Frases sobre Vento
Lágrimas do tempo são rosas jogadas ao vento...
Mero ador que desdém nas sombras a dor do amor...
Sejam sempre navegantes ilusões que ressurge nos braços dos amantes...
Bem-vindo as fogueiras da madrugada cujo o momento irônico seja lindo e maravilhoso.
"Dói ver o que amamos se partir, mas a rocha não se quebra com o vento; ela apenas se molda. Mantenha sua essência intacta. Quem hoje ignora o seu valor, amanhã buscará na sua firmeza o porto seguro que o mundo lá fora não oferece."
— Ginho Peralta
"Na tristeza, o vento lamenta.
Na solidão, o vento desvia.
Na felicidade, o vento canta.
Na paixão, o vento arrepia.
No amor, o vento sussurra.
No abismo, o vento guia."
É impossível estender a escritura
no varal da existência
para secar ao vento do viver,
se imediatamente
chega a tempestade
da inspiração
para encharcá-la.
✍©️@MiriamDaCosta
Ás vezes o coração congela por conta de tanto frío na barriga, tanto vento provoca tempestades na mente e no meio dessas nuvens não é possível enxergar, mas não permita chover em seus olhos se não for para que os raios de luz possam entrar.
No fim, sobrará apenas o vento soprando entre as ruínas do que tentamos ser, levando as cinzas dos nossos poemas e as memórias dos nossos pecados. O mundo seguirá seu curso, o sol nascerá para outros miseráveis, e o meu nome será apenas um sussurro de quem soube ler o abismo.
Se o tempo for vento, eu sou raiz no chão,
se a noite vier, eu acendo o coração.
Porque amar não é só sentir… é construir,
é permanecer quando tudo diz pra fugir.
E no silêncio do mundo, eu faço um juramento:
ser amor constante, em qualquer momento.
"A árvore que cresce rápido demais tem raízes fracas e é facilmente derrubada pelo vento. O mesmo vale para o sucesso sem caráter."
A esperança renasce em mim como uma chama teimosa, mesmo quando o vento da vida sopra para apagá-la, eu a protejo com as mãos feridas e calejadas, porque sei o quanto ela já me salvou, e continuarei acendendo-a até o fim dos meus dias.
A solidão foi um deserto que precisei atravessar, na areia deixei expectativas mortas, no vento encontrei o som da minha própria respiração, e no fim descobri que nunca estive realmente só, eu estava comigo e isso era suficiente.
Quando a esperança parece de vidro, protejo-a com pano fino. Não a exponho ao vento de opiniões alheias. Se quebrar, guardo os cacos e aprendo a colar de novo. A cada remendo, ela vira arte com marca de costura. E toda esperança remendada brilha de forma diferente.
Junto do vento que vem do sul, para bem além de onde o sol se põe, depois do oeste, onde o tempo se curva, flui a fonte da inspiração pura e indomável, a melodia que o mundo ainda não ouviu, gravada nas estrelas ancestrais.
O mundo passa com pressa e leva pedaços da gente como folhas ao vento. Resta um bilhete amassado no bolso: “sobrevivi por pouco”.
Não é glória, é quase legenda de uma fotografia torta, mas serve para lembrar que ainda posso olhar e contar.
O vento traz nomes que o mundo esqueceu. Eles pousam na janela e demoram a sair. Eu os recolho como se fossem folhas importantes. Coloco-os no bolso e sigo caminho mais leve. Carregar nomes é forma de resistir ao esquecimento.
Navego o deserto de almas vazias sob a bússola do impossível, pois prefiro o açoite do vento que sopra do norte à mansidão de um rio que me arrasta para longe de quem eu sou.
Minha alma tem a textura de uma casa abandonada, onde o vento sopra entre as frestas de memórias que eu deveria ter enterrado.
Na dúvida, aceitei o engano como professor, reajustei velas e segui adiante, o vento já conhece meu nome.
