Agora eu sei que as lembranças contêm o segredo do futuro; não do passado, mas do futuro. Sei que, quando deixamos Deus usar nossas experiências passadas, elas se convertem em instrumentos pelos quais o Senhor nos prepara para o trabalho que ele tem para nós.
Na era do físico perfeito, eu sigo me apaixonando pelo que não se exibe: gestos que acolhem, atitudes que revelam verdade, ações que abraçam sem tocar, gentilezas que dizem tudo sem exigir nada. É nesse invisível que meu coração encontra lugar.
Eu estava livre. Não havia ninguém pra te dizer o que fazer. Ninguém pra te fazer se sentir inferior. Ninguém pra te obrigar a usar uma máscara. É claro que, finalmente, me dei conta de que isso é péssimo.