Frases sobre tecnologia que inspiram debates atuais
Pensamentos...
A tecnologia (Internet) se for sabiamente usada, cura, salva, ajuda, eleva a auto estima, transforma seres dando conhecimentos. Mas se usada sem noção, pode ser considerada como uma arma violenta, aflora e alimenta vícios, distribui maldades e dores, a sabedoria está em saber a usar...
(Zildo de Oliveira Barros)
A tecnologia é muito bela, avançada e progressiva; porém, bastante atrasada em relação à aproximação dos relacionamentos humanos, onde cada vez mais distanciam-se o amor, a credibilidade, a comunidade da mútua cooperação e acima de tudo, o próprio Deus em último lugar nos planos dos corações de toda humunidade.
Quanto maior a tecnologia dos homens para manter a segurança patrimonial maior a criatividade dos malignos corações, maquinando o mau contra o patrimônio corporal, familiar ou social até que o efetivo policial aumente e parta para maiores estratégias da IA para criar, identificar, cercar e prender milícias e os seus associados.
A ascensão da tecnologia no mundo não é apenas a marca do início do domínio da máquina sobre a humanidade, mas a percepção de uma autossuficiência humana, buscando desvendar os segredos universais, sem a precisão da existência de um Deus. Cuidado, porque o que pode acontecer após alguns anos é realmente assustador...
+Q Tecnologia
No seu celular, na nuvem ou qualquer outro dispositivo de armazenamento, vídeos ocupam muito mais espaço que áudio, que é maior que imagens ou texto, mas isso não justifica um agente da lei decidir se uma ocorrência deve ou não ser gravada. Nem Deus deixa de gravar tudo o tempo todo, afinal, qual verdade deve ser esquecida?
Sabendo que a tecnologia está dominando gradualmente não somente a mentalidade, como também os costumes do ser humano em geral. Com o passar do tempo, será cada vez mais comum percebermos o decaimento do tradicionalismo de modo geral (E as vezes, pode ser a pior escolha feita pela humanidade).
A Tecnologia não consegue preencher nosso vazio interior, a falta de afeto, o afago, o abraço fraterno, o dialogo franco cara a cara, o olho no olho, um beijo carinhoso e etc...!!! Não podemos nos deixar vencer por um aparelho eletrônico, qualquer tipo de compulsão é vicio, vicio é doença!!!
Que a tecnologia seja ponte, e não muro. Que o conhecimento seja semente, e não mercadoria. E que a escola permaneça como território de afetos, de encontros e de sonhos; um lugar onde a autonomia do professor e a singularidade de cada estudante sejam celebradas como parte essencial de um processo verdadeiramente educativo e humano.
À Respeito do Amor e do Entretenimento...
“A Evolução Tecnológica, Tem Duas Faces...
Ao Mesmo Tempo Em Que Aproxima o Homem do “Entretenimento Perfeito” e “Longevidade Física”, o Afasta de “Deus” e das Coisas que Realmente Valem na Vida, como o Respeito, a Sinceridade e o Verdadeiro Amor ao Próximo”
já ouviram falar da teoria do QUEIJO SUIÇO? Quanto maior o queijo, maior os buracos que ele tem dentro. Isso é uma paralelo muito triste sobre a solidão, quanto mais temos possibilidade de aumentar nossos contatos e relacionamentos através da tecnologia, maior o nosso vazio, maior a nossa sensação de estar só.
Você ouve o toque de uma mensagem ou ligação, e responde; o toque acontece, você responde. E cada vez que você responde, você recebe dopamina. É uma sensação agradável, uma liberação do centro de recompensa. Depois termina. Não há mensagem recebida, nem estímulo. Você começa a se sentir entediado. Você almeja outro sucesso.
A vida em rede compactuada e ampliada, ao mesmo tempo os séculos se passando em segundos com o arquivamento da historia em enciclopédias virtuais,
acumulando os ensinamentos milenares em dias, os segredos místicos em redes, as filosofias e ciências em chats, tudo sendo duplicado também a cada
segundo em Cd-roms ou em home-pages.
O desejo de o povo buscar uma exteriorização de sua própria
imagem num meio de comunicação, ligado mais à imagem, principalmente da televisão, é um fenômeno criado a partir de um vácuo das sociedades pós industriais que, desde a revolução industrial na Inglaterra despertou no ser
humano a necessidade de se exteriorizar para se autoprojetar.
Depois, com a invenção da televisão, o rádio perdeu a força de sua influência, permitindo que o novo veículo de comunicação se tornasse a
“toda-poderosa” máquina de influenciar a sociedade, aquela que faz com que
os parafusos de uma estrutura engrenem sem que se perceba que estão engrenando.
Aos empréstimos culturais os
antropólogos denominam difusão, e essa difusão massifica o processo de
produção cultural. Com o uso das novas tecnologias da comunicação de
informação, esse processo de difusão sofre uma aceleração e modifica, no
contexto geral, a divisão geopolítica do desenvolvimento das nações.
O empobrecimento cultural dos mais frágeis não se esgota aí. Ele
parece deixar um reflexo no plano político, na cultura política. Pode-se ver isso
na questão da falta prática da crítica nos espaços democráticos ditos,
necessariamente públicos, com igual prejuízo da diversidade e da presença.
O sonho do homem de estar em vários lugares ao mesmo tempo começa a se realizar por meio das novas tecnologias de comunicação. A maior influência, assim, é satisfazer sua vontade de ter infinidade na vida e no espírito, deixando seus rastros, marcas e registros históricos marcados para o
futuro.
Houve, nesses anos todos, a capacidade de mudança da
colocação de poder, sendo que o poder nunca morre: ele só se transforma e se
personifica em outras espécies, como nas entidades políticas e em seus
representantes; amanhã, pode ser nos robôs, na moderna tecnologia, e depois
transferir-se para a mídia.
A própria legislação americana sobre a propriedade dos meios de comunicação, vem sofrendo mudanças com o objetivo de abrir terreno para as
grandes fusões. No projeto de eliminar as diferenças, seu propósito é diminuir
os conflitos de interesses, escolhendo um interesse particular para cobrir toda a sociedade.
Vendem e convencem. Induzem a sociedade a sentir determinados desejos e vontades que não são suas, da natureza social, porque ninguém nasce com dependência de cigarros ou bebidas, com vontade de comer chocolate, tomar Coca-cola ou comer pipoca quando vai ao cinema: são padrões de conduta adquiridos através dos meios.
