Frases Reflexiva quem sou eu
O céu não tem dress code religioso, mas quem é nascido de novo reflete a dignidade de Cristo em qualquer lugar.
O cristianismo sem vivência é só teatro. A verdade é simples: quem não tem a vida transformada por Jesus apenas carrega uma religião, não a fé.
A salvação não é conquistada por quem somos, mas é a resposta ao amor e à graça de Deus. Esta graça nos alcança apesar da nossa natureza pecaminosa e nos capacita tanto a crer quanto a receber a salvação.
Quem justifica a falta de tempo para orar, muitas vezes, reflete uma alma desalinhada com as prioridades de Deus; pois onde falta comunhão e vigilância espiritual, abre-se espaço no coração para o pecado.
Quem não estuda as Escrituras se torna escravo do mercado da fé. Fica refém de falsos profetas, falsos mestres e da manipulação religiosa. Sem a Palavra, não há fé legítima; há apenas obediência cega ao que os mercadores do templo mandam engolir.
A voz de Deus ressoa por toda a criação e nas Escrituras. Quem reclama do silêncio divino, muitas vezes, ignora que Deus já falou por meio do Livro Sagrado.
Quem eleva a 'soberania' ao custo de anular o amor e a misericórdia de Deus, pregando um evangelho que exclui o mundo da reconciliação, ensina um falso sistema teológico.
Assim como um marido honrado rejeita a aliança com quem despreza sua esposa, Cristo, o Esposo Celeste, não acolhe em Sua comunhão quem nutre aversão por Sua Noiva, que é a Igreja.
Quem adota conceitos como a dupla predestinação, a eleição incondicional, a vontade secreta, o chamado eficaz e o monergismo rígido se desviou da ortodoxia bíblica e perdeu a essência do Evangelho da Graça, do sentido e valor da vida, e do amor de Deus.
Quem não se conhece acredita no olhar do outro.
A alma fala — mas é preciso silenciar para escutá-la.
Enquanto sossego, vivo. Quem conhece o próprio sossego chega a habitar-se, e não ao desassossego do meio.
Quem vota e se afasta da política não escolhe um representante, escolhe um dono para a sua própria vida.
O patriotismo vê-se na coragem de criticar quem está no poder, ou será que se vê num povo que serve esse mesmo poder, especialmente quando foi ele que o elegeu?
Quem critica Angola por usar o português esquece que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa partilha o mesmo dilema: a necessidade de usar a língua herdada para a administração e para a unidade nacional.
Até quem provou da luz pode traí-la nas sombras. Judas entregou a intimidade do mestre aos seus inimigos e vendeu a luz que o amou. Ama, sim, mas com a prudência de quem sabe que até o mais próximo pode escolher a traição.
