O homem não é solidário com o homem, com o seu semelhante, gene da sua gene, todos com o mesmo fim caótico irreversível. A violência, seja ela física ou verbal, tira a dignidade do ofendido e a humanidade do ofensor.
Sou, como todo homem,
prisioneiro, prisioneiro
de uma esperança
de uma ilusão persistente
de um querer permanente
de um sonhar consciente
de que no amanhã
logo amanhã
virá a liberdade
A sobrevivência do homem e do planeta depende: se seremos ou não capazes de desenvolver a tolerância. Este pensamento é comum entre grandes espíritos humanistas. Cito dois pelo menos, Russell e Saramago.