Frases para Pessoas Carentes
O poeta que sonha é a alegria do coração carente, o poeta que chora é a emoção das palavras quando, atentamente, são lidas.
O poeta que se alegra é um lindo amanhecer que floresce diante de quem o anseia, o poeta que se inspira é a história de quem a escreve junto ao sentimento.
Hoje estou carente demais e acabei trazendo o conflito para mais próximo de mim, portanto preciso desse carinho repentino;
Tento querer me firmar nos meus próprios pensamentos que tanto sonho, como um presente que Deus me deu;
Eu vivo carente de um amor verdadeiro que tenha originalidade e autenticidade para se firmar por toda eternidade;
O meu tipo sanguíneo é a inspiração da alegria poética que encanta o dia de um coração carente sem interesse.
Não quero atenção nenhuma que faça que eu pareça idiota carente por qual quer imbecilidade;
Sou o que sou e não mudo por nada ou nenhuma lágrima que queira esquecer do que realmente não lembrava;
Por fora um poeta aos olhos de quem ver e compreende por dentro um menino apaixonado e carente de amor verdadeiro;
Somos carentes do que foi esquecido nesse mundo... Fomos abandonados por falta de gosto... Deixamos de exercitar uma das coisas mais perfeita dessa vida...
E ainda sim temos a ignorância de pedirmos a paz... Perdidos e sozinhos esperando a piedade de Deus, mas esquecemos de valorizar o Amor...
O que me inspira verdadeiramente é felicidade da vida, as verdades do coração, a carência da sua alma e o sentimento chamado... Paixão;
Não queira me julgar por roubar o seu coração
Pois estava carente morrendo de amor
E, contudo sentia muita dor;
Então se renda a mim
Se jogue em meus braços;
O amor ficou em extinção para o meu coração;
E a carência se aproveitou para guardar o que não me convém;
E ainda sim a minha frustração grita pelo que não aconteceu;
Por um desejo não atendido ou a esperança perdida
Venha me curar da carência desproporcional
Que insiste em se alojar em meu interior
Precisando de você... Do teu amor;
Dê-me a tua mão e venha se render
Que servirei todo o meu amor a você;
Será que a fúria dos poetas é a violência da delicadeza?
Ou a verdade dos carentes da leitura excessiva?
Nesse tribunal de rua se não for
O amor... O que será da vida!
Banalizada excomungada
Carente do bom senso!
Nada mais esconde essa minha indignação
Talvez eu grite em palavras cultas
Ou não!
