Frases do curso de Direito

O primeiro dever do Direito não é punir o culpado, mas impedir que o poder escolha antecipadamente quem será considerado culpado.

"Quando o Direito deixa de limitar o poder, passa silenciosamente a trabalhar para ele.”

“O Direito é a tentativa humana de transformar a força em responsabilidade.”

"O Direito não existe para tornar o Estado poderoso; existe para tornar o poder previsível.”

“O voto escolhe governos; o Direito decide até onde esses governos podem chegar.”

“O Direito começa onde termina a conveniência do poderoso.”

“A corrupção do Direito começa muito antes da corrupção da sentença: começa quando a lei passa a ter um significado para os poderosos e outro para os demais.”

"A liberdade jurídica é o direito de discordar sem precisar pedir licença ao poder.”

"O Estado de Direito começa quando até o Estado aceita ouvir a palavra ‘não’.”

"Quando a lei passa a proteger o poder contra o cidadão, o Direito deixa de ser escudo e transforma-se em arma.”

O Direito deveria ser o lugar onde até o inimigo conserva o direito de permanecer humano.

A força pode conquistar território; somente o Direito consegue conquistar legitimidade.

No limite entre o Direito e a violência está a pergunta que nenhuma civilização pode abandonar: quanto poder podemos exercer sobre alguém sem deixar de reconhecê-lo como humano?

A violência pergunta quem é mais forte; o Direito pergunta qual força pode ser legitimamente exercida sobre alguém.

O Direito é a arte difícil de impedir que a dor de uma vítima se transforme na autorização para produzir outra vítima.

O Direito falha não apenas quando condena o inocente, mas também quando ensina o poderoso que certas vítimas não contam.

A violência destrói o adversário; o Direito deve preservar até mesmo aquele que o adversário representa.

Valide seu sentimento: Ninguém tem o direito de julgar o que você sente.

Quando o Direito abandona a razão, a violência encontra uma gramática para falar em seu nome.

A maior vitória do Direito não é punir o violento, mas tornar desnecessária a violência como linguagem política.