Somos nós, fantasmas do underground, ou a própria marginalidade em si, quem criamos o novo, abrimos as percepções, provocamos, incomodamos, insurgimos.
Sentir a poesia é algo entranho a quem lê, que transforma os versos e as imagens para a realidade de sua fantasia, e assim, o que lê não é a poesia que o poeta escreveu, é a sua, criada no momento em que leu.
Parando para pensar, nem sempre quem expõe suas iras torna-se um indivíduo extrapolado ou incorreto, pois, antes se desacorrentar de suas angústias que ser sufocado pelas mesmas.
"Se você não puder tornar livre a pessoa que você ama...
Vai dá liberdade a quem?
Aos seus inimigos?
Amor sem liberdade não existe.
É a mais feia e egoístas das prisões!
O amor cria e dá asas...
Jamais acorrenta os corações."