Eu passei a vida inteira vigiando as minhas próprias fronteiras, mas você não veio como um invasor; veio como o sol, que entra sem pedir licença e ilumina cada canto escuro que eu tentava esconder.
_ Enzo Ruchell_

A religião delimita fronteiras pelo dogma; a ciência as dissolve pela universalidade da prova.

A vida é a coevolução de formas materiais e espirituais e as fronteiras em uma área , não correspondem às fronteiras em outras.
(Brian Balke)

Quando justiça ultrapassa fronteiras, ninguém está acima da Lei.

Ao ouvir benevolentemente os meus pensamentos, eu crio um além homem, expandindo as fronteiras do possível.

Nas fronteiras da elipse — no eterno instante sobre um horizonte de eventos massivo —, o olhar se perde além do limite da razão. O paradoxo revela-se mera metáfora na amplidão do espaço sideral.
​A verdade do universo ressoa em nossos pensamentos: fragmentos esquecidos pelo tempo e pelo espaço, capazes de transcender uma vida inteira no simples esboço de um olhar.
​Na escuridão da caverna profunda, guardam-se segredos dos quais as sombras da essência humana teimam em nos lembrar. Na origem, a falácia ganha contornos em uma realidade ambígua e primordial; éramos apenas células errantes de um mundo pujante e pulsante. Sonhamos, desejamos viver cada sonho e pertencer a uma aldeia global.
​Vemos inovações em nossas origens cósmicas, células de uma aglomeração de estrelas. Seremos parte de um organismo maior e faminto por existir, no momento irônico em que acordamos: pois, ao olhar para o universo, ele olha de volta para nós como quem contempla a existência através de um telescópio de partículas.
​— Celso Roberto Nadilo

​Nas fronteiras do desconhecimento
​A bolha mental.
As distorções dos objetos dos deuses místicos estão distantes de nossas expectativas de um horizonte...
Num estado inerte, todavia, seria a defasagem do algoritmo dando o espetáculo de deepfakes existenciais e transcendência...
​O código das variáveis infinitas viaja à velocidade da luz.
Os clamores da realidade virtual são sinais da degradação cognitiva.
​A mente é um receptor e um emissor.
As distorções dos neurônios — lampejos de energia — viajam numa ponte real de velocidade além da luz e também no campo temporal; pois até lembranças são exposições reais no espaço enigmático do campo mental.
​— Celso Roberto Nadilo

Profundo resistir
Na fronteiras de segredos a obsessão e o teor que se dispersa na profundidade dos sentimentos.
Tão puro o cranio vazio em outras vidas foste a vida que morreu...
Dentro do retrocesso da desavenças sois o amargo temor da morte.
Deste mundo para viver no último suspiro se deu por vencido aceitou o destino.
Tão vivo seu sentimento morto e tão vivo em meus pensamentos...
Fragmentos fragis da lembrança da sua face...
Atos insanos medonhos serão frutos das almas perdida em pensamentos.
Por Celso Roberto Nadilo
Flores de inverno

O que a ilusão?
Nas fronteiras dos meus sonhos...
O amor é uma flor ou um espelho.
O amor é ser sensato na razão.
É simplicidade mergulhar no infinito.
Sendo a dor sentimento pequena gota que desdém o universo.

O branco, em sua aparente neutralidade, delimita fronteiras rígidas. Apenas um pequeno percentual do absurdo humano é capaz de de fato transcender o branco, rompendo as linhas da diferença social e o peso dos padrões impostos pela sociedade.

Somos navios sem rumo.
Nossas fronteiras são traiçoeiras...
As sopa primordial ser tornou ser humano que transcendeu para ser uma parte máquina.

Nas fronteiras do espaço e tempo somos copilidos a compreender o somos dentro do conceito inicial do somos e podemos sonhar em ser.

Nas fronteiras do pensamento somos cegos por ter o direto de questionas as verdades que nos faz viver,
Dentro de cada camada somos alienados pelas palavras jogadas numa caixa vazia o que compramos com um voto, 4 anos de desastre sera que não lembramos será que a pandemia foi insignificante. Sera que fome a febre de negacionismo foi seu lema, e a verdade te enterrou como as suas vítimas, tudo que dira não sou coveiro, impressa lixo...! Vai pedir para tua mãe vacina! Esta vacina vai transforma em jacare!

Nas fronteiras do pensamento somos nomades. Seres animados numa caverna. Sendo horizonte resplandece.
Por que somos copilidos a sonhar.

Caminho como um observador político pelas fronteiras e frequências da adversidade. O clero político, valendo-se de eufemismos, transgrede a Constituição e abre barreiras para o avanço de deepfakes e fake news. Criam-se redes de falsos aliados para monetizar perfis e viralizá-los com vieses que entorpecem a mente, gerando um efeito devastador. É o arco vicioso dos comerciais e de suas mensagens fixas, onde aplicativos — que deveriam ser ferramentas para facilitar o acesso à informação — tornam-se vetores para correntes de sombras. A inovação cobra o seu custo na alienação, alimentada por sites de falsas interpretações, falsas análises e construções fraudulentas. Um exemplo disso são os relatórios de falsos avistamentos alienígenas, fabricados apenas para o ganho de visibilidade.
​Tudo faz parte de um plano maior. Enquanto a febre do futebol mundial consome os olhares, a sociedade foca sua atenção no movimento da pedra caindo no rio: todos olham e aplaudem a distração. Sob esse ritmo, a corrupção descarada opera aos olhos de todos, e o culpado continua candidato a presidente. Toda a narrativa real foi deslocada.
​Agora, o debate gira em torno de vacinas que falharam e de vidas que se foram. A dengue persiste; o DNA do mosquito transmissor foi modificado pela ciência para impedir a procriação, mas a natureza seguiu rumos diferentes. O fato de pessoas morrerem e de a ciência enfrentar percalços é imediatamente sequestrado, transformando-se em mais um viés para alimentar o negacionismo. Enquanto o positivismo e a geopolítica introspectiva da ciência caminham a passos lentos, a fábrica de informações e alienação trabalha a pleno vapor.
​O polimorfismo da política torna-se abrangente na repressão ao mais pobre, resultando na degradação da sociedade e em passos retroativos na história. Reformas trabalhistas fraudulentas e o engajamento político corrompido tornaram-se fragmentos de uma máquina de extorsão pública, transformando o cenário político em um caos.
​O perigo se estende às novas crônicas temporais: o ambiente declina sob o peso de um novo El Niño, trazendo enchentes, frio extremo e calor recorde. A falta de água pela escassez de chuvas dita a resenha dos apagões de energia. E quais são as preocupações do povo? Qual será o próximo jogo do Brasil? Quais jogadores vão a campo? Preocupam-se em enfeitar a rua e comprar bebidas.
​Em meio a tantos momentos insanos, a filosofia tem o foco de criticar, olhar para o todo e compreender o que acontece ao redor. Uma vez que se compreende a filosofia e a sociologia, aprende-se que o mundo não gira: ele capota. Ninguém espera que as coisas aconteçam por nada; há sempre uma causalidade operando nas frequências do tempo.

Nas fronteiras do conhecimento somos o caos caótico absoluto que predomina os alienígenas que somos nos diante os deuses místicos do feudalismo digital.

A segurança pública precisa proteger duas fronteiras: a rua contra o crime e o cidadão contra o abuso do poder.