Frases sobre eu (definições cheias de atitude e personalidade)

⁠Eu acredito que as coisas ruins passam, que sempre existe uma nova oportunidade e que nem tudo está perdido, ainda há um jeito. Vivo o tempo que ainda me resta e isso e inegociável, irremediável em mim, porque a vida não espera a gente parar de reclamar para acontecer.

Saudade do meu tempo de escola, onde eu era feliz e não sabia.⁠

Eu posso do que ele pode.

Pensa o que quiseres, o que importa é que eu sei a verdadeira versão.

Eu sou quem sou. Sei o que deveria saber e saberei o que me espera. Aplaudo a vez do outro para que um dia, eu também seja aplaudido.

Respeito os sinais porque a vida é uma estrada. Ando nela sozinho, porque eu sou o motorista, porque eu, só eu compreendo-me, só eu, entendo o que faço, penso, digo ou quero.

Eu sou a minha melhor companhia. Se não for eu, então é Deus ou a minha mãe.

As lágrimas noturnas derramadas quando eu estive sozinho no espaço, foram suficientes para carregar aprendizados e levantar a cabeça para mudar a estratégia. Porque, a minha motivação sempre tem sido a minha mãe.

Eu não sou o Macaito e a minha mãe não é Maria. O meu nome completo é Paulo Macaia, sou filho de Paulo Macaia Poba e Alfonsina Buconzo Ngoio. Não me confundam com o Macaito ou qualquer outra pessoa.

Eu não sou o Paulo Macaia Buiti. O meu nome de registro no bilhete nacional apenas é Paulo Macaia e nada mais.

Não sou cópia. Não sou eco.
Sou Paulo Macaia:
Na dor eu não fugi, na tristeza eu não calei, na solidão eu me achei.

Dor é escola. Tristeza é tinta. Solidão é casa.
Alfonsina Buconzo Ngoio é mãe. Eu sou outro.
Não confunde. Meu nome não é sombra. É raiz, raiz de Paulo Macaia Poba, meu pai, meu chara e meu Deus na Terra.

Dor se afogando na luz, eu parto sem parte e me porto com porte.

Não sei um pouco de kimbundu, mas sim eu sei um pouco de uma língua parecida, o fiote, uma língua de um dos municípios de Cabinda e em Cabinda, todos conhecem.

Tenho anjos no peito que rezam baixo para eu não desistir quando a noite pesa demais na costela. Mas demônios na cabeça gritam tabela de culpa, lembram cada pão atona que comi sozinho e ainda assim sigo inteiro.

Eu calo o grito, guardo o esconderijo escuro e mato a hora dentro do copo.

Na solidão eu mastigo a dor, bebo a tristeza e viro Pauleremonopsicofilosofante: filho da Alfonsina que não afunda.

Eu amei ele, caminhei ao lado dele por um tempo e compartilhei minha fé.
Isso fez parte da história dele, e da minha também.

Eu costumo sorrir bastante, as pessoas me consideram uma pessoa feliz.
Mas a verdade é que sorrio para todos para que não percebam o vazio que há em mim.

Se eu pertencesse um dia a todas as famílias, talvez entendesse a minha?
Se eu visitasse todos os corações, entenderia como está o meu?
Seria necessário morrer para entender que estou vivo?
E, se fosse… será que eu morreria?