"Nunca presto atenção nas coisas, não sei para que diabo quero olhos. Trancado num quarto, sapecando as pestanas em cima de um livro, como sou vaidoso, como sou besta!”
As pessoas que param de crer em Deus ou na bondade continuam a acreditar no diabo. Não sei por que. Não, realmente não sei por que. O mal é sempre possível. E a bondade é eternamente difícil.
A última das criaturas regojiza o pão que nem o diabo quis.
Chora, pra ver ser se Deus tem pena,
mas hoje não tem ninguém em casa.
A conversa entre o desespero e o silêncio segue,
até se romper no lado mais fraco.