Frases Reflexiva quem sou eu
Eu duvido de que alguém não se sinta o próprio refém, refém dos próprios pensamentos negativos, dos mais obscuros ou intrusivos. Refém do "verdadeiro" você, que não quer que ninguém mais veja
Sabia que quando partisse eu sofreria.
Não sabia que seria tanto.
Que seria todos os dias.
Não sabia que seria repentino.
Que seria momentâneo.
Não sabia que seria assim.
Eu te perdi e me perdi de mim!
Eu sabia que um dia você iria partir…
mas não imaginei o tamanho do vazio.
Que a dor faria morada,
silenciosa e constante.
E que a saudade viria assim —
avassaladora, sem pausa, sem aviso…
tomando tudo que ficou de você em mim.
Dizem que a esperança é a última a morrer, mas a primeira a ferir.
Eu diria o contrário: é de tanta esperança que, às vezes, adoecemos.
Engraçado como me ensinas, mesmo depois de partir.
Logo eu que desde menina aprendi a não demonstrar o sentir.
Mais, hoje tudo o que não consigo é esconder o sentir.
Vivo entre ruínas e reconstruções.
Sou a mistura de emoções!
Eu poderia te amar por mil anos.
E certamente o amaria.
Certamente o esperaria.
Certamente o respeitaria.
Mas, entre amores e seguranças?
Prefiro o lugar seguro onde posso descansar!
"Eu procurei muitas desculpas pra não encarar... Sabendo que já não sinto nada... Que as coisas que haviam entre nós já não me interessam... E assim eu vou levando a vida".
Eu sei que a realidade pode ser complexa e multifacetada, mas eu estou comprometido com a minha própria verdade e intenção.
Quando eu olhar nos teus olhos, quero sentir o verão mais quente no inverno e o inverno mais frio no verão.
Quando eu olhar nos teus olhos, quero sentir a liberdade de ser eu mesmo, sem medos ou máscaras, apenas a pureza da alma.
Diérese
A saudade é um ditongo
na gramática eu constato.
Mas faltando-me a sílaba
a transformo em hiato.
De José Alberto Lopes
Eu não queria que você fosse racional comigo. Queria que você fosse irracional por mim tanto quanto fui por nós.
Enquanto o mundo terceiriza a alma, eu sigo reprogramando o jogo: prefiro a dor de ser, à paz de não existir.
