Está aí, Deus? Sou eu... Margaret Simon. Ouvi falar muito bem do Senhor.
Sou um cabaré com as cadeiras viradas em cima da mesa, sem nenhum aconchego para a tristeza.
Tenho tudo
Sou próspera
Sou saudável.
Compartilho, e, sirvo por amor
Desintegrando serviços de obrigações
Aceito, recebo, multiplico, e, agradeço, na paz do eu sou.
Tudo é pro absoluto cósmico, em todos do eu sou... sempre... às presenças divinas.
Eu sou quem sou, e quem de mim duvida, parabéns, parabéns, parabéns, é que O, repito: O objeto, não é o sujeito.
Não sou irônica, e, senso de humor, só com dificuldade transformada em superação, é que piada sem graça, não purifica emoção.
Um tom caloroso, imã do amor, um rouco, pra purificação e vigor, sem treinos, cordilheiras do sou.
Algumas coisas são novidades, dependendo da pespectitiva, por exemplo: Eu Sou novinha em folha.
Na tela, sem mudança de humor, e, por gentileza, na nave do respectivo animal, sou gratíssima.
Não sou eu quem me realizo a existência que se realiza em mim.
Hóoooooo alma gêmea de meu coração eu não sou eunuco não.
Se é dinâmico aqui onde sou, é por onde me vou, prá recordar na satisfação do olhar, em sábio provar.
Sou péssima com planejamento, cansei de esperar, sua posição, então, sem meter a mão, opera e limpa tudo sem ilusão.
Há blando de mim, Eu Sou uma mulher de orações, fugindo de diplomacias socias.
Eu Sou a beleza nascente do olhar que cura todos os momentos.
Não preciso de nada, já tenho tudo, eu sou a paz em abundância divina.
Não sou nada sem ninguém mesmo que eu não o conheça.
Não sou perfeita na visão de quem já o é.
Na madrugada,
viajando em pensamentos,
sou transportado
quase que de imediato
numa velocidade que nem percebo
entre o tempo e o espaço,
verdades de fato, pertinentes desejos
e, num certo momento, retorno
pra o lugar de onde saí
sigo pra o leito, deito e tento dormir.
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